Sendo um único médico

O Médico Interno de Formação Geral tem direito a 20 dias úteis, escolhidos pelo Médico, não tendo de ser um período único mas tendo de existir, no mínimo, um período de 10 dias úteis ... Após o caso da menina de 10 anos do Espírito Santo que engravidou após anos sendo estuprada pelo próprio tio e que chocou o país, mais um caso de estupro veio à tona nesta sexta-feira (28): a Polícia Civil da Bahia informou que indiciou um médico da cidade de Santa Inês por, supostamente, ter estuprado uma menina também de 10 anos. Mais de 15 anos de experiência somados ao um vasto conjunto de Soluções, agora em um único ambiente. Software Médico Atuamos no mercado desde 2003 oferecendo Sistemas para administração de Clínicas/Hospitais e Faturamento de Contas Médicas para Prestadores individuais, Cooperativas e Associações. Escolher um sistema gratuito pode ser a pior das opções, pois seus riscos podem comprometer não apenas a imagem do seu negócio, mas a sua própria integridade.. O preço de um bom sistema médico vale a pena, porque seu investimento reduz custos, otimiza processos, e entrega a segurança que um sistema gratuito nunca iria garantir, melhorando ainda mais o seu relacionamento com seus pacientes. Um sistema médico além de oferecer uma ótima centralização das informações, onde todos os documentos necessários estão em um único local de fácil acesso, também fornece informações precisas como tempo de duração de cada atendimento. A política de saúde é frequentemente considerada em um sentido restrito, referindo-se a assuntos de cuidados médicos e à organização dos serviços de atenção à saúde. Entretanto, a saúde é influenciada por uma ampla gama de decisões políticas, não apenas aquelas no campo médico ou da saúde. Por outro lado, sendo a cirurgia meramente estética, o médico que não conseguir entregar o resultado prometido, responderá por isso mesmo que tenha empregado suas melhores técnicas e agido com eficiência sob o ponto de vista médico. A seguir, trecho de um julgado que demonstra bem o entendimento sobre tal responsabilidade sob o ponto de ...

Ser trabalhadora de Supermercado

2020.09.24 03:21 GoddessOfSake Ser trabalhadora de Supermercado

Estou aqui para dar um desabafo, que muitos podem dar a sua opinião. Acredito que isto pode já ter acontecido a muitos que já chegaram a trabalhar em Supermercados, ou que estão a sofrer do mesmo.
Sem medo de identificar, trabalho no "famoso" Intermarché. Tenho tolerado uma regra que a chefe de loja impôs, que só serão pagas as horas extra só com a autorização dela, ou seja.. quando ela o pedir. Entretanto não dá as condições necessárias para os trabalhadores conseguirem sair a horas, sendo que estamos a trabalhar sem ganhar um único tostão. Ou descontar nas horas em dívida (que foram colocadas na época de emergência do covid-19... Que por sua vez, decidiram pagar os ordenados tal e qual e ficar a dever horas, sem qualquer aviso ou informação).
Outro caso que está a acontecer a muitos dos meus colegas, e outras pessoas que já trabalharam neste Intermarché, e que acredito que a mim também irá acontecer, é.. se meter baixa, ou ter que faltar por motivos médicos, ou filhos, etc.. a nossa chefe de loja mete um "castigo" subtil como os horários mais cansativos e impossíveis de podermos viver a nossa vida pessoal.
Cheguei ao meu limite, pois a pouco tempo perdi a minha querida avó.. sendo que eles querem-me fazer trabalhar num dos dias no qual tenho todo o direito. Por lei, confirmado pela advogada e ACT, feriados e folgas, NÃO CONTAM. No qual eles querem contar com uma das minhas folgas.
Enviei um e-mail para o Intermarché da minha região, mas acredito que nem vão dar importância ou tirar uns minutos para ler. Acredito que a melhor decisão será fazer queixa à ACT.
Alguma opinião ou conselho do que poderei fazer?
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2020.09.24 03:17 GoddessOfSake Desabafo: Ser trabalhadora de Supermercado.

Estou aqui para dar um desabafo, que muitos podem dar a sua opinião. Acredito que isto pode já ter acontecido a muitos que já chegaram a trabalhar em Supermercados, ou que estão a sofrer do mesmo.
Sem medo de identificar, trabalho no "famoso" Intermarché. Tenho tolerado uma regra que a chefe de loja impôs, que só serão pagas as horas extra só com a autorização dela, ou seja.. quando ela o pedir. Entretanto não dá as condições necessárias para os trabalhadores conseguirem sair a horas, sendo que estamos a trabalhar sem ganhar um único tostão. Ou descontar nas horas em dívida (que foram colocadas na época de emergência do covid-19... Que por sua vez, decidiram pagar os ordenados tal e qual e ficar a dever horas, sem qualquer aviso ou informação).
Outro caso que está a acontecer a muitos dos meus colegas, e outras pessoas que já trabalharam neste Intermarché, e que acredito que a mim também irá acontecer, é.. se meter baixa, ou ter que faltar por motivos médicos, ou filhos, etc.. a nossa chefe de loja mete um "castigo" subtil como os horários mais cansativos e impossíveis de podermos viver a nossa vida pessoal.
Cheguei ao meu limite, pois a pouco tempo perdi a minha querida avó.. sendo que eles querem-me fazer trabalhar num dos dias no qual tenho todo o direito. Por lei, confirmado pela advogada e ACT, feriados e folgas, NÃO CONTAM. No qual eles querem contar com uma das minhas folgas.
Enviei um e-mail para o Intermarché da minha região, mas acredito que nem vão dar importância ou tirar uns minutos para ler. Acredito que a melhor decisão será fazer queixa à ACT.
Alguma opinião ou conselho do que poderei fazer?
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2020.09.22 02:33 MFoxBR FAQ do r/sexualidade

Olá pessoal, tudo bem? Conversando com um dos admins aqui do sub, me ofereci em fazer um FAQ para responder e deixar registrado de maneira permanente algumas das perguntas mais feitas aqui no sub.
O propósito de todo o sub é que todos possam se abrir no aspecto mais pessoal possível para que possam tirar qualquer dúvida no que diz respeito à sexualidade, de maneira mais direcionada também. Porém alguns assuntos servem e são necessários para todos e são melhores de estarem em um tópico fixo e mais acessível, assim ajuda todo mundo de uma vez, de uma maneira mais organizada e fácil de encontrar.
Temos bastantes usuários bem jovens, que estão iniciando a vida sexual agora e eu vejo com preocupação alguns outros usuários dando conselhos bem ruins sobre saúde, prevenção etc. O propósito desse tópico aqui não é ser uma palavra de ordem ou uma bronca em ninguém, mas dar informações pautadas no conhecimento científico e nas orientações dos órgãos oficiais de saúde, sem achismo e sem julgamentos também, da maneira mais objetiva e direta quanto for possível (juro que me esforçarei). Esse tópico será constantemente atualizado com as novas perguntas e respostas que forem surgindo conforme formos recebendo ok?
Sugiro começarmos com vocês fazendo perguntas nos comentários do fio, assim vou respondendo aqui em cima no tópico atualizado, o que acham? Vou combinar perguntas que eu achar que são semelhantes, assim não fica repetitivo também ok?
Obrigado à todos e bora se informar de como fazer uma putaria gostosa e saudável. Vão se foder todos (foi um trocadilho tá? Rs).
FAQ
P: O meu pau/buceta é pequeno(a)?
R: No caso do pênis, qualquer medida acima de 4cm de comprimento em ereção está acima da faixa considerada pela medicina como micropênis. A média do comprimento de um pênis humano em ereção é de 4cm em crianças e de 8cm-13cm em adolescentes e adultos, sendo variável de acordo com a sua altura e período de desenvolvimento sexual. A vagina tem uma média de 8cm-15cm de profundidade, e o ponto g, a região de maior sensibilidade, fica localizado na porção média dos primeiros 5cm dentro da vagina. Já no caso das pessoas com pênis, o ponto g, a próstata, está localizada na porção dos 3cm-5cm dentro do ânus. Não há métodos eficazes sem intervenção cirúrgica para se aumentar um pênis. A performance sexual não melhora ou piora por conta do tamanho do pênis, seja para a parte ativa, a que tem o pênis, quanto para a parte passiva, a que é penetrada pelo pênis.
P: Existe mais do que um tamanho de camisinha? Qual usar?
R: O tamanho padrão do preservativo externo (para o pênis) é o de 52mm de largura. Também estão disponíveis no mercado o tamanho teen (49mm), o grande (55mm) e o extra (58mm). Os comprimentos desses preservativos giram de 16cm até 19cm no tamanho maior. Deve-se usar o preservativo do tamanho certo, que fique justo ao pênis para garantir a proteção necessária e evitar vazamentos. Um preservativo de tamanho maior do que o necessário pode vazar ou até sair durante o ato, tanto deixando-o dentro da pessoa passiva quanto caindo no chão, comprometendo completamente a proteção para ambos. Vale ressaltar que a camisinha é o único método de proteção eficaz contra a maioria esmagadora das ISTs (infecções sexualmente transmissíveis) e também um dos mais eficazes métodos contraceptivos disponíveis. O tamanho do preservativo interno (para a vagina) é padrão. Protejam-se.
P: Quais são os riscos que tenho de contrair doenças ao fazer sexo?
R: Os riscos sem proteção são inúmeros. Mesmo em um sexo sem penetração (gouinage) também há risco de infecção por diversas doenças. Geralmente se preocupa apenas com as ISTs (infecções sexualmente transmissíveis), porém mesmo doenças mais comuns também podem ser transmitidas pelo contato sexual sem penetração, como o exemplo do Coronavirus. Apenas para fins de exemplo, dentre as ISTs transmitidas sem penetração estão: a sífilis, o HPV, a herpes, hepatite b, o HIV também mas este com baixo risco (só é alto no caso de um oral com uma ferida na boca), entre outras. Também doenças mais comuns como o piolho, o chato, a gripe, o Coronavirus, etc, estão entre as doenças passíveis de serem transmitidas pelo contato sexual sem nenhuma proteção. E lógico, além de todas as citadas anteriormente, ainda mais infecções são possíveis através do sexo penetrativo sem proteção, como o HIV, hepatite C, gonorréia, dentre muitas outras. Se você teve contato sexual de risco (sem proteção) recente e apresenta qualquer tipo de sinal estranho nos seus genitais, seja no pênis ou na vagina, como verrugas, feridas abertas, dores, corrimentos, sensibilidades extremas, etc, vale a pena visitar um médico para verificar ok? E mesmo que não apresente nenhum sinal, faça o teste no CTA mais próximo da sua casa. É de graça, sem dor e bem rápido, e você fica sussa na sua cabeça.
P: Quais são os métodos de proteção disponíveis?
R: Temos algumas categorias diferentes de proteção para diferentes aplicações praticas. Dentre os contraceptivos, ou seja, para evitar a gravidez indesejada há: o DIU, o diafragma, a pílula anticoncepcional, o anel vaginal, a pomada espermicida, etc, lembrando que estes métodos somente evitam a gravidez mas ainda deixam as partes totalmente vulneráveis à infecções por doenças da mesma maneira como usar nenhum desses métodos. Para proteção contra o HIV, temos o PrEP e o PEP, disponíveis gratuitamente no SUS, são medicamentos usados antes ou depois (respectivamente) do contato sexual de risco. Vale ressaltar que este método evita apenas a infecção pelo HIV e não por outras doenças, logo o seu uso é apenas recomendado em conjunto com o preservativo. E finalmente temos os preservativos, tanto o externo (para o pênis) quanto o interno (para a vagina), que são os únicos métodos que evitam a maioria das ISTs, também sendo o mais eficaz método contraceptivo, mantendo o contato sexual. Apenas para deixar registrado que o único método 100% eficaz contra todo tipo de infecção por doenças é a completa abstinência sexual, porém acredito que ninguém aqui quer isso, não é mesmo? Rs. Protejam-se pessoal!
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2020.09.16 00:57 Marcelovisck Estou evoluindo e isso me deixa satisfeito

Pode ser só um texto de um jovem adulto de 19 anos que tá praticamente começando a vida, e talvez no futuro eu lembre disso e veja que não tinha relevância, mas agora está me deixando bem satisfeito. Eu sempre fui um cara agressivo e arrogante, daqueles bem escrotos mesmo. Até há poucos meses atrás eu estava assim, quando num dia, no grupo da sala eu fui extramamente injusto e escroto com um cara. Ele tinha sido intolerante e preconceituoso, e mesmo com todo mundo descendo o pau, eu fui o único aparecendo com xingamentos, ofensas, enfim, foi um desastre pelo qual me arrependo bastante. De qualquer forma, eu decidi que não iria mais ser assim. Até porque a tranquilidade, a capacidade de não reagir é fundamental se você quer manter sua sanidade mental (personalidade agressiva é fator de risco pra Alzheimer, ouvi um médico dizendo isso).
Na minha sala tá rolando um certo mal estar com um professor que nesse EaD está tomando atitudes e tendo falas descenessárias conosco, sim, mas ninguém ligou de ir lá conversar com o cara, ouvir o que ele tem a dizer. Afinal, ele também é ser humano, e sem espaço para o diálogo a gente nunca passa perto de resolver um problema. Na conversa, que pouco participei em questão de tempo, eu majoritariamente só ouvi, enquanto um colega de sala estava falando. Ouvi bastante, e um problema que o professor, que já tá na faixa dos 50, quase anos anos, expôs é sobre o WhatsApp. Ele simplesmente não queria receber certos tipos de mensagens lá, como por exemplo questionamentos sobre notas etc. Coisas que ele prefere receber pelo sistema acadêmico, e-mail ou ser perguntado numa aula. E ele havia deixado isso claro, mas mesmo assim uma galera ficava fazendo perguntas que ele não queria num grupo que ele havia criado com as pessoas da sala para passar recados. Por mais que as mensagens não fossem de desaforo nem em forma nem em conteúdo, o professor interpreta como mero desaforo de alunos. Show de bola, anotei isso. E me dei conta de que para ele, o WhatsApp seja realmente um espaço reservadamente pessoal, diferente do pessoal da minha idade, que estamos mais familiarizados em tanto tratar de questões acadêmicas quanto mandar memes.
Depois de ouvir o que ele tinha a dizer, eu quis dar um feedback pra sala. Escrevi algo, expus algumas coisas que achei interessante, no mero intuito de ajudar nossa convivência com o professor, pois afinal de contas ele ainda pode prejudicar a turma inteira se quiser. Eis que o resultado foi deboche. Claro que ninguém me pediu pra falar com o cara, tentar entender o lado dele e escrever um texto para a turma explicando o que pode ser feito de melhor. Eu fiz porque achei e continuo achando o certo a fazer, se não de que adianta a gente reclamar se nem mesmo tentamos mudar o que está sendo ruim? Os mesmos caras que todo dia dizem que vão mandar o professor tomar no cu estavam me sacaneando pelo o que escrevi. Por um lado, sacanagem, por outro, gente falando que eu tava pedindo pro pessoal ser bunda mole (por sugerir que ninguém mais mandasse pergunta que o cara não quer receber num canal de comunicação, sendo que se pode mandar por outros). Tudo bem, cada um tem a liberdade de interpretar as informações do jeito que bem entender, mas a grande questão aqui foi como eu reagi. Diante do deboche, fiquei tranquilo. Diante de clara distorção do que eu escrevi, fiquei tranquilo. Reagi como uma pessoa civilizada, educada, coisa que eu não fazia antes.
Confesso que senti um desejo, num momento, de ser arrogante. Iria mandar um "parabéns, você percebeu que isso seria um non sequitur, quer um biscoito por isso ou vai precisar escrever o termo no Google pra descobrir o que é?". Mas bem antes de começar a escrever a mensagem eu me dei conta de que isso não pegaria bem, seria desrespeitoso. Aliás, seria deselegante, eu não preciso desse tipo de coisa para provar um ponto diante dos meus colegas. Na realidade, percebi que é melhor deixá-los ficando com raiva do professor toda semana e depois querendo pagar de bons moços dizendo que não ligam para o que ele faz.
Eu já realizei a ação que considerava correta, minha consciência já está tranquila. Não preciso perder tempo com quem não quer entender o outro lado e se esforçar para uma convivência melhor. Sem xingamento, ofensa ou arrogância. Numa paz de espírito. Pela primeira vez agi assim e fico orgulhoso de mim. Estou verdadeiramente evoluindo para ser um ser humano melhor, gente de verdade, daquelas que vale a pena ficar por perto.
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2020.09.07 06:41 futebolstats A Carreira de Gabriel Barbosa em Números

Quando cita-se um dos melhores atacantes brasileiros da atualidade, o nome de Gabriel Barbosa que atualmente joga pelo Flamengo e que está no radar de Tite – técnico da Seleção Brasileira -, deve ser levado em conta.
Gabriel Barbosa Almeida nasceu em 30/08/1996 em São Bernardo do Campo, cidade que se localiza na região metropolitana de São Paulo. Gabigol, apelido pelo qual é conhecido, foi artilheiro das duas últimas edições do Campeonato Brasileira e já teve passagem por 2 clubes europeus. Porém, o que mais se sabe sobre Gabigol? Por quais clubes jogou? Quais feitos atingiu ao longo de sua carreira?

Juvenil

Antes de jogar futebol, Gabriel costumava jogar futsal pelo São Paulo e durante um amistoso contra o Santos, ao qual marcou “todos os gols” da vitória do seu time por 6-1, foi descoberto por Zito, ex-jogador do Santos entre os anos de 1955 e 1967 e que também atuou pela Seleção Brasileira.
Depois disso, chegou as categorias de base do Santos quando tinha apenas 8 anos de idade e pouco a pouco, foi queimando etapas até estrear como profissional no ano de 2013.

A Carreira de Gabriel Barbosa em Números

Santos

Categorias de Base

Como foi dito anteriormente, Gabriel chegou às categorias de base do Santos quando tinha apenas 8 anos de idade e virou grande promessa das categorias de base do clube, sendo muito conhecido desde pequeno como joia, marcou mais de 600 gols nas divisões de base e desde os 14 anos, acumulou convocações às seleções de base do Brasil e vendo o potencial do garoto, o Santos elevou a multa dele à 50 milhões de euros (cerca de

2013

Gabriel foi promovido para a equipe principal do Santos em 2013 com apenas 16 anos de idade. Apesar de treinar com o time principal do clube desde o início deste ano, somente em 26 de maio deste ano, na estreia do alvinegro praiano – Santos – nessa edição do Brasileirão (Campeonato Brasileiro), Muricy Ramalho promoveu a estreia da joia quando o colocou no lugar de Henrique Dourado aos 24 minutos do primeiro tempo, mas mesmo com esta e mais duas alterações, o Santos só empatou em 0-0 com o Flamengo na Vila Belmiro (estádio do Santos). Vale ressaltar que esta foi a última partida de Neymar pelo clube, pois o jogador já havia acertado a sua transferência para o Barcelona da Espanha.
Em 29/05/2013, em jogo da 2ª rodada do Brasileirão, Gabriel jogou os últimos 24 minutos do revés por 2-1 ante o Botafogo fora de casa. Dois dias após essa derrota, o Santos anunciou a demissão de Muricy Ramalho e com a saída deste técnico, Claudinei Oliveira, até então técnico das categorias de base do alvinegro praiano, assume o comando do time principal.
Em 21/08/2013, primeiro confronto das oitavas de final da Copa do Brasil contra o Grêmio, Gabriel entrou em campo aos 23 minutos da segunda etapa no lugar de Neílton e 14 minutos depois, fez o único gol da vitória do Santos nessa partida que ocorreu na Vila Belmiro. Três dias depois, em jogo válido pela 16ª rodada do Brasileirão, Gabigol – apelido pelo qual é conhecido desde as categorias de base – atuou como titular pela primeira vez pelo clube e na sua estreia entre os titulares, marcou seu 2º e último tento nessa temporada no triunfo por 2-0 sobre o Vitória na Vila Belmiro. Posteriormente, o Santos perdeu o segundo confronto para o Grêmio por 2-0 na Copa do Brasil e sendo assim, deu adeus às chances de conquistar o título desse torneio.
Em suma, na sua 1ª temporada como profissional, Gabriel Barbosa disputou 15 partidas, fez 2 gols e proveu duas assistências. Quanto ao Santos, foi vice-campeão do Campeonato Paulista, terminou em 7º lugar no Brasileirão e chegou às oitavas de final da Copa do Brasil.
PdGmACACVMj no ano de 2013
152 2 20512
Pd – Partidas disputadas; Gm – Gols marcados; A – Assistências; CA – Cartões amarelos; CV – Cartões vermelhos e Mj* – Minutos jogados

2014

Logo no início do ano de 2014, o Santos demitiu Claudinei Oliveira e anunciou que Oswaldo de Oliveira seria o treinador do clube nesse ano.
No primeiro jogo do time nessa temporada em 18 de janeiro de 2014 – estreia do time nessa edição do Paulistão -, Gabriel atuou como titular e marcou o único gol da vitória sobre o XV de Piracicaba na Vila Belmiro.
Em 29/01/2014, em jogo da 4ª rodada do Estadual, Gabigol marcou seu 2º tento nessa temporada na goleada por 5-1 sobre o Corinthians. Na rodada seguinte do Estadual, em 01/02/2014, Gabriel marcou seu primeiro doblete – ocorre quando um jogador faz 2 gols numa mesma partida – da carreira na goleada por 5-1 sobre o Botafogo de Ribeirão Preto. Nesse jogo contra o Botafogo, Gabriel entrou para a história do Santos marcando o gol número 12 mil da história do clube.
Posteriormente, Gabigol perdeu a titularidade com a chegada do atacante Leandro Damião, a contratação mais cara envolvendo clubes brasileiros e a segunda mais cara do futebol brasileiro. Em 27/02/2014, em partida válida pela 10ª rodada do Campeonato Paulista, Gabriel recebeu uma oportunidade de atuar entre os titulares e marcou o 2º gol da goleada por 5-0 sobre o Bragantino na Vila Belmiro. Vale ressaltar que Gabigol foi um dos destaques do time durante a disputa do Paulistão e ajudou o time a chegar à final do campeonato, quando foi vencido pelo Ituano na disputa por pênaltis.
Em 16/04/2014, em confronto válido pela 1ª fase da Copa do Brasil, Gabigol atuou como titular e marcou seu 2º doblete nessa temporada na vitória por 3-0 sobre o Mixto-MT. Quatro dias depois, na estreia do Santos nessa edição do Brasileirão, o camisa 7 do clube – Gabriel Barbosa – marcou o único tento do time no empate em 1-1 com o Sport na Vila Belmiro.
Após uma sequência de maus resultados, em 02/09/2014 o Santos anunciou a demissão de Oswaldo de Oliveira e com a saída dele, Enderson Moreira assume o comando do alvinegro praiano.
Em 19/10/2014, em jogo da 29ª rodada do Brasileirão, Gabigol foi um dos destaques do “Clássico da Saudade” – nome dado ao clássico entre Palmeiras e Santos – e marcou seu 3º e último doblete nessa temporada no triunfo santista por 3-1 no estádio do Pacaembu.
Em 02/11/2014, em partida válida pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro, o camisa 7 do Santos marcou seu 20º tento nessa temporada no revés por 3-2 ante o Internacional fora de casa. Três dias depois, no segundo confronto da semifinal da Copa do Brasil contra o Cruzeiro, Gabigol marcou seu último tento nessa temporada no empate em 3-3 com a equipe mineira. Como o Cruzeiro havia vencido o primeiro jogo por 1-0 na Vila Belmiro, ficou com a vaga para a final dessa edição da Copa do Brasil. Com esse gol marcado, Gabriel Barbosa foi o artilheiro da Copa do Brasil 2014 ao lado de Bill do Ceará e de Léo Gamalho do Santa Cruz, cada um dos 3 marcou 6 gols.
Em suma, na sua 2ª temporada com a camisa do clube da Baixada Santista, Gabriel Barbosa disputou 56 partidas, fez 21 gols e proveu 10 assistências. Quanto ao Santos, além de ter sido vice-campeão do Campeonato Paulista e de ter chegado à semifinal da Copa do Brasil, o clube terminou em 9º lugar no Brasileirão 2014.
PdGmACACVMj no ano de 2014
5621 10 703846
21 gols dos quais 8 foram pelo Brasileirão, 7 pelo Campeonato Paulista e 6 pela Copa do Brasil

2015

Gabriel Barbosa teve pouco espaço no time titular do Santos no início dessa ano e somente após a demissão de Enderson Moreira em 5 de março, é que Gabigol passou a ter mais espaço entre os titulares, desta vez sob o comando de Marcelo Fernandes.
Em 14/03/2015, em jogo do Campeonato Paulista, o novo camisa 10 do “Peixe” – Santos – marcou seu primeiro tento nessa temporada na goleada por 4-1 sobre o Marília no Bento de Abreu (estádio do Marília).
Em 26/03/2015, em mais uma partida válida pelo Paulistão, Gabigol atuou como titular e fez o único tento do time no revés por 3-1 ante a Ponte Preta. Na rodada seguinte do Estadual, em 29/03/2015, Gabriel marcou o segundo gol do Santos no empate em 2-2 com o São Bento na Vila Belmiro. Posteriormente, Gabigol viu do banco o Santos vencer o Palmeiras nos pênaltis na final do Paulistão em 03/05/2015.
Após o gol marcado contra o São Bento em 29 de março, Gabigol passou por um jejum de gols, ao qual pôs um fim em 10/06/2015 em jogo da 7ª rodada do Brasileirão, quando o Santos empatou em 2-2 com o Atlético-MG na Arena Independência.
Após o revés por 4-1 ante o Goiás na 12ª rodada do Campeonato Brasileiro – em 08/07/2015 -, Marcelo Fernandes foi rebaixado novamente para o cargo de treinador auxiliar e com isso, Dorival Júnior assume o comando do time.
Na estreia do novo técnico em 11/07/2015, confronto válido pela 13ª rodada do Brasileirão, Gabigol atuou como titular e fez o gol que selou o resultado do jogo; vitória do Santos por 3-0 sobre o Figueirense na Vila Belmiro. Além do gol marcado, o camisa 10 do Peixe também contribuiu com assistência para o gol de David Braz.
Em 22/07/2015, no segundo confronto da 3ª fase da Copa do Brasil, Gabriel marcou seu primeiro doblete nessa temporada na vitória por 3-1 sobre o Sport. Com uma vantagem de 4-3 no placar agregado – o Santos perdeu o primeiro confronto por 2-1 -, o Peixe seguiu adiante nesse torneio. Quatro dias depois, em jogo da 15ª rodada do Brasileirão, Gabigol repetiu o desempenho da partida anterior e marcou outro doblete e com isso, o Santos venceu o Joinville por 2-0.
Em 19/08/2015, no primeiro confronto das oitavas de final da Copa do Brasil, o camisa 10 do alvinegro praiano marcou seu 10º tento nessa temporada no triunfo por 2-0 sobre o Corinthians na Vila Belmiro. No segundo confronto entre as duas equipes em 26/08/2015, Gabigol marcou novamente em nova vitória sobre o rival fora de casa; vitória do Santos na Arena Corinthians por 2-1.
Em 16/09/2015, em partida válida pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro, Gabriel marcou seu 3º doblete nessa temporada na goleada por 4-0 sobre o Atlético-MG.
Em 25/11/2015, no primeiro confronto da final da Copa do Brasil contra o Palmeiras, Gabigol marcou o único gol da vitória do Santos na Vila Belmiro. No segundo confronto contra o arquirrival no Allianz Parque, o Santos perdeu por 2-1, mas vale ressaltar que na final não há o critério do gol fora de casa e como consequência, o campeão foi definido nos pênaltis onde o rival levou a melhor e venceu por 4-3.
Em 06/12/2015, na última rodada dessa edição do Brasileirão – 38ª rodada do campeonato -, Gabigol encerrou essa temporada marcando 2 gols na goleada por 5-1 sobre o Athletico-PR na Vila Belmiro. Além de ter feito 2 gols, proveu assistência para 1 dos 2 gols de Geuvânio e para o gol de Vitor Bueno. Também é importante mencionar que Gabriel encerrou este ano considerado o jogador mais valorizado do futebol brasileiro, segundo site especializado.
Em suma, na sua 3ª temporada com a camisa do Peixe, Gabriel Barbosa disputou 56 partidas, fez 21 gols – sendo 8 tentos marcados na Copa do Brasil, o que fez dele o artilheiro isolado – e proveu 11 assistências. Quanto ao Santos, além de ter sido campeão estadual e vice-campeão da Copa do Brasil, terminou em 7º lugar no Brasileirão 2015.
PdGmACACVMj no ano de 2015
5621 11 913358
21 gols dos quais 10 foram pelo Brasileirão, 8 pela Copa do Brasil e 3 pelo Campeonato Paulista

2016

Na estreia do Santos nessa edição do Paulistão, em 30 de janeiro, Gabigol marcou o gol do time no empate em 1-1 com o São Bernardo na Vila Belmiro. Na rodada seguinte, em 03/02/2016, o camisa 10 do Santos fez um dos gols da vitória por 2-0 sobre a Ponte Preta em pleno Moisés Lucarelli, em Campinas.
Em 13/02/2016, em partida válida pela 4ª rodada do Campeonato Paulista, Gabriel marcou seu 3º tento nessa temporada no empate em 3-3 com o Novorizontino fora de casa.
Após o gol marcado contra o Novorizontino, Gabigol só voltou a balançar as redes em 31/03/2016, em confronto válido pela 12ª rodada do Paulistão, ao qual o Santos venceu a Ferroviária por 4-1 na Vila Belmiro. Na rodada seguinte do estadual, em 03/04/2016, o camisa 10 do Peixe marcou seu 5º tento nessa temporada no triunfo por 5-3 sobre o Capivariano fora de casa.
Em 24/04/2016, em partida válida pela semifinal do Campeonato Paulista, Gabriel marcou os gols do Santos no empate em 2-2 com o Palmeiras. Com este resultado, as duas equipes definiriam o classificado para a fase seguinte nos pênaltis onde o Santos levou a melhor e venceu por 3-2. Posteriormente, o Santos empatou em 1-1 com o Osasco Audax no primeiro confronto e depois venceu o segundo jogo por 1-0 e com isso, o alvinegro praiana se sagrou campeão do Paulistão pelo 2º ano consecutivo.
Em 22/06/2016, em jogo da 10ª rodada do Brasileirão, Gabigol marcou seu último doblete com a camisa do Santos na vitória por 4-2 sobre o Fluminense fora de casa.
Em 16/07/2016, em partida válida pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro, Gabriel marcou seu último tento com a camisa do Santos no triunfo por 3-1 sobre a Ponte Preta na Vila Belmiro.
Em 28/08/2016, em jogo da 22ª rodada do Brasileirão, Gabriel entrou em campo logo após o intervalo no lugar de Jonathan Copete e jogou o segundo tempo do revés por 1-0 ante o Figueirense em plena Vila Belmiro. Após o jogo, Gabigol foi oficializado como novo reforço da Internazionale da Itália.
Gabriel Barbosa marcou 13 gols e proveu 5 assistências em 30 partidas disputadas e inclusive, foi o 4º maior goleador do Paulistão 2016 ao lado de Wellington Paulista da Ponte Preta e de William Pottker do Linense e ficando atrás apenas de Roger do Red Bull Brasil (11 gols) e de Alecsandro do Palmeiras e de Rodrigo Andrade do Osasco Audax, cada um dos 2 últimos marcou 8 tentos.
PdGmACACVMj no ano de 2016
3012 5 802310
12 gols dos quais 7 foram pelo Campeonato Paulista e 5 pelo Brasileirão
Títulos que conquistou pelo Santos - Paulistão2015 e 2016
- O vídeo abaixo mostra todos os gols marcados por Gabigol na sua 1ª passagem pelo Santos - Este vídeo foi publicado no YouTube em 29 de agosto de 2016por Football Nation BR

Internazionale

2016-17

Gabriel Barbosa sendo apresentado como novo reforço da InternazionaleEm 26 de agosto de 2016, Gabriel viajou para a Itália para assinar contrato com a Internazionale. O atacante voltou ao Brasil após fazer exames médicos e assinar contrato com o clube italiano para jogar sua última partida pelo Santos, contra o Figueirense na Vila Belmiro dois dias depois de viajar para o país europeu.
Em 30/08/2016, no seu 20º aniversário, Gabriel foi anunciado como o novo reforço da Internazionale, contratado por 27,5 milhões de euros (cerca de 172,5 milhões de reais).
Em 25/09/2016, em jogo da 6ª rodada da Serie A (Campeonato Italiano), Frank de Boer – técnico da Internazionale nessa época – promoveu a estreia de Gabriel quando o colocou em campo aos 29 minutos da segunda etapa no lugar de Antonio Candreva no empate em 1-1 com o Bologna no Giuseppe Meazza (estádio da Inter de Milão).
Após vários jogos no banco de reservas e com a demissão de Frank de Boer, Stefano Pioli assume o comando da equipe nerazzurri – Internazionale – e em 18/12/2016, em jogo da 17ª rodada da Serie A, Gabriel jogou os últimos minutos da vitória por 1-0 sobre o Sassuolo fora de casa.
Em 17 de janeiro de 2017, em confronto válido pelas oitavas de final da Copa da Itália, Gabigol teve sua primeira chance de iniciar entre os titulares no triunfo por 3-2 sobre o Bologna na prorrogação. Apesar de ter começado essa partida como titular, não jogou os 120 minutos, pois acabou sendo substituído aos 27 minutos do segundo tempo por Antonio Candreva.
Em 19/02/2017, em partida válida pela 25ª rodada do Campeonato Italiano, o camisa 96 da Inter – Gabriel Barbosa – entrou em campo aos 29 minutos do segundo tempo no lugar de Candreva e 7 minutos depois, marcou o gol da vitória do time sobre o Bologna.
Mesmo com o gol marcado diante do Bologna na 25ª rodada da Serie A, Gabriel ainda não era visto como opção por Pioli e sendo assim, só jogou mais 3 partidas pela Internazionale antes de ser emprestado.
Em suma, na sua única temporada com a camisa da equipe nerazzurri, Gabriel Barbosa disputou 10 partidas e fez 1 gol. Quanto a Internazionale, terminou em 7º lugar no Campeonato Italiano, chegou às quartas de final da Copa da Itália e caiu na fase de grupos da UEFA Europa League.
PdGmACACVMj na temporada 2016-17
101 0 30183
Gol marcado na Serie A

Benfica

2017-18

Em 31 de agosto de 2017, a Internazionale anunciou o empréstimo de Gabriel Barbosa ao Benfica de Portugal.
Em 12/09/2017, na estreia do Benfica na fase de grupos da Champions League (Liga dos Campeões), Rui Vitória – técnico do Benfica nessa época – promoveu a estreia de Gabigol pelo novo time quando o colocou em campo aos 32 minutos do segundo tempo no lugar de Alejandro Grimaldo, mas mesmo com a entrada dele, o panorama do jogo não mudou e a equipe lisboeta – Benfica – perdeu para o CSKA Moscou da Rússia por 2-1.
Em 20/09/2017, na estreia do clube lisboeta na fase de grupos da Taça CTT, Rui Vitória escalou Gabriel como titular pela primeira vez e ele ficou em campo até os 18 minutos da segunda etapa, quando foi substituído por Andrija Živković. Quanto ao resultado do jogo, empate em 1-1 com o Braga no Estádio da Luz (estádio do Benfica).
Em 14/10/2017, em confronto válido pela 3ª fase da Taça de Portugal, Rui Vitória escalou Gabriel como titular pela última vez e ele não decepcionou e fez o único gol da vitória sobre o Olhanense. Apesar de ter feito seu primeiro gol pelo novo clube, Gabigol seguiu sem espaço nos “Encarnados” – Benfica – e como consequência, a Internazionale o emprestou ao Santos até o fim de 2018.
PdGmACACVMj na temporada 2017-18
51 0 00164
Gol marcado na Taça de Portugal

Santos

2018


PdGmACACVMj no ano de 2015
5227 2 1814501
27 gols dos quais 18 foram pelo Brasileirão, 4 pela Copa do Brasil, 4 pelo Campeonato Paulista e 1 pela Copa Libertadores da América

Flamengo

2019


PdGmACACVMj no ano de 2019
5943 11 2534972
43 gols dos quais 25 foram pelo Brasileirão, 9 pela Copa Libertadores da América, 7 pelo Campeonato Carioca e 2 pela Copa do Brasil

2020


PdGmACACVMj no ano de 2020
2014 9 911769
14 gols dos quais 8 foram pelo Campeonato Carioca, 3 pelo Brasileirão, 1 pela Copa Libertadores da América, 1 pela Recopa Sul-Americana e 1 pela Supercopa do Brasil
Títulos que conquistou pelo Flamengo - Copa Libertadores da América2019 - Recopa Sul-Americana2020 - Campeonato Brasileiro2019 - Supercopa do Brasil2020 - Campeonato Carioca2019 e 2020 - Taça Guanabara2020 - Taça Rio2019
- O vídeo abaixo mostra todos os gols de Gabigol pelo Flamengo no ano de 2019 - Este vídeo foi publicado no YouTube em 8 de dezembro de 2019por Mundo Do Futebol

Números de Gabriel Barbosa na Seleção Brasileira

Brasil

Seleções de Base


Seleção Principal


Copa América Centenário 2016


PdGmACACVMj
31000145

Olimpíadas do Rio de Janeiro 2016


PdGmACACVMj
62010497

Pós-olimpíadas 2016


Títulos que conquistou pela Seleção Brasileira - Medalha de Ouro nos Jogos Olímpicos2016
- O vídeo abaixo mostra o primeiro gol marcado por Gabriel Barbosa pela seleção principal do Brasil - Este vídeo foi publicado no YouTube há cerca de 4 anos atrás por Canal ADR

TOTAL

PdGmACACVMj
52000198
Prêmios Individuais - Prêmio Bola de Prata (3): 2015 (Revelação do Ano), 2018 (Melhor Centro-Avante), 2019 (“Melhor Centro-Avante”) - Prêmio Bola de Ouro: 2019 - Troféu Mesa Redonda (3): – 2014 (Jogador Revelação do Brasileirão), 2018 (Melhor Centro-Avante), 2019 (Melhor Centro-Avante) - Prêmio Craque do Brasileirão (2): 2018 (Melhor Centro-Avante), 2019[122] (Melhor Centro-Avante) - Seleção do Campeonato Paulista (2): 2016, 2018 - 50 Jovens Promessas do Futebol Mundial: 2016 (La Gazzetta dello Sport) - Seleção do Campeonato Carioca: 2019, 2020 - Melhor Jogador da Final da Copa Libertadores da América de 2019 - Seleção Cartola FC do Campeonato Brasileiro de 2019 – Melhor Centro-Avante - 52º melhor jogador do ano de 2019 (The Guardian) - 49º melhor jogador do ano de 2019 (Marca) - Seleção da Copa Libertadores da América: 2019 - Melhor Jogador da América (Rei da América) – El País: 2019 - Craque do Campeonato Carioca de 2020
ArtilhariasBase - Artilheiro do Torneio Internacionalde COTIF Sub-20: 2014 – (3 gols)
Profissional - Artilheiro da Copa do Brasil: 2014 – (6 gols) - Artilheiro da Copa do Brasil: 2015 – (8 gols) - Artilheiro da Copa do Brasil: 2018 – (4 gols) - Artilheiro do Campeonato Brasileiro: 2018 – (18 gols) - Artilheiro do Campeonato Brasileiro: 2019 – (25 gols) - Artilheiro da Copa Libertadores da América: 2019 – (9 gols) - Prêmio Arthur Friedenreich: 2019 – (43 gols) - Artilheiro da Supercopa do Brasil de 2020 – (1 gol) - Artilheiro do Campeonato Carioca de 2020 – (8 gols)
Recordes e Marcas - Único jogador da história a ser artilheiro da Copa do Brasil (4 gols) e do Campeonato Brasileiro (18 gols) no mesmo ano – 2018 - Segundo jogador (ao lado de Luís Fabiano) a ser artilheiro da Copa do Brasil, Campeonato Brasileiro e Libertadores - Doblete mais rápido da história em uma final de Libertadores (2 gols em 3 minutos) - Segundo jogador (ao lado de Riquelme) a marcar em todas as fases da Libertadores (fase de grupos, oitavas de final, quartas de final, semifinal e final) - Gol QatarAirways da Copa Libertadores da América de 2019 – (Prêmio dado ao gol mais bonito da Libertadores) – Contra o Grêmio pela segunda partida da semifinal - Maior artilheiro em uma edição dos pontos corridos do Campeonato Brasileiro com 20 clubes – (25 gols) - Jogadores com mais gols em uma edição de Campeonato Brasileiro – 8° lugar ao lado de Careca (25 gols) - Maior artilheiro da década (de 2011 até o momento) em uma só temporada no futebol brasileiro – (43 gols, ao lado de Neymar em 2012) - Sétimo jogador a ganhar todos os prêmios (Artilheiro, Bola de Prata e Bola de Ouro) do Prêmio Bola de Prata ESPN em um só ano – ao lado de Zico (1982), Careca (1986), Amoroso (1994), Edmundo (1997), Romário (2000) e Adriano (2009) - Terceiro maior premiado da história do Prêmio Bola de Prata ESPN (6 troféus) – atrás apenas de Zico (9 troféus) e Rogério Ceni (7 troféus) - Quarto jogador a ser artilheiro do Campeonato Brasileiro por dois anos seguidos – ao lado de Bita, do Náutico (1965 e 1966), Dadá Maravilha, do Atlético Mineiro (1971 e 1972) e Túlio Maravilha, do Botafogo (1994 e 1995) - Primeiro jogador a ser artilheiro isolado de dois Brasileirões consecutivos[132] (Bita dividiu a artilharia com Toninho Guerreiro em 1966, Dadá dividiu a artilharia com Pedro Rocha em 1971 e Túlio dividiu com Amoroso em 1994) - Décimo segundo jogador brasileiro a ganhar o prêmio Rei da América – ao lado de Tostão, Pelé, Zico, Sócrates, Bebeto, Raí, Cafu, Romário, Neymar, Ronaldinho Gaúcho e Luan - Segundo jogador do Flamengo a ganhar o prêmio Rei da América – ao lado de Zico (1977, 1981 e 1982) - Maior artilheiro do Flamengo na década (2011–2020) – (54 gols) - Segundo maior artilheiro do Flamengo no Século XXI (54 gols) – atrás de Renato Abreu (73 gols) - Maior artilheiro do “Novo Maracanã” (35 gols)

Considerações Finais


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2020.09.05 00:44 thelarustatrust A solução para a cracolândia

Isso vai ser longo e vai soar contra-intuitivo, mas vamos lá: é quase impossível erradicar a cracolândia sem uma provisão regulada da droga. A Suíça, nos anos 90, tinha a "heroinalândia" deles: o parque das agulhas, em Zurique (https://m.youtube.com/watch?v=rsS60gquhOY). Foi uma tentativa da população de "limpar o centro de cidade" e varrer o problema pra debaixo do tapete ao designar uma zona livre de uso e venda de drogas ilícitas no Parque Platzpitz - um parque onde viciados injetavam heroína e traficantes vendiam drogas livremente. A parada saiu tanto do controle, que todos os drogados de toda a Europa tavam indo pra lá.
Como eles resolveram a situação? Eles ofereceram tratamento para todos os viciados que queriam, aplicaram policiamento forte contra o tráfico, investiram em prevenção, e principalmente - e aqui tá o fator-chave -, eles criaram clínicas onde os viciados que recusavam tratamento e insistiam em usar a droga poderiam ir, três a quatro vezes por dia, injetar uma dose de heroína farmacêutica regulada.
Eles iniciaram esse programs na base de um estudo controlado e de larga-escala em que 800 viciados receberam heroína 100% pura em doses controladas (Uchtenhagen et al). Os resultados do estudo? "O crime entre a população viciada caiu em 60%, metade dos desempregados arrumaram emprego, um terço daqueles que estavam em assistência social conseguiu tornar-se apto a se assistir, ninguém estava sem moradia, e a saúde geral do grupo melhorou dramaticamente. No final do experimento, oitenta e três pacientes decidiram por contra própria largar a heroína em favor da abstinência" (Drug Crazy: How We Got Into This Mess and How We Can Get Out, Mike Gray).
Isso não só eliminou o needle park e toda a cena de uso de drogas em público, mas reduziu massivamente o tráfico no país, melhorou a saúde dos viciados porque eles tavam usando drogas limpas e de qualidade médica, os crimes cometidos por viciados em heroína se tornaram praticamente inexistentes porque eles tinham acesso legal à heroína ridiculamente barata (o que matou a necessidade de obter dinheiro através de roubos), tornou um monte de viciado em pessoas empregadas e habilitou um monte de viciado a ficar limpo. Johann Hari diz:
"Depois das clínicas abrirem, o povo da Suíça começou a notar algo. Os parques e estações que estavam cheio de viciados se esvaziaram. Hoje, crianças brincam lá de novo. As ruas se tornaram mais seguras. As pessoas que receberam heroína prescrita tinham 55% menos infrações de roubos de veículos e 80% menos infrações de roubos e assaltos. O estudo mais detalhado descobriu que a queda no crime foi "quase imediata. A epidemia de HIV entre usuários de drogas cessou. Em 1985, 68% de novas infecções de HIV na Suíça eram causadas por uso de drogas injetáveis, mas em 2009, caiu para aproximadamente 5%.
O número de viciados morrendo anualmente caiu dramaticamente, a proporção que tinha emprego permanente triplicou, e cada um deles passou a ter uma casa. E assim como em Liverpool, a venda de pirâmide por part de viciados se disintregou - pessoas que estavam no programa de heroína prescrita por um período contínuo eram 94.7% menos prováveis de venderem drogas em comparação com a situação antes de entrarem no tratamento. O Jean [um viciado no programa] me diz que os traficantes de drogas aos quais ele costumava trabalhar são "completamente contra esse programa".
Uma provisão regulada é ESSENCIAL, porque a maioria dos viciados da cracolândia se RECUSA a parar de usar. Você pode prendê-los quantas vezes quiser e internar a força tbm - a primeira coisa que eles vão fazer quando botarem o pé na rua é correr pra cracolândia de volta. E se você tentar eliminar a cracolândia através de mero policiamento que nem o retardado do Dória, o resultado vai ser a criação de um monte de novas cracolândias menores e fragmentadas, prejudicando MAIS lugares, que foi exatamente o resultado da medida do Dória.
A ideia de uma provisão regulada de cocaína, incluindo a base livre (crack) pode parecer ridícula, mas é algo que JÁ foi tentado. Vejam esse vídeo: https://m.youtube.com/watch?v=Zy_86iVhmkQ Esse médico, o Dr. John Marks, nos anos 80 e 90, prescrevia heroína e cocaína farmacêutica pra viciados que se recusavam a parar, incluindo cigarros de base livre de cocaína pra quem fumava crack - "crack farmacêutico". Ele diz que haviam pacientes aos quais ele receitou cocaína que continuavam sendo ladrões e não melhoravam, e pra esses ele parou de receitar. Mas MUITO MAIS (a maioria) pacientes aos quais ele receitou cocaína se estabilizou em vidas normais razoáveis.
Então, a reportagem mostra o caso do Michael Lythgoe. O cara se viciou e gastava o equivalente a mil dólares por semana com cocaína e crack. Ele perdeu a empresa, a mulher, os filhos, a casa, e foi parar na rua, exatamente como os viciados lá do centro de SP. Dois anos após uso controlado de cocaína prescrita - ele era prescrito tanto os cigarros de base livre como o spray nasal de cocaína - na clínica do Dr. Marks, o cara 1. arumou lugar pra morar; 2. diminuiu a dosagem da droga voluntariamente; 3. arrumou emprego como caminhoneiro; e 4. estava "lentamente construindo a sua vida novamente".
Essa é a diferença que uma provisão estável e controlada da droga pode fazer na vida do cara que é viciado e não consegue parar de usar. É o único jeito de de fato CONTROLAR o uso do crack, e até reduzi-lo. Assim, provisão controlada é uma medida de racionamento, como os programas europeus de provisão de heroína pra viciados irrecuperáveis. É ÓBVIO que isso não implica em legalizar o crack irrestritamente pra população geral.
O inspetor do condado de polícia, Michael Lofts estudou 143 viciados em heroína e cocaína (incluindo o crack) que recebiam as suas drogas legalmente, em forma farmacêutica, através da clínica do Dr. Marks, e descobriu que houve uma queda de 93% nos roubos cometidos por eles (Policing the Cheshire Drug Treatment Programme: The Cheshire Experience, Michael Lofts). Uma provisão regulada e controlada de drogas tornou o crime praticamente inexistente na vida dessas pessoas.
A queda em furtos foi tão massiva, que a rede de lojas Mark & Spencer publicamente apoiou a política da clínica e patrocinou a primeira Conferência Mundial de Redução de Danos e Uso de Drogas. Como disse Michael Lofts, maravilhado, a um jornal local: "Você podia vê-los se transformarem na frente dos seus olhos. Eles chegavam em condições ultrajantes, roubando diariamente para comprar drogas ilegais, e se tornavam, em sua maioria, pessoas razoáveis e cumpridoras da lei". Em outro lugar, ele disse: "Desde que as clínicas foram abertas, o traficante de heroína das ruas lentamente, mas certamente abandonou as ruas de Warrington e Widnes".
O Dr. Carl Hart fez um experimento uma vez. Ele pegou os viciados em crack mais problemáticos nas ruas e os hospitalizou, onde eles receberiam uma dose de crack farmacêutico no começo do dia. Então, no decorrer do dia, eles seriam oferecidos mais doses, mas poderiam escolher entre o crack puro e $20 em dinheiro ou voucher pra comprar produtos em uma loja. Eles quase sempre escolhiam os $20. Veja, eles deixavam passar um entorpecimento imediato, mesmo sabendo que só receberiam os $20 semanas após o experimento acabar e eles serem liberados.
Por que esses viciados recusavam tranquilamente a droga e os viciados que vemos nas ruas usam descontroladamente, de forma insaciável? Por que os viciados que moram na rua não tem nenhuma razão pra não fumar crack o dia inteiro. A próxima dose é incerta. Não há uma provisão garantida. Já os viciados na clínica do Dr. Hart tinham uma provisão estável. Eles podiam recusar uma dose pelos $20, pois sabiam que era garantido que uma próxima dose viria depois. Isso mostra como uma provisão estável e controlada de droga 'controla' o uso de droga do viciado, mesmo quando se trata de crack. A droga se torna um "produto comum" na vida do viciado, que ele pode recusar ou aceitar dependendo do que ele considerar mais vantajoso. Assim, o foco em usar droga o dia todo deixa de existir quando uma provisão estável é oferecida.
E olha que os viciados do experimento deveriam ser particularmente inclinados a escolher a droga: "Os participantes da pesquisa que eu estudei deveriam ser especialmente propensos a usar drogas. Eles eram usuários de crack comprometidos e experientes, que gastavam tipicamente entre $100 e $500 por semana na droga. Nós recrutamos deliberadamente indivíduos que não buscavam tratamento, pois nós sentíamos que não seria ético dar cocaína para alguém que expressava interesse em parar de usar."
Ademais, o Dr. Carl Hart fala em seu livro (High Price): "Nenhum [viciado em crack] se arrastou no chão, pegando particulas aleatórias e tentando fumá-las. Ninguém estava reclamando ou delirando. Ninguém estava implorando por mais - e absolutamente nenhum dos viciados em cocaína que eu estudei se tornaram violentos. Eu estava obtendo resultados semelhantes com usuários de metanfetamina". Olha a diferença que colocar o usuário de crack numa clínica com acesso ao básico, oportunidade de ganhar dinheiro e uma provisão estável e controlada da droga deles pode fazer. Muda completamente a pessoa. Mudou completamente esses viciados. Removeu todo o desespero. Toda a criminalidade.
Então, é possível resolver o problema da cracolândia em São Paulo. Mas pra isso, muita gente vai ter que engolir a seco o que elas pensam que é verdade sobre viciados em crack e aceitar o que esses experimentos mostram. Criar uma clínica com acesso ao básico e que serve ao mesmo tempo como abrigo pra esses viciados, onde uma provisão estável de drogas é oferecida provê a melhor chance de tornar a cracolândia uma infelicidade do passado e reduzir massivamente tanto o tráfico de drogas nas ruas como roubos cometidos por viciados.
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2020.08.22 02:27 Luizinguitar3 Não aguento mais lidar com merdas de terceiros que refletem até na vida pessoal de quem não tem nada a ver.

Minha mãe é uma pessoa que sempre estudou muito e fez de tudo para nunca precisar contar, financeiramente e/ou emocionalmente com a família que ela tem, no caso, a mãe, pai e irmã dela. Construiu uma carreira na área de química ligada a radiação, hoje é pesquisadora e, apesar de estarmos falidos por causa de terceiros, ganha bem.
Tudo foi bem na medida do possível, até que, em por volta de 2007, meu avô, pai dela e já idoso, foi preso num esquema criminoso aí que rolou (nada muito sério, tipo matar alguém, mas ainda assim crime) e ela teve que gastar boa parte da grana que ela não tinha com advogado para, além dele, minha avó e minha tia que era cúmplices de tudo.
Alguns anos depois dessa treta, minha avó, que não olhava na nossa cara há pelo menos uns 8 anos, oficialmente perdeu tudo que tinha e veio morar aqui em casa, que não é um lugar grande, e ficou quase 5 anos (de 2015 até o final de 2019) nos enchendo o saco, já que ela é uma pessoa extremamente ingrata e egoísta, fazendo com que pessoas que amávamos e que frequentavam nossa casa nunca mais nos visitassem e, de quebra, como tinha sido recém diagnosticada de um câncer, gastando mais dinheiro da minha mãe, porém não dizia nem um obrigado para nada. Uma vez minha mãe sofreu um acidente de carro, chegou em casa visivelmente machucada e ela só foi reparar 3 dias depois (e eram hematomas gigantes no pescoço e braços, ou seja, dá pra ver fácil). Mesmo não querendo e evitando demonstrar, minha mãe sofria muito com isso.
Nesse meio tempo, meu avô saiu da prisão e aí foi mais grana da minha mãe pra sustentar ele agora, que mora com a irmã dele, tia da minha mãe, e, de quebra, ainda teve que pagar dívidas absurdas da irmã dela, que nunca paga o que deve, não faz absolutamente nada para os pais e ainda é extremamente grossa e agressiva com a minha mãe. Entre 2007 e 2015, minha tia morou com minha avó e sentava a porrada nela (na época minha avó tinha entre 70 e 78 anos, ou seja, idosa), e mesmo assim é a filha favorita de ambos até hoje.
Pra coroar a treta toda, no final de 2016 meu pai, que mora com a gente, começou a demonstrar uns comportamentos estranhos e só esse ano (por volta de março se não me engano) finalmente um médico o diagnosticou com uma doença cujos sintomas casam com o que ele tem. Ela se chama demência fronto temporal e, se pesquisarem sobre casos, vão ver que a rotina da pessoa e das que convivem com ela mudam muito devido a isso. De quebra também, o gasto mensal aumentou muito, além de tudo, devido a necessidade de médicos, já que nosso plano de saúde que é o único que conseguimos pagar não ajuda em praticamente nada, e, pra coroar, o salário dele e da minha mãe caíram em mais de 50%. Se não fosse o auxílio emergencial e um auxílio que tô recebendo pela faculdade nem sei o que faria, já que também não ganho lá muita coisa pelo trabalho e, como sou autônomo, não tem como contar muito ainda mais nesse período.
Apesar de ser uma pessoa doce, inteligentíssima, tratar todo mundo bem, todo mundo gostar muito dela e admira-la bastante, inclusive eu, sei que ela tenta muito ser uma ótima mãe, mas não é a pessoa mais atenciosa do mundo em relação a mim e minha irmã. Os únicos assuntos que ela conversa comigo são faculdade e trabalho (ela é acadêmica e sonha com meu doutorado, sendo que nem no terceiro período da faculdade tô). Normalmente, como ela tem que carregar o mundo nas costas, ela se preocupa mais em resolver o que dá pra ser resolvido e tapar o que está ruim com uma peneira até não dar mais e aí precisar resolver.
Meu pai era um excelente pai e realmente não é exagero, mas na situação atual não é como se ele conseguisse dar conta das coisas, mesmo qu minimamente, então ela se sente frustrada e sozinha por ter pedido o suporte dela. Ambos se davam muito bem e foi (e é) bem foda pra ela.
Apesar de eu já ter o diagnóstico médico de depressão há pelo menos uns 5 anos, esse período de pandemia piorou tudo e, além disso, tenho tido crises bem ferradas de ansiedade. Não só devido a minha família, mas também porque namoro uma pessoa cuja mãe é (diagnosticadamente) narcisista, que faz a vida dela um inferno e, apesar de termos um relacionamento foda entre nós dois, eu estou sempre preocupado com o que essa mulher possa fazer. Além disso, mesmo quando não rola nada, não consigo dormir bem. Até malhando e tomando remédios (prescritos) tá ficando difícil e sinto que estou a beira de ter um colapso nervoso. Muitas noites me vejo tremendo, sem conseguir respirar, com pensamentos suicidas e completamente exausto, mas sem conseguir dormir. A única coisa que tenho feito fora de casa é levar meu pai pro mercado e na padaria, porque ele gosta de, nas palavras dele, "dar voltinha" no quarteirão, e ir no banco quando preciso resolver algo. Ou seja, se eu já não tinha muita "vida", agora tá pior ainda.
A questão é que essa parada de, não só minha mãe, mas principalmente ela (que é meio que meu único apoio familiar e na vida além da pessoa que namoro) fazerem tão pouco de mim e do que sou e sinto fica me matando porque não importa quantas vezes eu peça ajuda, ninguém ouve. Tenho muito medo de acabar tendo um colapso nervoso, como já aconteceu antes.
Faço acompanhamento psicológico há uns anos e recentemente (faz uns 3 meses) mudei o atendimento de 1x para 2x por semana, mas o que são só duas (dependendo da semana menos) sessões de terapia para alguém que passa a semana cagado?
E, assim como a pessoa que namoro passa com a mãe dela, ter que lidar com um monte de consequências ruins na vida por causa de coisas merdas que terceiros que pouco tem a ver com a sua (como meus avós, minha tia e minha sogra, por exemplo) e se ver completamente sem perspectiva por causa dos outros é muito ruim.
Não tenho muitos amigos (não que dê pra pedir algum apoio nem que seja pra ouvir como me sinto) e minha família, que já era distante, depois da doença do meu pai simplesmente sumiu.
As vezes sinto que minha mãe quis ter os filhos, mas nunca pensou de fato em como seria cuidar deles, até porque ela nunca teve quem cuidasse dela, então nem faz ideia de como é isso e, de fato, quem era mais ativo no nosso dia a dia, até porque o horário de trabalho dela era menos flexível, era meu pai, então até essa quarentena ela nunca tinha ficado tanto tempo perto da gente e muito menos em casa.
Tenho uma irmã, que é menor de idade, e minha mãe até dá um certo apoio e presença maior a ela por conta disso, mas, no meu caso, é como se eu fosse só uma pessoa que mora de favor aqui. Entendo que muita gente se sente assim depois que faz 18 anos, mas é foda principalmente quando não se tem ninguém para contar, ou ao menos um amigo pra desabafar.
Tenho muita dificuldade em fazer amizades, o que piora tudo, e acho que isso também vem do fato de que, apesar de eu sempre ter sido uma pessoa introvertida e mesmo assim conseguisse fazer uma ou outra amizade, os últimos tempos pra cá, por estar sempre ansioso, preocupado e correndo pra lidar com a minha família, seja porque meu pai não pode ficar sozinho em casa, ou porque trabalho, ou porque deu uma merda nova na vida da minha mãe e ela tem que resolver em cima da hora ou porque minha irmã tomou remédios demais e foi parar na UTI (sim. Já rolou algumas vezes, já que ela também é depressiva).
Para botar a cerejinha no bolo, sou homem trans e comecei com os hormônios há cerca de um ano, logo minha cara tá bem diferente e minha mãe não lida bem com isso, então, querendo ou não, isso também afastou mais a gente. Nas palavras dela quando contei: "eu já tenho um monte de problema pra resolver e você me aparece com mais isso?"
Penso muito em sair de casa, pouco antes da pandemia tava começando a tirar isso do papel, mas sempre que comentava sobre a ideia, como algo hipotético, todo mundo aqui falava que agora não dava, porque eu tinha que ajudar a cuidar do meu pai, e, com a pandemia, desanimei de vez (e o dinheiro todo acabou, pois era isso ou mais dívidas.)
Percebo sim que minha mãe tem uma preferência pela minha irmã, pois, por ela gostar mais de estudar que eu, principalmente coisas tidas como "normais" (normal eu digo coisas que compreendem as áreas de exatas, humanas, línguas e biológicas. Claro que nada é tão simples assim, mas eu faço faculdade de música então forçando a barra acho que deu pra entender a comparação), se for pra escolher quem vai cuidar da casa e do meu pai e quem vai estudar acho que já temos uma resposta. Além disso, a personalidade de ambas é bem parecida.
Realmente não sei o que fazer. Não sei se alguém vai ler até o fim, digitei tudo de uma vez. Só queria me sentir capaz de ter a minha própria vida, não só financeiramente, mas sem situações que bloqueassem completamente qualquer coisa que eu tentasse e automaticamente fizessem com que eu me sentisse cada vez mais sufocado nessa bola de neve gigante.
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2020.08.21 22:15 angry_shoebill A Estrela - Arthur C. Clarke

A Estrela (Arthur Charles Clarke)
Estamos a 3.000 anos-luz do Vaticano. Um dia, acreditei que o espaço não tinha poderes sobre a fé, assim como acreditava que os céus proclamariam a glória da obra de Deus. Agora, já vi essa obra e minha fé se encontra seriamente abalada. Olho para o crucifixo, suspenso na parede da cabine, acima do computador Mark VI, e pela primeira vez em minha vida me pergunto se não será um símbolo vazio.
Ainda não contei a ninguém, mas a verdade não pode ser escondida. Os fatos estão lá para todos lerem, registrados em quilômetros sem conta de fita magnética e nos milhares de fotografias que transportamos de volta à Terra. Outros cientistas poderão interpretá-las tão facilmente quanto eu, e não serei eu quem vai compactuar em ocultar a verdade, fato quase sempre responsável pela má fama da nossa ordem nos velhos dias.
A tripulação já se encontra suficientemente deprimida e não sei como eles aceitarão esta ironia final. Poucos dentre eles possuem qualquer tipo de fé religiosa e, no entanto, não encontrarão prazer em usar essa arma final em sua campanha contra mim. Aquela guerrinha particular, bem-humorada, mas de fundamental importância, que transcorreu durante todo o caminho desde a Terra. Eles achavam divertido ter um jesuíta como astrofísico-chefe: o Dr. Chandler, por exemplo, nunca se acostumou com isso (por que será que os médicos são tão ateus?). Algumas vezes ele me encontrava no convés de observação, onde as luzes eram sempre reduzidas, de modo a que as estrelas pudessem brilhar em toda a sua glória. Ficava ao meu lado na penumbra, olhando através da grande janela oval para os céus que se moviam lentamente à nossa volta, enquanto a nave girava, com a rotação residual, que nunca nos incomodaríamos em corrigir.
– Bem, padre – dizia ele, afinal -, parece prolongar-se para sempre, não? Talvez alguma coisa o tenha criado. Mas como pode acreditar que essa alguma coisa tenha um interesse especial por nós e nosso mundinho miserável, nunca poderei entender.
E a discussão começava enquanto, lá fora, estrelas e nebulosas giravam em seus arcos eternos e silenciosos, além do plástico claro e sem falhas da vigia de observação.
Acredito que, em grande parte, era a aparente incongruência de minha posição que fazia a tripulação achar a coisa tão divertida. Seria inútil eu chamar a atenção para os meus três artigos publicados no jornal de Astrofísica ou os cinco no Noticias Mensais da Real Sociedade Astronômica. Lembrava-lhes que a minha ordem era famosa há muito tempo por seus trabalhos científicos. Nós podemos ser poucos agora, mas desde o século XVIII temos feito contribuições à astronomia e à geografia que parecem fora de proporção com o número de nossos quadros. Será que meu relatório sobre a nebulosa Fênix vai pôr fim a nossos mil anos de história? Porá fim, receio, a muito mais que isso.
Não sei quem deu esse nome à nebulosa, que me parece muito inadequado. Se contém alguma profecia, é coisa que não será verificada durante vários bilhões de anos. Mesmo a palavra nebulosa é um engano: trata-se de um objeto muito menor do que aquelas estupendas nuvens de poeira – a matéria-prima das estrelas ainda por nascer – que se espalham ao longo da Via-Láctea. Na escala cósmica, de fato, a nebulosa Fênix é algo pequeno – uma tênue concha de gás envolvendo uma única estrela…
Ou o que sobrou de uma estrela …
O retrato de Loyola feito por Rubens parece zombar de mim, suspenso ali, acima dos registros do espectrofotômetro. O que tu terias feito, padre, com este conhecimento que veio às minhas mãos, tão longe do pequeno mundo que foi todo o universo que conheceste? Teria tua fé se erguido ante o desafio onde a minha falhou? Teu olhar se perde na distância, padre, mas eu viajei por uma distância além de qualquer uma que pudeste ter imaginado ao fundar a nossa ordem, há mil anos. Nenhuma outra nave de pesquisa esteve tão longe da Terra. Encontramo-nos nas fronteiras do universo explorado. Partimos para encontrar a nebulosa Fênix, tivemos sucesso e agora voltamos com o peso de nossos conhecimentos. Quisera eu poder erguer esse peso dos meus ombros, mas é em vão que te chamo através dos séculos e anos-luz que nos separam.
No livro que seguras, as palavras são nítidas:
AD MAIOREM DEI GLORIAM, diz a mensagem, mas é uma mensagem em que não mais posso crer. Poderias ainda acreditar nela se pudesses ver o que encontramos?
Nós sabíamos, é claro, o que era a nebulosa Fênix. Apenas em nossa galáxia, a cada ano, mais de 100 estrelas explodem, queimando durante algumas horas ou dias com milhares de vezes o seu brilho normal antes de mergulharem na morte e na obscuridade. Essas são as novas normais, desastres comuns no universo. Já gravei espectrogramas e curvas de luminosidade de dúzias delas, desde que comecei a trabalhar no observatório lunar.
Mas três ou quatro vezes a cada mil anos ocorre alguma coisa, ao lado da qual até mesmo uma nova empalidece na total insignificância.
Quando uma estrela se torna supernova, ela pode brilhar brevemente mais que todos os sóis reunidos na galáxia. Os astrônomos chineses observaram isso acontecer no ano 1054 d.C. sem conhecerem a razão do que viam. Cinco séculos depois, em 1572, uma super-‘ nova explodiu na constelação de Cassiopéia, tão brilhante que podia ser vista à luz do dia. E houve mais três durante os mil anos que se passaram desde.então.
Nossa missão era visitar o remanescente de semelhante catástrofe, tentando reconstruir os eventos que haviam conduzido a ela para, se possível, aprender sua causa. Entramos lentamente através das conchas concêntricas de gás que haviam sido lançadas para fora há seis mil anos e ainda se expandiam. Ainda estavam imensamente quentes, irradiando mesmo agora numa violenta luz violeta, mas eram demasiado tênues para nos causar qualquer dano. Quando uma estrela explode, suas camadas externas são impulsionadas para fora com tamanha velocidade que escapam completamente ao seu campo gravitacional.
Agora formavam essa concha oca, grande o suficiente para envolver mil sistemas solares. Em seu centro queimava o objeto pequeno e fantástico em que a estrela se tornara. Uma anã branca, menor do que a Terra e no entanto pesando um milhão de vezes mais.
As conchas de gás luminoso nos envolviam banindo a noite normal do espaço ínterestelar. Voávamos para o centro de uma bomba cósmica que detonara há milênios, e cujos fragmentos incandescentes ainda se expandiam. A imensa escala da explosão e o fato de que os resíduos já cobriam um volume de espaço com muitos bilhões de quilômetros de diâmetro roubavam à cena qualquer movimento visível. Levaria décadas para que a visão pudesse discernir qualquer movimento nesses tortuosos filamentos e redemoinhos de gás. E, no entanto, o sentimento de uma expansão turbulenta era irresistível.
Havíamos verificado nossa direção básica horas atrás e agora flutuávamos lentamente rumo à pequenina e fogosa estrela à nossa frente. Ela já fora um sol como o nosso, mas consumira em algumas horas toda a energia que a teria mantido brilhando por um milhão de anos. Agora se tornara avarenta e encolhida, reunindo seus recursos como se tentasse compensar os excessos de uma juventude perdulária.
Ninguém esperava seriamente que pudéssemos encontrar planetas. Se houvesse existido algum antes da explosão, teria sido cozido em sopros de vapor e sua substância dissolvida em meio aos resíduos da estrela. Ainda assim fizemos a busca automática, como sempre fazemos ao nos aproximarmos de um sol desconhecido. Dentro em pouco localizamos um mundo pequeno, circundando a estrela a imensa distância. Ele devia ter sido o Plutão desse desaparecido sistema solar, orbitando nas fronteiras da noite. Demasiado afastado do sol central para jamais ter conhecido a vida, sua distância salvara-o do destino que consumira todos os seus companheiros.
A passagem do fogo queimara suas rochas, dissolvendo o manto de gás congelado que devia cobri-lo nos dias anteriores ao desastre. Nós pousamos e descobrimos a Cripta.
Seus construtores se haviam assegurado de que isso ocorreria. O marco monolítico erguido acima da entrada não passava agora de um toco fundido, mas mesmo nossas fotos de longa distância já nos revelavam existir ali o trabalho de uma inteligência. Pouco depois detectamos o padrão de radioatividade, amplo como um continente, que fora embutido na rocha. Mesmo que o pilar acima da Cripta tivesse sido destruído, essa energia teria permanecido, um eterno e irremovível farol acenando para as estrelas. Nossa nave mergulhou como uma flecha em direção a esse gigantesco alvo.
O pilar devia ter uma altura de I,5 km quando foi construído. Agora parecia uma vela que se derretera até formar um monte de cera. Levamos uma semana para perfurar a rocha fundida, já que não tínhamos ferramentas adequadas para essa tarefa. Éramos astrônomos, não arqueólogos, mas podíamos improvisar. Nosso propósito original fora esquecido: esse monumento solitário, erguido com tamanho esforço à maior distância possível do sol condenado, só poderia ter um significado. Uma civilização que tinha consciência de seu fim próximo fizera ali seu último apelo à imortalidade.
Examinar todos os tesouros depositados na Cripta será trabalho para gerações. Eles tiveram muito tempo para se preparar, já que seu sol deve ter dado os primeiros avisos muitos anos antes da detonação final. Tudo o que desejavam preservar, todos os frutos de seu gênio, eles depositaram ali, naquele mundo distante, dias antes do fim, na esperança de que alguma outra raça os encontrasse, para que não fossem inteiramente esquecidos. Teríamos nos portado desse modo? Ou teríamos nos perdido em nossa própria autocomiseração, incapazes de pensar num futuro que nunca poderíamos ver ou compartilhar?
Se ao menos eles tivessem tido um pouco mais de tempo … Podiam viajar livremente entre os planetas de seu próprio sol, mas ainda não haviam aprendido a cruzar os golfos interestelares, e o sistema solar mais próximo encontrava-se a 100 anos-luz de distância. Mas mesmo que possuíssem o segredo do impulso transfinito, não mais que uns poucos milhões poderiam ter sido salvos. Talvez tenha sido melhor assim.
Mesmo que eles não fossem tão perturbadoramente humanos, como revelam suas esculturas, não poderíamos deixar de admirá-los e lamentar seu destino. Eles deixaram milhares de registros visuais, juntamente com minuciosas máquinas para projetá-los. Havia instruções ‘pictóricas, de modo que não fosse difícil aprender a sua linguagem escrita. Temos examinado muitas dessas gravações, trazendo de volta à vida, pela primeira vez em seis mil anos, todo o calor e a beleza de uma civilização que, em muitos aspectos, deve ter sido bem superior à nossa. Talvez eles tenham deixado apenas seu lado melhor, mas ninguém poderá condená-los por isso. Seus mundos, contudo, eram adoráveis e suas cidades, erguidas com uma graça que iguala qualquer coisa já feita pelo homem. Nós os observamos no trabalho e nas diversões, ouvimos sua linguagem musical soando através dos séculos. E uma cena permanece ante meus olhos. Um grupo de crianças numa praia de estranha areia azul, brincando nas ondas como as crianças brincam na Terra. Há uma fileira de árvores exóticas, que lembram chicotes, ao longo da praia, e algum animal muito grande aparece, atravessando os baixios, sem atrair atenção.
Mergulhando no mar, ainda cálido e generoso, vemos o sol que logo se tornaria traidor, apagando toda essa felicidade inocente.
Talvez se não estivéssemos tão longe de casa, e portanto tão vulneráveis à solidão, não ficássemos tão profundamente comovidos. Muitos de nós já observaram as ruínas de antigas civilizações em outros mundos, mas elas nunca nos afetaram tão profundamente. Essa tragédia era única. Uma coisa é uma raça falhar e morrer, como nações e culturas já o fizeram na Terra. Mas ser destruída tão completamente, em pleno ápice de seu desenvolvimento, sem deixar qualquer sobrevivente – como tal coisa poderia conciliar-se com a misericórdia divina?
Meus colegas já perguntaram isso e eu dei as respostas que pude. Talvez tivesses feito melhor, padre Loyola, mas nada encontrei no Exercitia Spiritualia que me ajudasse nessa tarefa. Eles não eram gente má: não sei que deuses adoravam, se é que adoravam algum. Mas tenho olhado para eles através do abismo dos séculos e vi a beleza que preservaram em seu último esforço sendo de novo trazida à luz de seu sol encolhido. Eles poderiam ter-nos ensinado tanto. Por que foram destruídos?
Conheço as respostas que meus colegas darão quando estiverem de volta à Terra. Dirão que o universo não possui propósito ou plano, e que de vez que 100 sóis explodem, a cada ano, em nossa galáxia, neste exato momento alguma raça está morrendo nas profundezas do espaço. Se essa raça fez o bem ou o mal durante sua existência, não faz qualquer diferença no final. Não há justiça divina porque não existe Deus.
É claro que o que vimos não prova nada disso. Qualquer um que assim afirme está sendo influenciado pela emoção, não pela lógica. Deus não necessita justificar suas ações perante o Homem. Ele, que construiu o universo, pode destruí-lo quando quiser. Constitui arrogância – perigosamente próxima da blasfêmia – pensar que podemos dizer o que Ele pode ou não fazer.
Isso eu teria aceito, não importando quão dolorosa fosse a perspectiva de mundos inteiros, juntamente com seus povos, sendo lançados em fornalhas. Mas chega um ponto em que até mesmo a mais profunda fé pode vacilar, e agora, quando olho para os cálculos colocados diante de mim, percebo que afinal cheguei a esse ponto.
Não podíamos dizer, antes de alcançar a nebulosa, há quanto tempo ocorrera a explosão. Agora, partindo da evidência astronômica e dos registros nas rochas daquele único planeta sobrevivente, fui capaz de datá-la com precisão. E sei em que ano a luz desse incêndio colossal chegou à Terra. Sei o quanto essa supernova, cujo cadáver agora se apaga atrás de nossa nave em aceleração, deve ter brilhado nos céus da Terra. Sei como deve ter fulgurado, baixa sobre o horizonte do leste, antes do nascer do Sol, como um farol na alvorada oriental.
Não pode haver mais dúvida. O mistério ancestral foi finalmente solucionado. E no entanto, ó Deus!, havia tantas estrelas que poderias ter usado. Qual a necessidade de lançar essas pessoas ao fogo para que o símbolo de sua morte pudesse brilhar acima de Belém?
Traduzido por Carlos Cardoso
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2020.08.14 10:08 Gustahduarte the history of my life

Bom neste texto irei contar um pouco da minha historia, e gostaria que dissessem aí nos comentários o que vocês acharam e se querem uma continuação comentem aí ok, então... acomodados ? vamos lá. tudo começa quando eu nasci "obvio" logo quando nasci meu pai foi preso e minha mãe bom ela não tinha interesses em me criar e acabou me abandonando, literalmente no portão da minha vó, que a principio não queria me pegar porém por insistência do meu avó, acabaram ficando comigo. no inicio era só eu meu avô e minha avó, com meu pai preso e minha mãe tendo me abandonado foi meio complicado para mim entender a situação, conforme fui crescendo não entendia o por que de meus pais nunca irem no meu aniversario, ou nunca aparecerem para cuidar de mim, e basicamente fui me virando sozinho já que meu vó trabalhava na rua e minha vó ajudava. então não tinha ninguém para cuidar de mim, então desde de cedo tive que aprender a cozinhar, lavar, passar e aprender que ninguém ficaria feliz quando me visse. a minha família por parte de pai no inicio foi compreensiva, porém pelo fato de ele ter sido preso logo não quiseram mais saber de nada que me envolvia, meus tios e tias não me viam mais, minha biza avó não se importava comigo, eu era excluído das festas de família ou qualquer outro tipo de reunião. então como podem ver estava sozinho sem ninguém basicamente todos os dias me perguntava quando veria meu pai ou minha mãe, até que minha vó me disse que eu nunca veria minha mãe por que ela me deixou, fiquei super chateado pois eles diziam que ela estava longe viajando e que voltaria, quando ela disse isso não acreditei, simplesmente chorei, não tinha emocional para aquilo na época, então tive que aceitar que fui abandonado pela pessoa que deveria me amar, cuidar de mim, me proteger e me ensinar a viver. sobre o meu pai já sabia da sua situação, a partir dos meus seis anos de idade comecei a visitar ele na cadeia, e por um tempo isso foi bom, pelo menos ver ele e era incrível, até que quando fiz oito anos ele saiu da cadeia e fiquei super empolgado, pois ele dizia que quando saísse nós íamos ser muito felizes, porém ele estava diferente, frio e cruel e tentava me colocar contra meus avós, usava diversas drogas na minha frente, e até mesmo me deixava sozinho em casa tarde da noite "eu morria de medo" e quando ele chegava bêbado "descontava' em mim se é que vocês me entendem, e por um tempo foi assim. até que minha avó viu ele usando drogas na minha frente e expulsou ele daqui, ele foi embora. e depois fiquei sabendo que ele avia criado uma família, em outra cidade, com outra mulher e se tornou alguém melhor, e isso me fazia pensar "será que sou eu ?" eu cresci me culpando por minha mãe ter me largado, por meu pai não querer ficar perto de mim, por eu não ter nenhum amigo. pois nenhum pai deixava seus filhos brincarem comigo, por já saberem da vida do meu pai, e que ele já avia roubado até casas aqui na vizinhança e etc... e quando o problema não era os pais as crianças por si só me achavam estranho e faziam bulling comigo, meu único amigo era meu avô, isso quando eu conseguia ver ele, pois ele era muito ocupado. porém nunca me deixou faltar nada, sempre comprava tudo do bom e do melhor para mim, porém ele e minha avó não entendiam que o que eu mais queria dinheiro nenhum poderia me dar, o tempo foi se passando e meu vó conseguiu construir um bar que ele tanto sonhava, ao lado de nossa casa, assim ficando mais próximo de mim. nessa época ainda sofria bulling, e já avia me dado conta de que estava com depressão e ansiedade, fui levado a vários médicos para tentar me "ajudar" porém só receitavam remédios, que na maioria das vezes eu não tomava, pois tinha medo de ficar viciado e depender disso, então tentava me alegrar sozinho. e assim foi indo a minha vida sofrendo bulling, com problemas familiares, com depressão e ansiedade, e sem nenhum amigo. ainda me culpava muito pelo assunto dos meus pais, mesmo muitos dizendo que não era minha culpa, mais não importava o quanto gritassem isso para mim eu nunca entendia e sendo sincero até hoje não entendo, pois continuo com todos esses problemas que citei para vocês que aconteceram a anos atrás. Bom ainda tem muito para contar, porém isso fica para uma outra hora, se vocês quiserem, é claro, obrigado por tirarem esse tempinho para ler esse post gigante kkk e é isso tmj <3
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2020.08.09 17:29 Mediocre-Battle-5642 Eu só queria ir ao médico

Há quase três dias estou com sintomas de úlcera - já tenho gastrite -, mas todos insistem em me fazer acreditar que é covid, sendo que não tenho nenhum sintoma respiratório, nem mesmo tosse. Onde eu moro, não existem hospitais particulares, somente na cidade vizinha. Logo, fui no público ontem para pelo menos tentar. O médico olhou para minha cara durante 1min, passou soro, alguns remédios na veia junto ao soro e me deu uma receita recomendando um remédio para dores. Hoje, acordei pior. Sinto fraqueza no corpo e sintomas característicos de úlcera/gastrite persistem: fezes pretas - que indicam sangramento interno, nesse caso -, falta de apetite, e vômitos, anteriormente. Os únicos hospitais particulares da região ficam na cidade vizinha, mas hoje eles não atendem, somente a partir de amanhã. Eu só queria ir ao médico, só queria que ele tentasse descobrir o que eu tenho e prescrevesse um tratamento com base nisso, não em uma opinião arbitrária. Mesmo as pessoas daqui se veem como médicos, aptos a receitar todo tipo de coisa pra mim, desde chás até remédios. Eu estou cansado. Me sinto triste e a única coisa na qual consigo pensar agora é nas coisas que não fiz enquanto estava saudável, das vezes que não fui brincar com meus amigos, me divertir na infância e adolescência. E também não gosto de incomodar as pessoas com meus problemas, mas precisava falar sobre com alguém. Me perdoem se o post soou nojento ou algo assim.
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2020.08.04 22:42 Mr_Libertarian Meia entrada, inteira estupidez, nenhuma vergonha

Por: Paulo Kogos
A legislação concernente ao “direito à meia-entrada” engloba uma quantidade desanimadora de projetos de lei, de medidas provisórias e de decretos-lei — um verdadeiro emaranhado jurídico. Trata de temas como emissão de carteiras estudantis, qualificação jurídica de estudante, definição dos tipos de estabelecimento e eventos que serão enquadrados. É a prova de que o estado, ao interferir nas trocas voluntárias das pessoas, gera erros que antes não existiam. Potencializa falhas que os legisladores insistem em remendar com leis adicionais, as quais geram novas falhas, sendo que bastava apenas revogar as anteriores. Defendo aqui a revogação da lei da meia-entrada.
Deparei-me com diversos sites de movimentos estudantis, e nele estão resumidos os sentimentos bárbaros que permeiam a mentalidade daqueles que aprovam essa determinação.
O primeiro argumento é o de que a meia-entrada é lei, como se algumas das maiores atrocidades da História não houvessem sido cometidas em nome das leis impostas pelos estados. Elas violam os direitos naturais dos indivíduos. Trata-se de legislação criminosa. É impossível concluir que há o dever de cumpri-la por meio de um argumento legal positivista. Ao contrário: há um dever moral de descumpri-la. Conforme lembra Thomas Jefferson, quando a injustiça se torna lei, a resistência se torna um dever. Uma solução bonita já praticada em alguns eventos é estender a meia-entrada a todos, afinal não há legislação que impeça isso. Basta dizer que o preço base é o dobro do preço praticado e não há nada que os legisladores possam fazer a respeito.
Outro bordão repetido constantemente é: “meia-entrada: um direito do estudante brasileiro”. Falácia. O estudante não possui direito à meia-entrada. Aliás, ele sequer possui o direito de entrar em um cinema ou teatro. Uma casa de espetáculos é propriedade privada do seu dono, assim como uma residência, plantação ou consultório médico. O uso econômico que o proprietário faz de seu imóvel não altera sua natureza privada e ele deve poder decidir quem nele entra. Ninguém tem o direito de entrar na residência de uma pessoa, e o mesmo vale para um cinema.
É possível, contudo, que o proprietário de um estabelecimento, ao buscar o lucro, firme um contrato com um indivíduo, permitindo que ele adentre o local mediante um pagamento. O dono do local tem o direito de exigir a quantia que quiser, e o consumidor decide se aceita ou não a oferta. O preço justo é aquele que resulta de um acordo voluntário entre as partes. Obrigar o empreendedor a adotar uma determinada política de preços é um ato de agressão. É uma violação do seu direito à propriedade privada, um direito negativo que impõe aos agentes externos a obrigatoriedade de não violá-lo. Direitos positivos tais como “direito à meia-entrada” impõe a terceiros uma obrigação de supri-los, conflitando com o direito negativo à propriedade. A lei deve proteger os direitos negativos apenas. Conforme nos explica Frédéric Bastiát em A Lei, um uso alternativo da legislação terá efeitos indesejáveis:
Quando a lei e a força mantém um homem dentro dos limites da justiça, elas o impõe nada mais que uma mera negação. Apenas o obrigam a se abster de causar dano. (…) Mas quando a lei, por intermédio de seu agente necessário – a força – impõe uma forma de trabalho, um método ou matéria de ensino, uma crença, uma adoração, ela não é mais negativa, ela age positivamente sobre os homens (…) Eles não mais terão necessidade de consultar, comparar ou prever; a lei faz tudo por eles. O intelecto se torna um fardo inútil; eles deixam de ser homens; eles perdem sua personalidade, sua liberdade, sua propriedade.
Há um órgão chamado Delegacia da Meia-Entrada, da UJE (União dos Jovens e Estudantes), cuja função é incitar estudantes a denunciar os estabelecimentos culturais e esportivos que não se adequarem à legislação da meia- entrada. Uma sirene de polícia serve como vinheta para o vídeo institucional do órgão. O empreendedor é visto como um inimigo em potencial, senão como um criminoso, sendo que tudo o que ele faz é sacrificar seu tempo e arriscar seu capital para fornecer serviços de entretenimento e cultura ao consumidor, visando o lucro. No auge da opressão socialista na Alemanha Oriental, um em cada seis adultos era informante do governo. A atitude dos movimentos estudantis lembra a dos informantes da Stasi, a polícia secreta da República Democrática Alemã.
Thomas Sowell certa vez disse que “A primeira lei da economia é a escassez. A primeira lei da política é ignorar a primeira lei da economia”.
A constatação de Sowell é clara no que diz respeito à Lei da Meia Entrada. Cinemas, teatros e shows são escassos. Qualquer intervenção estatal nos preços do setor gerará distorções que prejudicarão produtores e consumidores dos serviços de entretenimento.
Podemos deduzir da praxeologia que as empresas de cinema, teatros e shows estão lucrando menos do que lucrariam na ausência da lei, pois do contrário seus gestores aplicariam suas determinações voluntariamente. Empresários buscam maximizar o lucro de suas empresas. Menor lucratividade em um setor da economia implica necessariamente menor reinvestimento, menor atratividade para potenciais concorrentes e menores salários.
Menor reinvestimento acarreta redução na implantação de novas tecnologias e de métodos gerenciais que aumentariam a qualidade dos serviços prestados ou que reduziriam custos devido ao aumento na eficiência das operações. A menor atratividade reduz a concorrência, que é justamente a força que pressiona as organizações a inovar, abaixar seus preços e melhorar seus serviços. Pequenos empreendedores ficarão de fora do mercado. Hoje algumas poucas empresas controlam a quase totalidade dos cinemas. Salas baratas em bairros de periferia ou cidades do interior enfrentam dificuldades de se manter, sendo que muitas fecharam as portas. Antes desta legislação não só havia salas de cinema mais acessíveis como também era comum que pessoas de baixa renda fossem às mesmas salas frequentadas por pessoas de alta renda. Hoje, o Brasil, único país com lei de meia-entrada, apresenta os ingressos mais caros do mundo. Uma ida ao teatro, por exemplo, requer certo grau de planejamento financeiro.
Os menores salários pagos aos empregados do setor, um efeito que a esquerda estudantil se recusa a comentar, afetam todos os salários da economia. Os assalariados de outra indústria poderiam querer migrar para o ramo de eventos se a remuneração fosse maior, o que forçaria os empregadores a aumentar os salários daquela indústria se quisessem reter a mão-de-obra.
A lei da meia-entrada nada mais é que uma discriminação de preços imposta pelo estado. Essa prática já é adotada voluntariamente por empreendedores em diversos mercados. Casas noturnas costumam cobrar um ingresso menor de mulheres. Uma maior proporção de mulheres aumenta a atratividade da balada e o dono do local aufere maiores lucros ao discriminar preços por gênero. O mesmo acontece com as promoções do tipo “leve 3, pague 2”. Aqui a discriminação é relativa à quantidade comprada. O comerciante percebe uma elevada elasticidade na demanda de parte da sua clientela e lucra com esse tipo de oferta. Alguns estabelecimentos americanos oferecem descontos para veteranos de guerra. O motivo pode ser um apelo de marketing ou o patriotismo do empresário, mas o fato relevante para a economia é que, sendo uma decisão voluntária, é ela que maximiza a utilidade dos agentes envolvidos na troca.
Cabe ao empreendedor decidir se adotará uma estratégia de discriminação de preços, qual será ela, qual será o público-alvo e como ela será implantada. Em um mercado desregulamentado de cinemas, por exemplo, poderia haver cinemas especializados no público infantil, que exibiriam animações e ofereceriam descontos às babás. Outros seriam voltados para pessoas idosas e teriam maior facilidade de acesso. Haveria promoções de dia dos namorados, com filmes românticos o dia inteiro e desconto para os homens. Poderíamos nos deparar com salas especializadas em filmes cult ou mesmo em documentários. Estas seriam as principais candidatas a ter parcerias com escolas e universidades, oferecendo descontos aos estudantes de forma voluntária (e com uma genuína razão de existir).
O modus operandi estatal, porém, engloba todos os indivíduos com uma regulação que mina a iniciativa, a flexibilidade e a imaginação empreendedora. A precisão do cálculo econômico do empreendedor, sua propensão a assumir riscos e a necessidade de inovar são prejudicados, dificultando a existência desses arranjos.
Quando o estado força uma política de discriminação de preços, ele está se apoderando do papel do empresário, mas sem o seu incentivo de alocar recursos eficientemente para auferir lucros, e sem o conhecimento específico do mercado onde ele atua. O burocrata é um ignorante de todos os mercados. A lei da meia-entrada é um ato de planificação econômica que necessariamente terá um efeito predatório sobre a economia.
Engana-se o estudante que acredita estar obtendo alguma vantagem com a meia-entrada. A legislação não pode alterar os custos do produtor. Se o governo obrigá-lo a cobrar meio ingresso de uma pessoa, ele aumentará o preço base do ingresso para minimizar a perda de receita. Todos os outros pagantes arcarão com o custo. No Brasil, quase a totalidade dos ingressos vendidos em cinemas, teatros e shows são meias-entradas, que por isso custam praticamente o dobro do que poderiam custar imediatamente após a revogação dessa lei. O mercado ainda absorveria efeitos benéficos adicionais advindos da desregulamentação, que reduziriam ainda mais os preços.
A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que limita a meia-entrada a 40% dos ingressos vendidos. Segundo os autores do projeto, a imprevisibilidade da demanda por meias-entradas é assim mitigada, permitindo que o empresário reduza os preços da admissão. Embora este argumento seja verdadeiro, o projeto de lei não resolve o problema. A agressão continua existindo, juntamente com todos os efeitos encarecedores do ingresso gerados pela menor lucratividade do setor e pelo ajuste do preço para mitigar a perda de receita.
Haverá ainda outra consequência nefasta. As pessoas correrão para comprar os ingressos com antecedência antes que a cota de 40% acabe. É provável que haja um esgotamento mais rápido de todos os ingressos, o que exigirá do consumidor um maior gasto com informação e planejamento. A corrida também poderá induzir um aumento dos preços, bem como a maior presença de cambistas.
Uma pessoa racional deve enxergar a hipocrisia por trás desta legislação, que diz proteger o idoso e o estudante, mas faz exatamente o contrário. Esta segregação das pessoas em categorias é uma mera abstração, que serve apenas à estratégia do estado de dividir para conquistar. Na prática, todos arcam com os custos do intervencionismo, mais cedo ou mais tarde. Um estudante não será estudante para sempre. Durante a maior parte da sua vida ele não o será, sendo obrigado a pagar um ingresso maior que o de um mercado desimpedido, seja o preço maior inteiro para si próprio ou a metade de um preço maior para os seus filhos.
O idoso pagará metade de um preço maior utilizando a poupança que acumulou ao longo da vida. Esta poupança é menor do que seria sem a lei da meia-entrada, pois ele passará a maior parte da vida pagando o preço maior inteiro. Aritmeticamente a legislação não faz o menor sentido.
Por derradeiro, refuto a ideia de que a lei da meia-entrada incentiva à educação. Tal afirmação é autocontraditória. Consideremos que a sólida ciência econômica e o forte senso de ética e moral fazem parte de um bom processo educativo. Uma legislação baseada em falácias econômicas e que incita à aquisição de vantagens gratuitas mediante agressão é, logicamente, antieducativa.
Mas nem todos saem perdendo. As organizações emissoras da carteirinha de estudante, que terão seu oligopólio assegurado pelo novo projeto de lei, ganharão muito dinheiro. Os políticos e burocratas também se beneficiam com os votos do curral eleitoral estudantil. É este o único objetivo dos legisladores. Se a intenção fosse nobre, bastaria reduzir os impostos, que são responsáveis por quase metade do preço dos ingressos. Os defensores de uma lei de meia-entrada, com ou sem cotas, estão apoiando estes interesses impudicos e indo contra os interesses legítimos dos indivíduos honestos.
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2020.07.28 04:12 assis96 Porque eu acredito que o Esperanto será a língua internacional do futuro

O Esperanto é uma língua artificial criada pelo médico oftamologista Lázaro Luiz Zamenhof e nascida no ano de 1887 pela publicação do livro "Internacia Lingvo". Zamenhof nasceu na cidade de Bialystok, atualmente na Polônia, mais especificamente próximo a fronteira onde hoje se encontra a Bielorrusia, Lituânia e Kaliningrado (território russo). Ele era judeu, seu pai era professor de alemão e francês, em razão do meio social e geográfico, desde pequeno conviveu com várias línguas: iídiche, russo, polonês, alemão, hebraico, francês. Lázaro tinha inclinação e facilidade em aprender línguas, cresceu em um ambiente onde problemas de comunicação, preconceito linguístico e étnico eram uma constante. Nesse contexto, sentiu-se impelido a buscar uma solução para esses conflitos por meio da criação de uma língua nova, neutra, fácil e democrática.
Apesar de eu não ser um falante do Esperanto, nem ter contacto com esperantistas, sei que há inúmeros estudos de conceituados linguistas que apresentam pontos tecnicamente favoráveis ao ensino e difusão do Esperanto como língua viável para ser adotada pela comunidade internacional. Se não fosse assim, ele não seria a língua planejada mais falada do mundo e a ONU nem teria recomendado em 1985 sua difusão entre seus países-membros. Esse artigo não visa apresentar a viabilidade do Esperanto do ponto de vista técnico linguístico, visa sim mostrar a possibilidade real da materialização do sonho esperantista no mundo tendo como base a História, a evolução da cultura ética-moral dos povos e a revelação espírita.
Antes de avançarmos na argumentação é preciso ter em conta que estou escrevendo em português, em uma rede social relativamente popular no mundo ocidental e em um canal de comunicação onde o inglês é dominante. Bem provável, os leitores desse artigo podem ser caracterizados como pessoas esquisitas (em inglês WEIRD, sigla em referência a pessoas western, educated, industrialized, rich and democratic) que não retratam a ampla realidade social do mundo. Inevitavelmente sou ocidental, tenho acesso a educação superior, estou integrado em uma sociedade industrializada e nativo brasileiro, apesar dos pesares, um país rico e ainda democrático. A verdade é que não conhecemos de fato o mundo todo, o que a gente pensa que sabe do mundo é muito pouco e extremamente deturpado do que realmente é o nosso planeta. Por mais que tenhamos acesso a internet e programas que falem como é a vida dos outros povos e países, não podemos dizer que sabemos com propriedade como é a vida e cultura dos outros povos e países. O mundo é bem mais complexo e diverso do que a gente imagina, são inúmeras religiões, tradições, línguas, climas, histórias, economias, políticas, filosofias, etc. Queremos refletir sobre uma língua que se aplique no mundo como um todo e não apenas no lado ocidental, para pessoas WEIRD.
Agora posso começar a explicar "Porque eu acredito que o Esperanto será a língua internacional do futuro". Primeiro, vamos nos basear na História, hoje a língua internacional é o inglês, mas em outras épocas poderíamos considerar o latim e o grego. O paradigma materialista econômico aceito pela maioria dos homens permite a qualquer país ou nação que se tornar mais influente, mais forte e dominante, submeter as demais nações ao julgo de sua cultura e consequentemente de sua língua. É claro que o mundo nunca antes em sua História esteve tão globalizado e internacionalizado como nos dias de hoje, nesta singularidade dos nossos tempos são as nações de língua inglesa as detentoras de grande poder na política mundial, por isso o inglês está sendo a língua internacional mais forte e em melhor opção para se estabelecer em definitivo como língua global. Todavia, precisamos ampliar nossa visão de tempo e aprender com a História. Não podemos pensar no futuro considerando apenas os últimos 150 anos de glória das nações anglo-saxãs. Por mais que estes últimos 150 anos de nossa história sejam os mais intensos e impactantes no globo como um todo, o futuro ainda está em aberto, rapidamente pode ocorrer uma inusitada mudança de ordem política-econômica-cultural.
Se voltássemos no tempo há 2000 anos e discutíssemos sobre qual seria a língua internacional do futuro, um cidadão do império romano muito provavelmente não diria ser o Inglês. Quem visse o império romano de dois milênios atrás dificilmente poderia imaginar que hoje ele estaria em ruínas. Por que não poderíamos aplicar esse exemplo nos dias de hoje? Todos os impérios que passaram pelo planeta tiveram seu tempo de nascer, crescer, atingir um ápice, declinar e morrer. O império consolidado pelas línguas inglesas seriam uma exceção? Uma língua que se propõe a ser duradoura e "universal" deve se associar ao mundo das ideias primeiro antes do mundo físico. O mundo físico é transitório, efêmero, está em constante mudança. O mundo das ideias é imperecível, você pode matar um homem, mas não consegue matar uma ideia. Foi essa essência ideológica forte que fez o cristianismo se estabelecer hoje a religião com maior número de adeptos no mundo. Eu comparo os esperantistas de hoje como os cristãos do século II, 133 anos depois da morte de Jesus de Nazaré na cruz. No século II, poucas pessoas levavam o cristianismo a sério, ele era uma minoria, a maioria dos homens e nações de fama do século II não apostariam nas imensas proporções e desdobramentos que o cristianismo seria capaz de acarretar no futuro da humanidade. Por que hoje, no segundo século do nascimento do Esperanto poderíamos duvidar do potencial dessa nova ideologia?
Lembramos do cristianismo e agora para ilustrar o problema da evolução ética-moral da cultura dos povos, vamos pensar na cultura Islã. Não podemos pensar no mundo ignorando a cultura do islamismo, os muçulmanos são tão expressivos numericamente quanto os cristãos, há projeções estatísticas que indicam uma ultrapassagem do Islã ao cristianismo em número de adeptos até o fim deste século. O Islã tem preferência pelo idioma árabe, isso em virtude do Alcorão, seu livro sagrado, ter sido revelado pelo profeta Maomé em árabe e também pela beleza sonora de se ouvir a declamação dos textos contidos no Alcorão no idioma original. A cultura dos países de predomínio muçulmano também possui forte influência do idioma árabe. Muito dos valores morais dos países de predomínio do idioma inglês são bem diferentes e até mesmo antagônico aos valores morais da cultura árabe, sem falar dos recorrentes conflitos políticos entre as nações desses dois mundos linguísticos diferentes. Sabendo dessas hostilidades históricas, da expansão de ambas as culturas, como conciliar por parte dos muçulmanos a supremacia internacional do inglês ao árabe ou vice-versa?
A evolução ética-moral da cultura dos povos mostra que século após século o homem avança um pouco mais no desenvolvimento de suas leis, de seus costumes, de seus conhecimentos e culturas. A Declaração do Direito dos Homens é um exemplo, a valorização das mulheres e o combate ao preconceito racista outro exemplo de avanço da mentalidade humana. A evolução do conceito de Justiça é a alavanca ética-moral dos povos e com base nessa ideia o Esperanto ganha força e tem destino promissor. O Esperanto não é apenas uma língua planejada, o Esperanto representa uma filosofia, um modo de pensar, um estilo de vida que tem como objetivo principal não ter supremacia em relação a outras filosofias, línguas e estilos de vida, mas sim colaborar com a fraternidade entre os povos e nações do mundo todo por meio de uma comunicação em língua neutra. Muitos podem dizer que a língua Inglês, ou qualquer outra língua, também busca colaborar com a paz na Terra e fraternidade entre os homens, não duvido dessa intenção, mas há um problema intrínseco nessa boa intenção que fere o conceito de orgulho dos homens e quando o orgulho dos homens é ferido dificilmente há fraternidade. Todos nós temos orgulho, querendo ou não, não gostamos de nos sentir ou pensar que valemos menos do que os outros, na verdade os seres humanos não devem ser vistos como inferiores ou superiores uns aos outros, mas sim como seres únicos, como "fim em si mesmo" nos dizeres do filósofo Kant. Da mesma forma vejo as línguas, elas também expressam os indivíduos e povos, cada língua deve ser vista como um "fim em si mesmo". O Esperanto não fere a dignidade de nenhum povo justamente porque ele não está associado a nenhum povo ou país em específico, o Esperanto é mais despersonalizado, mais neutro do que qualquer outra língua, por isso poderia melhor colaborar com a fraternidade entre os homens.
Por fim, mas não menos importante, ressaltamos o caráter da revelação espírita em aprovação e consonância com a difusão do Esperanto. Sem pretensões, posso dizer que tenho um pouco mais de conhecimento de causa do Espiritismo, afinal nasci e cresci em família espírita e também sou bem integrado ao movimento espírita de minha cidade. Emmanuel, um dos principais espíritos responsáveis pela divulgação do Espiritismo no Brasil, juntamente com o médium Chico Xavier, em várias mensagens reforça o valor do Esperanto e incentiva seu estudo. Não só Emmanuel, mas vários outros espíritos nobres por meio de diversos médiuns respeitáveis dos mais variados lugares do mundo e em vários momentos diferentes desde o nascimento do Esperanto em 1887 são coerentes em acreditar no projeto esperantistas para solução dos problemas de comunicação entre os povos.
O Espiritismo defende a ideia da evolução moral e espiritual do planeta Terra, atualmente viveríamos em período de transição entre duas fases claramente distintas, de maneira geral, estaríamos saindo do estágio de mundo de provas e expiações (onde há predominância do mal sobre o bem) para o estágio de mundo de regeneração (onde o homem teria mais consciência da necessidade de viver a fraternidade). O Espiritismo diz que nesse terceiro milênio a humanidade estaria predestinada a viver a sua regeneração e, para tal período, os espíritos responsáveis pela condução deste processo já teriam definido e legitimado o Esperanto como a língua do estágio de regeneração. Mesmo havendo espíritas encarnados que não levem a sério o Esperanto, muitos inclusive gostariam que houvesse uma retratação por parte das instituições espíritas que defendem a difusão do Esperanto, a contragosto os espíritos desencarnados guias do Espiritismo continuam acreditando e convocando os homens ao ideal esperantistas de fraternidade. Em síntese, esses espíritos superiores dizem que não é conveniente para o período de regeneração da Terra a apropriação de um idioma (inglês, por exemplo) contaminado por impressões deletérias desagregadoras devido o seu uso em ações de domínio cultural, político e econômico. Esses guias da humanidade, mereceriam nossa consideração em razão de possuírem uma visão liberta da transitoriedade do mundo material, mais ampla e nítida da realidade dos fatos, diferente de nós, encarnados, que temos a visão embotada pelos preconceitos.
Enfim, diante do exposto, digo com tranquilidade, com segurança e esperança: O Esperanto será a língua internacional do futuro! Digo isso não porquê sou espírita e os espíritos também acreditarem nisso. Digo isso porquê vejo lógica e razão em acreditar nisso. Quando será esse futuro? Isso não sou capaz de precisar, mas arriscaria dizer que esse futuro seja daqui uns 200 anos, quem sabe? 200 anos na história da humanidade é logo ali.
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2020.07.16 23:52 pajavu Ministério da saúde pede à fiocruz que divulgue cloroquina como tratamento precoce.

é, meus caros, não está fácil.
Ministério da Saúde pede à Fiocruz que divulgue cloroquina como tratamento precoce de Covid-19
Segundo o ministério, uso ocorreria nos primeiros dias dos sintomas e no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). OMS e Opas não recomendam uso do medicamento.
Por Nicolás Satriano, G1 Rio

O Ministério da Saúde enviou um ofício à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, pedindo que a instituição dê ampla divulgação ao tratamento com uso de cloroquina e hidroxicloroquina como medicamentos que podem ser utilizados nos primeiros dias de sintomas de Covid-19.
O ofício, datado de 29 de junho, é assinado pelo secretário de Atenção Especializada à Saúde, Luiz Otavio Franco Duarte.
O uso da cloroquina é alvo de estudos e, apesar das primeiras evidências positivas nos testes in vitro, não há resultados que comprovem a eficácia da droga no tratamento ou na prevenção da Covid-19.
Por outro lado, pesquisas já apontaram que a droga não trouxe benefícios para diferentes perfis de pacientes, sejam os casos leves ou hospitalizados, e ela foi até mesmo associada à piora da situação dos pacientes.
Os médicos alertam para os efeitos colaterais do medicamento, como a arritmia cardíaca. A Organização Mundial da Saúde (OMS) suspendeu os testes com o medicamento.
No documento encaminhado à Fiocruz, Duarte ressaltou ser "essencial tomar e divulgar algumas medidas" em relação ao tema. Uma delas é a "prescrição de cloroquina ou hidroxicloroquina, mediante livre consentimento esclarecido do paciente com diagnóstico clínico de Covid-19".
Tal tratamento, afirmou o secretário, seria realizado de forma "precoce, ou seja, nos primeiros dias dos sintomas, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS)".
Duarte também destacou que a ampla divulgação do método "integra a estratégia do Ministério da Saúde para reduzir o número de casos que cheguem a necessitar de internação hospitalar".
"(...) Solicito a ampla divulgação desse tratamento, considerando que ele integra a estratégia do Ministério da Saúde para reduzir o número de casos que cheguem a necessitar de internação hospitalar para tratamento de síndromes de pior prognóstico, inclusive com suporte ventilatório pulmonar e cuidados intensivos", é dito no documento.
Questionado pelo G1, o Ministério da Saúde informou, em nota, que o ofício "tem caráter administrativo para orientar os institutos e hospitais federais sobre a Nota Técnica divulgada pelo Ministério da Saúde, que trata do enfrentamento precoce da Covid-19".
"Cabe informar que a pasta divulgou novas orientações sobre uso de medicamentos, em que a prescrição permanece a critério do médico, sendo necessária também a vontade declarada do paciente. No caso de pacientes pediátricos ou incapacitados, é necessário o consentimento dos pais ou responsáveis legais", acrescentou a pasta.
Também em nota, a Fiocruz, por meio da presidência da instituição e direções de seus dois institutos federais – Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI) e Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF) –, assim como os demais hospitais federais, confirmou o recebimento do ofício do Ministério da Saúde.
A fundação disse estar "ciente das orientações do Ministério da Saúde sobre o uso "off label" (quando o fármaco é utilizado para uma indicação diferente daquela que foi autorizada pelo órgão regulatório, a Anvisa) da cloroquina e da hidroxicloroquina contra a Covid-19".
E acrescentou que "entende ser de competência dos médicos sua possível prescrição". A Fiocruz esclareceu, ainda, que é responsável no Brasil pelo estudo clínico Solidariedade, que "avalia a eficácia de medicamentos para a Covid 19".
OMS e Opas não recomendam uso
A Organização Mundial da Saúde (OMS), no último dia 10, ao ser questionada sobre as afirmações do presidente Jair Bolsonaro sobre o uso de cloroquina, afirmou que não indica o uso para pacientes infectados com o novo coronavírus.
"A OMS não indica o uso da cloroquina em pacientes de coronavírus porque não conseguimos demonstrar um benefício claro a eles", afirmou diretor de Emergências da OMS, Michael Ryan.
O diretor Marcos Espinal, do Departamento de Doenças Comunicáveis da Opas, que é braço da OMS nas Américas, reforçou em 19 de maio que "não há evidências para recomendar cloroquina e hidroxicloroquina contra a Covid-19".
"Ainda não temos os resultados de testes clínicos que possam sugerir a eficácia desses dois medicamentos. Desde o começo, a Opas produziu uma revisão bastante sistemática. Acabamos de atualizar o documento, e não há evidência de que essas duas drogas sejam eficazes contra a Covid-19", explicou Espinal.

https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2020/07/16/ministerio-da-saude-pede-a-fiocruz-que-divulgue-cloroquina-como-tratamento-precoce-de-covid-19.ghtml
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2020.06.25 00:01 adf14400580 Interdição - laudo do art. 750 não aceito

Protocolei a inicial com um atestado. Juíza mandou "juntar atestado médico atualizado, legível e hábil a comprovar o comprometimento total ou parcial da capacidade de discernimento da requerida para a prática dos atos da vida civil (não basta mera alusão ao CID)"
O atestado apresentado: "(...) feito diagnóstico de doença degenerativa cerebral em 2010, sendo iniciado o tratamento. Vem evoluindo progressivamente com piora da função cognitiva, memória, não possuindo condições de morar sozinha e gerir sua vida, necessitando de acompanhamento 24h. CID XXX" A doença é Alzheimer.
CPC
Art. 749. Incumbe ao autor, na petição inicial, especificar os fatos que demonstram a incapacidade do interditando para administrar seus bens e, se for o caso, para praticar atos da vida civil, bem como o momento em que a incapacidade se revelou.
Art. 750. O requerente deverá juntar laudo médico para fazer prova de suas alegações ou informar a impossibilidade de fazê-lo.
Do CPC comentado da Teressa Arruda Alvim Wambier: "Laudo médico: documento indispensável à propositura da ação de interdição. O autor tem de juntar, à petição inicial, laudo médico que comprove as alegações. Trata-se de documento indispensável à propositura da ação de interdição. Se isso não for possível, terá de declinar as razões dessa impossibilidade. Essa exigência é justificável: a gravidade da ação de interdição impõe que se exija um lastro probatório mínimo para que o processo possa desenvolver-se, com a citação do interditando; é uma espécie de 'justa causa' para a propositura da ação (...) Esse documento é útil, ainda, para lastrear a decisão que porventura desgine curador, nos termos do art. 749, parágrafo único (...)"
Pela data do atestado ele pode estar desatualizado, mas acredito que não seja só isso o problema do utilizado. Tenho outro processo de interdição no qual o atestado é similar, só que quase ilegível. Achei que esse estaria ok.
Como não é possível ver outros processos de interdição no TJSP, alguém pode me ajudar no que seria necessário constar no atestado?
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2020.05.18 17:07 pedceron Parecer Científico da Sociedade Brasileira de Imunologia recomenda fortemente a não-utilização da cloroquina/hidroxicloroquina no tratamento da Covid-19 com as evidências atuais



Na íntegra:
Parecer Científico da Sociedade Brasileira de Imunologia (SBI) sobre a utilização da Cloroquina/Hidroxicloroquina para o tratamento da COVID-19
A COVID-19 é uma infecção causada pelo vírus SARS-CoV-2 que pertence ao subgrupo B do gênero Betacoronavirus da família Coronaviridae. A infecção humana provavelmente foi causada pela transmissão de um vírus circulante em espécies animais, possivelmente morcegos ou pangolins. Entretanto, até o momento ainda não está completamente demonstrado a via de contaminação humana, e a comunidade científica está ativamente estudando como esta zoonose acometeu a espécie humana. O primeiro caso humano relatado ocorreu na província de Wuhan na China em 30 de dezembro de 2019. Devido ao alto grau de transmissão, principalmente por contato entre pessoas, este vírus rapidamente disseminou em todo o mundo, sendo que a Organização Mundial de Saúde (OMS) determinou emergência mundial de saúde em 30 de janeiro de 2020.
A COVID-19 teve seu primeiro caso no Brasil confirmado em 25 de fevereiro de 2020 e desde então o número de casos vem crescendo, sendo motivo de preocupação para as autoridades de saúde pública. A atualização diária do Ministério da Saúde mostra nesse momento, 18 de maio de 2020, que o Brasil está com mais de 240 mil casos comprovados de pessoas infectadas e de 16 mil óbitos registrados, apresentado mais de 10 mil casos diários de novos casos com uma taxa de cerca de 800 óbitos por dia. Estes dados demonstram que o Brasil continua com uma curva crescente de infecção da sua população, caracterizando esta como uma emergência sanitária ainda não controlada. Neste momento, o Brasil é o quarto país em número de casos de COVID-19, e estudos em andamento sugerem que esse número está subestimado.
Os sintomas mais comuns da COVID-19 são febre, tosse e dificuldade respiratória, podendo evoluir para quadros de pneumonia. A evolução da COVID-19 tem um amplo espectro de apresentação clínica desde a infecção assintomática a sinais de uma gripe comum. Uma fração dos pacientes pode evoluir para quadros mais graves, que requerem internação e suporte intensivo, incluindo ventilação mecânica, com uma taxa de letalidade estimada que varia entre 0,7 a 14% dos casos relatados. Deve ser ressaltado que no momento não existe conduta definida de tratamento para os casos mais graves, embora seja consenso que a primeira fase da doença cursa com o início de intensa replicação viral, enquanto os pacientes com evolução para uma segunda fase que envolve uma resposta imune inflamatória desregulada, são os que apresentam quadros pulmonares e respiratórios mais graves, frequentemente associados a fenômenos trombóticos. A doença pode, em alguns indivíduos, evoluir para um comprometimento vascular sistêmico e chegar à falência múltipla de órgãos, apresentando risco elevado de óbito.
Apesar de ser uma doença que foi descrita recentemente, a COVID-19 recebeu atenção especial da comunidade científica mundial que se mobilizou em intensa atividade de pesquisa responsável, em um curto período de tempo, por descobertas sobre o seu agente causador e o ciclo biológico do vírus, as vias de transmissão, os principais mecanismos fisiopatológicos e métodos diagnósticos. Além disso, a avaliação de possíveis novas terapias, assim como o reposicionamento de fármacos, têm sido alvo de intensa investigação científica, sendo uma das principais prioridades da comunidade científica mundial. Entretanto, deve ser ressaltado que até o momento não foi descrita nenhuma terapia efetiva para o tratamento da COVID-19 que tenha bases sólidas com resultados cientificamente comprovados.
Muitas possibilidades de estratégias profiláticas e terapêuticas têm sido investigadas, como a utilização de fármacos antivirais, fármacos que atuam no bloqueio da entrada do vírus na célula alvo, imunoterapias que utilizam anticorpos monoclonais neutralizantes e transferência de plasma hiperimunes de pacientes convalescentes, desenvolvimento de vacinas, dentre outras.
Uma das estratégias terapêuticas que tem sido testada para a COVID-19 está baseada na utilização da cloroquina ou de seu análogo farmacológico hidroxicloroquina. Esses dois fármacos fazem parte de uma classe de medicamentos denominada aminoquinolinas. Esses fármacos têm indicação terapêuticas em algumas doenças, principalmente em malária e doenças reumáticas, como lupus eritomatoso sistêmico e artrite reumatoide. Ambos os fármacos têm descrição de efeitos adversos como retinopatias, hipoglicemia grave, prolongamento QT (que se relaciona com alteração da frequência cardíaca) e toxidade cardíaca, sendo exigido contínuo monitoramento médico dos indivíduos em uso da cloroquina ou hidroxicloroquina.
A escolha desta terapia, ou mesmo a conotação que a COVID-19 é uma doença de fácil tratamento, vem na contramão de toda a experiência mundial e científica com esta pandemia. Este posicionamento não apenas carece de evidência científica, além de ser perigoso, pois tomou um aspecto político inesperado. Nenhum cientista é contra qualquer tipo de tratamento, somos todos a favor de encontrar o melhor tratamento possível, mas sempre com bases em evidências científicas sólidas. Baseado nessas evidências, a Sociedade Brasileira de Imunologia (SBI) analisou os estudos sobre o tratamento com cloroquina e/ou hidroxicloroquina na COVID-19 e traz aqui um resumo das bases científicas que estão disponíveis até o momento.
Em relação à sua utilização na COVID-19, um dos primeiros estudos com proposta terapêutica para essa infecção mostrou que a associação entre hidroxicloroquina e azitromicina levava a uma diminuição da carga viral em pacientes tratados com esses dois fármacos (Gautret et al., 2020). Entretanto, esse estudo apresenta um grupo muito restrito de pacientes, com um total de 36 pacientes avaliados em 3 braços de tratamento, sendo uma amostragem pequena e sem grupo controle para comprovar qualquer resultado definitivo.
Mais recentemente, diferentes estudos com avaliação do uso da cloroquina/hidroxicloroquina em grupos mais abrangentes de pacientes foram publicados. Em um estudo retrospectivo multicêntrico de coorte, foram avaliados 1438 pacientes com confirmação laboratorial de infecção por SARS-CoV-2 admitidos em 25 hospitais (Rosenberg et al., 2020). Nesse estudo foram avaliados 4 braços de tratamento, hidroxicloroquina e azitromicina, hidroxicloroquina, azitromicina e sem uso desses dois fármacos. Inicialmente esse estudo mostrou que os pacientes que receberam hidroxicloroquina e azitromicina apresentaram uma maior incidência de falência cardíaca quando comparado com o grupo sem tratamento (Rosenberg et al., 2020). Além disso, esse estudo também mostrou que não houve nenhuma melhora significativa quanto à mortalidade quando foram avaliados os grupos de pacientes que receberem hidroxicloroquina, azitromicina ou ambos os fármacos em associação em comparação com o grupo sem tratamento (Rosenberg et al., 2020).
Em outro estudo observacional em pacientes hospitalizados com COVID-19 foram avaliados 1376 pacientes (Geleris et al., 2020). Nesse estudo os pacientes foram avaliados quanto a necessidade de intubação orotraqueal e óbito em 2 braços, com ou sem tratamento com hidroxicloroquina. Esse estudo mostrou que a introdução do tratamento com hidroxicloroquina não foi associada com a diminuição ou aumento do risco de intubação ou óbito quando comparado com os pacientes que não receberam esse fármaco (Geleris et al., 2020). Entretanto os autores ressaltam que estudos randomizados são necessários para uma melhor conclusão quanto a eficácia dessa terapia.
Uma das principais críticas em relação aos estudos referidos anteriormente é que muitos dos pacientes avaliados estavam em estado grave quando receberam esses fármacos. Recentemente foram avaliados pacientes com COVID-19 moderada em estudo multicêntrico controlado randomizado (Tang et al., 2020). Nesse estudo foram avaliados 150 pacientes em dois braços, com ou sem tratamento com hidroxicloroquina, mostrando que não houve diferença quanto à evolução dos pacientes que usaram ou não esse fármaco, mas vários efeitos adversos relacionados ao uso de hidroxicloroquina foram relatados nos pacientes em uso desse medicamento (Tang et al., 2020). Corroborando esse estudo, Mercuro e cols. (2020) mostraram, em um estudo de coorte de 90 pacientes com COVID-19, que os indivíduos em uso da hidroxicloroquina tiveram um risco aumentado de apresentar um prolongamento do intervalo QT. Além disso, em estudo randomizado com pacientes graves com COVID-19, a utilização de alta dose de cloroquina como tratamento único ou em associação com azitromicina ou oseltamivir, não foi recomendado devido a segurança farmacológica relacionada com o prolongamento do intervalo QT e letalidade (Borba et al., 2020).
Baseados nas evidências atuais que avaliaram a utilização da hidroxicloroquina para a terapêutica da COVID-19, a Sociedade Brasileira de Imunologia conclui que ainda é precoce a recomendação de uso deste medicamento na COVID-19, visto que diferentes estudos mostram não haver benefícios para os pacientes que utilizaram hidroxicloroquina. Além disto, trata-se de um medicamento com efeitos adversos graves que devem ser levados em consideração. Desta forma, a SBI fortemente recomenda que sejam aguardados os resultados dos estudos randomizados multicêntricos em andamento, incluindo o estudo coordenado pela OMS, para obter uma melhor conclusão quanto à real eficácia da hidroxicloroquina e suas associações para o tratamento da COVID-19. Estudos multicêntricos prospectivos com uma maior abrangência amostral e desenhados de forma randomizada e duplo-cego são necessários para diminuir o viés de interpretação dos resultados obtidos para prover a comunidade científica e médica do suporte necessário para conclusões definitivas sobre a utilização da hidroxicloroquina no tratamento da COVID-19.
Deve ser ressaltado que o investimento na pesquisa de outras possibilidades terapêuticas também deve ser priorizado para que tenhamos um maior número de terapias com potencial efetivo no tratamento da COVID-19. Sendo que até que tenhamos vacinas efetivas e melhores possibilidades terapêuticas comprovadas para o tratamento dessa doença, o isolamento social para conter a disseminação do SARS-CoV-2 ainda é a melhor alternativa nesse momento. Dados colhidos em vários países do mundo mostram que esta é a única medida efetiva para desacelerar as curvas de crescimento dessa infecção.
Finalmente, a SBI se solidariza com as famílias dos entes queridos que são perdidos todos os dias, e compreende a urgência e a ansiedade para se conseguir uma vacina ou tratamento eficaz que freie a terrível escalada de mortes ao redor do mundo. Como uma das sociedades científicas líder no Brasil, à frente das pesquisas sobre COVID-19, subscrevemos o recente editorial de uma das mais importantes revistas médicas no mundo, The Lancet (2020). Reforçamos que o engajamento da sociedade brasileira é fundamental para superar a grande crise sanitária que estamos vivendo e que a condução para as soluções devem ser fundamentadas em bases científicas multidisciplinares sólidas, como uma política de Estado.
Assinam este documento os pesquisadores integrantes do Comitê Científico e Diretoria da Sociedade Brasileira de Imunologia. São eles:

Comitê Científico
João Viola (Presidente)
Alexandra Ivo de Medeiros
Ana Caetano de Faria
Claudia Brodskyn
Cristina Bonorino
Daniel Mansur
Daniel Mucida
Fernando Cunha
Gustavo Menezes
Helder Nakaya
Jean Pierre Peron
João Marques
Jorge Kalil
Manoel Barral Netto
Patricia Bozza
Pedro Vieira
Renata Pereira
Diretoria
Ricardo Gazzinelli (Presidente)
Karina Bortoluci
Cristina Cardoso
Dario Zamboni
José Alves Filho

Bibliografia:
Borba et al. Effect of high vs low doses of chloroquine diphosphate as adjunctive therapy for patients hospitalized with severe acute respiratory syndrome coronavirus 2 (SARS-CoV-2) infection: A randomized clinical trial. JAMA Netw Open. 3:e208857, 2020.
Gautret et al. Hydroxychloroquine and azithromycin as a treatment of COVID-19: results of an open-label non-randomized clinical trial. Int J Antimicrob Agents. 2020 [Epub ahead of print].
Geleris et al. Observational study of hydroxychloroquine in hospitalized patients with Covid-19. N Engl J Med. 2020 [Epub ahead of print].
Mercuro et al. Interval prolongation associated with use of hydroxychloroquine with or without concomitant azithromycin among hospitalized patients testing positive for coronavirus disease 2019 (COVID-19). JAMA Cardiol 2020 [Epub ahead of print].
Rosenberg et al. Association of treatment with hydroxychloroquine or azithromycin with in-hospital mortality in patients with COVID-19 in New York State. JAMA 2020 [Epub ahead of print].
Tang et al. Hydroxychloroquine in patients with mainly mild to moderate coronavirus disease 2019: open label, randomised controlled trial. BMJ 369:m1849, 2020.
The Lancet. COVID-19 in Brazil: “So What”. Lancet 395:1461, 2020.31095-3/attachment/c424a26a-9642-469b-b1f3-431955b25a54/mmc1.pdf)
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2020.05.18 16:43 neropericias Quais profissões estão em alta daqui a 5 anos?

Quais profissões estão em alta daqui a 5 anos?

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Se você está se preparando para o mercado de trabalho, com certeza precisa saber quais profissões estão em alta daqui a 5 anos. Digo isso, pois, com as altas e baixas nas mais diversas áreas, fica difícil escolher uma área para se especializar ou um curso superior, não é mesmo?
Então veja ao longo desse conteúdo quais são as melhores opções para você investir hoje e, certamente, ter mercado garantido daqui cinco anos, vamos lá!

Especialistas em Big Data


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Se especialistas em Big Data são profissionais essenciais nos dias de hoje, saiba que, em cinco anos, esses profissionais serão ainda mais necessários.
Digo isso, pois, é através do cientista de dados (Nome denominado para profissionais que trabalham com Big Data), que as empresas conseguem processar e, é claro, utilizar, o enorme volume de informações despejados todos os dias na internet.
Caso você não saiba, diariamente, são produzidos cerca de 2500 petabytes, isso é, nada menos, que 2,5 quintilhão de bytes por dia.
Se ainda não se impressionou, saiba que 1 quintilhão de dados é equivalente a: 220 bilhões de músicas ou 153 milhões de filmes.
Se você gostou da ideia de analisar grandes fluxos de dados e ajudar empresas a tirarem o melhor proveito das informações, veja abaixo quais são os pré-requisitos para que você consiga atuar na área:

Conhecimento em áreas exatas e tecnológicas

Aqui podemos citar estatísticas, computação e matemática.

Quanto ganha um especialista em big data?

O salário atual desse profissional possui uma grande variação, de: R$ 2 mil reais podendo chegar a R$ 30 mil reais.
O salário acima com certeza sofrerá alguns reajustes e, em cinco anos, será ainda mais atrativo. Se você estava em dúvida de quais as profissões em alta para 2020, esta é uma delas; tanto para 2020 como daqui há cinco anos.

Engenheiro com foco em Agronegócios

Com certeza os setores de agronegócios estarão em alta daqui cinco anos e, dentre as profissões dessa área, se destaca o engenheiro com foco em agronegócios.
Esse profissional é essencial, pois, é através dele que é possível obter os melhores resultados de produção. Para se ter uma ideia, o engenheiro de agronegócios é responsável por:
  • Gestão e análise do solo
  • Controle de pragas
  • Encontrar a melhor solução de adubagem e irrigação
  • Planejamento do plantio
  • Reprodução/alimentação/abate de animais
  • Encontrar soluções ambientais
O salário desse profissional pode variar de acordo com as atribuições e cargo que o mesmo desempenhar no setor agrícola, mas podemos dizer, com certeza, que a média salarial é de R$ 5 mil reais.
Esta é sem dúvida mais uma das profissões em alta 2020 e que continuará em alta para os próximos 5 anos.

Área de TI

Podemos afirmar que a área de TI e todas as suas subdivisões estarão em alta daqui cinco anos, pois, o mundo caminha, cada vez mais, para tecnologia da informação.
Abaixo segue algumas subdivisões da área de TI:

Infraestrutura

Aqui podemos citar analistas de suporte técnico e, é claro, os administradores de redes.

Software

Na área de software temos os programadores e desenvolvedores.

Banco de dados

Aqui estão os especialistas e administradores de banco de dados
Claro que a área de TI possui ainda mais subdivisões, mas, listamos aqui as que, certamente, serão muito buscadas daqui cinco anos.
Devido a falta de um teto salarial nas áreas de TI, não é possível estipular um valor salarial médio, podemos apenas dizer que esse profissional já está em falta no Brasil e, por esse motivo, os salários estão crescendo cada vez mais.

Gestor de Resíduos

Diferentemente da terceira revolução industrial, quando o foco era a evolução e não o meio ambiente, hoje o mundo olha, primeiro, para o meio ambiente e depois para a indústria, o que levou as empresas a adotarem medidas seguras de operação.
Por esse motivo o gestor de resíduos é o profissional ideal para atender tanto, a demanda pública, quanto privada, buscando soluções que não agridam o meio ambiente. Logo abaixo é possível observar um pouco do que esse profissional faz e o que ele representa para a sociedade em geral:
  • Criar estratégias seguras para destinação de rejeitos residenciais e industriais
  • Criar projetos que possibilitem a transformação do lixo em algo útil
  • Criar medias e planos de ação voltados a redução do descarte incorreto
  • Incentivar a utilização de materiais recicláveis
Se você quer ajudar o meio ambiente, então essa é a carreira ideal para você daqui cinco anos. Lembre-se que os cursos superiores desejados são: Ecologia, Ciência ambiental, geologia, engenharia civil, etc.

Profissionais da área da saúde


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A pandemia mostrou, sem dúvida, que a área da saúde é defasado e carece de profissionais em todos os setores, desde o técnico em enfermagem até os cirurgiões, clínicos, especialistas, etc.
Portanto, se você deseja uma vaga garantida no futuro, opte por se especializar em algum curso voltado a saúde, como por exemplo:
  • Enfermagem
  • Medicina
  • Técnico em enfermagem
Claro que a faixa salarial irá depender, exclusivamente, da sua formação e, também, a instituição que você irá trabalhar, portanto, escolha com sabedoria.

Desenvolvedor de Software

Investir em cursos superiores na área de desenvolvimento de software é, sem dúvida, uma maneira de garantir um emprego daqui a cinco anos.
Vale ressaltar que, apesar da grande procura por profissionais que possuem curso superior em alguma área da computação, alguns cursos técnicos também podem abrir as portas para entrar para o mundo do desenvolvimento de software e, com o tempo, continuar se qualificando para o mercado de trabalho.
Abaixo segue o salário de desenvolvedor de software:

Quanto ganha um desenvolvedor de software?

Um desenvolvedor de software ganha, em média, R$ 6 mil reais, podendo chegar a R$ 8 mil reais.
Ressalta-se que o salário estipulado acima é o atual, em cinco anos o mesmo estará reajustado e, sem dúvida, será ainda maior.

Empreendedor digital

O empreendedorismo digital nunca para. Pessoas em todo o mundo já ganham muito dinheiro hoje com esse tipo de atividade que consiste, nada menos, que abrir um negócio totalmente online.
Veja abaixo algumas maneiras de ganhar dinheiro na área do empreendedorismo digital:
  • Vender produtos digitais
  • Prestar serviços terceirizados
  • Trabalhar com criação e desenvolvimento
Essas são apenas algumas dicas, saiba que ainda há outros nichos de mercados que, sem dúvida serão muito lucrativos e, como o mundo caminha para uma era digital, sem dúvida em cinco anos isso irá dar muito dinheiro.

Perito de Assinatura

Outra que faz parte do time das profissões em alta não só para 2020 mas como para os próximos 5 ou 10 anos é de perito de assinatura ou perito grafotécnico. É este o profissional capaz de identificar se uma escrita foi feita por determinada pessoa ou não.
A perícia grafotécnica, que é o trabalho que este profissional executa para poder afirmar com certeza sobre a origem de uma escrita é feita baseada nos elementos genéticos e genéricos que uma pessoa deixa ao fazer a escrita.
A perícia grafotécnica não analisa a forma da escrita como pensam os falsificadores, ela analisa estes elementos que são únicos para cada indivíduo.
O perito grafotécnico é também conhecido como perito de assinatura por ser esta a principal aplicação da técnica: a de identificar se uma assinatura foi feita por uma determinada pessoa ou não.
A profissão está em alta devido a diversos fatores, sendo os principais:
📷excelentes ganhos
📷falta de profissionais
📷possibilidade de exercer a atividade nas horas vagas
📷possibilidade de ter outra atividade em paralelo
📷facilidade para se formar
📷rapidez para se formar
📷baixo investimento para se formar: curso muito barato
Vamos agora explicar melhor cada uma destas vantagens.

Excelentes Ganhos

Este sem dúvida é o principal atrativo desta profissão em alta e certamente o que mais causa curiosidade nas pessoas que ouvem dizer que esta profissão é uma das profissões em alta de 2020. Mas afinal, quanto ganha um perito grafotécnico ?
Antes de mais nada é preciso esclarecer que este profissional não ganha salário, ou seja, não trabalha de acordo com as convenções da CLT.
O perito grafotécnico é um profissional autônomo e seu ganho é por cada perícia grafotécnica que faz.
Apesar de não ter salário fixo, seus ganhos são bem atrativos! Em média em uma perícia em assinatura simples este profissional ganha R$ 2.500,00; se a assinatura for mais complexa este ganho pode chegar a R$ 7.500 por assinatura. Faça as contas e veja quanto dinheiro ganha o perito grafotécnico.
Se ele fizer 2 perícias por semana das mais simplesinhas ele ganha R$ 5.000,00 por semana ou R$ 20.000,00 por mês. E olha que esta é uma meta bem baixa de perícias por semana.
Se o perito dedicar mais tempo à profissão e dobrar esta quantidade semanal de perícias, seus ganhos chegam a R$ 40.000,00 por mês!
Sem dúvida os ganhos de um perito grafotécnico é de fazer inveja!
Continue lendo e veja as outras atratividades da profissão

Falta de profissionais

Você já tinha ouvido falar da profissão de perito grafotécnico ? Se sim, parabéns, você faz parte de um time seleto de pessoas. Saiba que a grande maioria nunca ouviu falar da profissão.
A verdade é que ela não é regulamentada como é a de advogado, engenheiro, médico, etc e, por isso, é muito pouco divulgada.
Para se ter idéia, não existe faculdade de perícia grafotécnica.
Por ser pouco divulgada, poucas pessoas conhecem e, portanto, poucos profissionais existem atuando.
E, por ter poucos profissionais atuando, ela é uma das profissões em alta do momento e, certamente, será daqui há cinco anos.
Retrato disso são os milhares de processos parados há anos na justiça por falta de peritos na área.

Possibilidade de exercer a atividade nas horas vagas

O profissional em grafoscopia, por ser autônomo, não precisa cumprir horário e nem mesmo trabalhar em um local fixo.
Esta profissão pode ser exercida a partir de sua casa mesmo, nas horas vagas, de acordo com sua disponibilidade.
Isto é bom para você ? Então continue lendo que ficará surpreso com os outros benefícios deste profissão em alta.

Possibilidade de ter outra atividade em paralelo

Este é mais um dos benefícios da profissão; como não precisa ir a um determinado local para trabalhar e por não ter que cumprir horário, a profissão pode ser exercida em paralelo com sua atividade atual.
Você tem um emprego de carteira assinada ? Ótimo, então pode continuar trabalhando em seu emprego e atuar como perito grafotécnico nas horas livres.
Hoje em dia muitos buscam uma fonte de renda extra para completar o orçamento doméstico; alguns dão aula de inglês, outros fazem pães e doces, outros costuram, enfim, são muitas as formas que as pessoas conseguem um dinheirinho extra no final do mês.
Mas aposto que nenhuma delas dá rendimentos tão bons quanto a perícia grafotécnica! Apenas uma única perícia no mês é capaz de render muito mais do que um mês de trabalho nestas atividades extras.
Fica a dica!

Facilidade para se formar

Outra grande vantagem desta profissão é a facilidade de se formar em perito grafotécnico. Enquanto as outras profissões com salario alto exigem anos e anos de estudo em um faculdade e depois em uma especialização, a profissão de perito grafotécnico, que é uma profissão que dá excelentes rendimentos, exige apenas que você faça um curso de 22 horas/aulas.
Isso mesmo, você só precisa fazer um curso de 22 horas/aula para começar a ganhar muito dinheiro com esta profissão e, lembrando, que pode ser exercida nas horas vagas e em paralelo com sua atividade atual.
E mais, você só precisa assistir as aulas e assimilar o conhecimento; não é necessário fazer prova para obter o certificado e começar a atuar.

Rapidez para se formar

Como já falamos anteriormente você só precisa de 22 horas de aula para se formar na profissão. Sem dúvida esta é mais uma vantagem!
Estas 22 horas de aula você consegue fazer em 13 dias, aproximadamente!
Em qual outra profissão que te dê ganhos de R$ 20 mil mensais ou mais você consegue se formar em apenas 13 dias ?
Sinceramente, não existe!

Baixo investimento para se formar: curso muito barato

O investimento que você deve fazer para se tornar um perito de sucesso e ganhar muito dinheiro nesta profissão também é outra vantagem dela: é muito, muito baixo perto do retorno que ela proporciona e do valor necessário para se formar em outras profissões.
O investimento total que você precisa fazer com o curso de perito grafotécnico é muito baixo mesmo; ele é menor do que uma única mensalidade de uma faculdade. Se fizer a conta do quanto custa o curso todo de uma faculdade (lembrando que ela exige de 4 a 5 anos) o investimento no curso de perito é irrisório!
Ainda não está convencido de que a profissão de perito grafotécnico é uma das profissões em alta ?
Clique aqui para continuar lendo.
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2020.05.03 21:31 aquele_inconveniente A perda dos ideias democráticos e de liberdade em Portugal com o Covid-19

Introdução
Olá a todos, costumo seguir este fórum mas nunca tinha tirado tempo para criar uma conta e poder colaborar em vez de ser um mero consumidor.
O clima actual em relação ao virus e às respostas dos diferentes governos mundiais à crise, em conjunto com as opiniões tenho visto neste fórum fizeram-me pensar se em Portugal (e no mundo) se valoriza verdadeiramente os ideias de liberdade. Gostava que lessem a minha argumentação e comentassem de forma civilizada, seja qual for a cor partidária ou ideologia do comentador e sem insultos a mim ou a outros comentários. Gostava de pôr a etiqueta "sério" mas não sei como.
Argumento usado pelo governo português (implicitamente)
Este argumento pode ser reescrito genericamente como:
Evitar a morte de muitos é preferível a liberdades individuais. A mata muita gente, B minimiza significativamente A mas restringe liberdades, logo B deve ser efectuado.
Relembro que a gripe mata perto de 3 mil pessoas por ano em Portugal e que doenças respiratórias por bactérias ou vírus chegam a matar perto de 15 mil por ano (ou outro número parecido mas não me lembro ao certo)
Outros cenários em que este argumento foi usado em Portugal
Fazendo uma abstração da situação actual, este tipo de argumento tem sido usado sempre para defender autoritarismos que em teoria reduzam o número de vítimas de um dado fenómeno ( muitas vezes reduzindo efectivamente esse número de vítimas.
Dois exemplos recentes na história portuguesa:
Conclusão
Sei que o paralelo nunca é perfeito mas é fundamentalmente uma forma de pensar semelhante. Segurança e vida humana tendo primazia sobre a liberdade do indivíduo.
Não deixo de pensar que em vários momentos da história existe histeria de massas que leva a que os acontecimentos vão por um caminho que não pode depois ser retraçado e que esse mesmo caminho passa a ser o único com sentido àqueles que o trilham. No caso da guerra em Angola, quando foram divulgadas as imagens do massacre da UPA que matou milhares de negros e brancos no 15 de Março de 1961, o choque fez muitos do que viviam na altura não pensar duas vezes em relação à resposta que foi dada. Da mesma forma que muitos de nós vendo notícias de cadáveres em ringues de patins em gelo em Espanha e médicos a escolher quem vive e quem morre na Itália, e depois da confusão da China em Wuhan, também não hesitamos em pensar que aquilo que tínhamos de fazer era abdicar de liberdades individuais para salvaguardar vidas.
Penso que agir como estamos a agir é um nada contraditório contra aquilo que tanto se apregoa, de que a liberdade é mais importante que a segurança, que não devemos que o medo nos faça entregar os nossos direitos a um Estado, ainda que temporariamente. Uns podem dizer "isto é um tema de saúde, não confundas com organizações políticas", mas no final é de novo o binómio segurança/vidas vs liberdade.
Dito isto, não quero argumentar nem que se argumente contra o acto altruísta de nos fecharmos em casa por vontade própria, para salvaguardar os outros. Simplesmente à imposição desse acto.
Perguntas para debate:
  1. A vida humana é mais importante que liberdade em todas as situações? Ou só quando o agressor dessas vidas é um organismo ao invés de um ser humano?
  2. Será que as decisões que tomamos enquanto sociedade permitirão um pender mais favorável ao autoritarismo em Portugal e quais as suas consequências?
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2020.04.22 17:08 latestagesocialism Hidroxicloroquina no COVID-19 - evidências reais disponíveis no momento

Olá a todos. Sou médico. Apesar de ser psiquiatra e não ter experiência nenhuma com infectologia, tenho alguma experiência com pesquisa científica. Como tenho visto aqui - e verdade seja dita, no mundo todo - muita "abobrinha" sobre o uso dessa medicação no COVID-19, resolvi compilar todos os artigos já publicados em periódicos científicos sobre o assunto, com um pequeno resumo de cada um, pra informação do pessoal do sub. Não vou fazer julgamento nenhum, vou apenas deixar os títulos dos artigos e um resumo. Cada um que julgue se essa evidência é suficiente ou não.
Critérios pra inclusão na lista: (a) já ter sido publicado. Eu sei que tem vários estudos em andamento no mundo inteiro. Aqui no Brasil o pessoal cita muito o da USP/Prevent. O mais importante talvez seja o Trial rolando na Noruega. Todavia, esses estudos ainda não tem resultados publicados e eu não gosto do tal "ouvi falar que... o presidente da empresa disse que..." Eu quero os resultados definitivos, e ponto final. Pra abrir um pouquinho o leque, decidi colocar também estudos já aceitos pra publicação (i.e.: já passaram por peer review e aprovação), mas ainda não publicados no periódico em si, apenas online ou apenas com uma nota prévia de publicação. Do contrário a lista teria apenas os artigos (1) e (3).
(b) Graus de evidência A e B apenas. Isso excluí de imediato cartas e editoriais de "especialistas" que têm sido publicadas aos montes em periódicos e que o povo leigo acha que são evidência definitiva de algo. Exclui também estudos in-vitro, que a rigor não provam nada. Relatos de casos e grupamentos de relatos, que são evidência "ruim", também ficam de fora. Cartinha de médico pra presidente dizendo que tratou 10 milhões de pacientes e curou todo mundo sem nenhuma internação, muito menos. Basicamente, aqui entram apenas ensaios clínicos e coortes, que são o "padrão ouro" pra dizer se um remédio funciona ou não. Não entraram revisões sistemáticas de ensaios por um único motivo: ainda não tem nenhuma.
(c) Que esteja numa dessas três databases: PUBMED (3 artigos), JSTOR (nenhum artigo) e Google Scholar (2 artigos, ambos ainda não oficialmente publicados). Por que essas três? Pois são gratuitas e fáceis de usar. Só isso. Então os artigos aqui provavelmente não serão o todo do conteúdo (de graus A e B) publicado sobre o assunto, mas provavelmente são a maioria.
Ao todo, fui capaz de encontrar 5 artigos que obedecem esses critérios. Aos finalmentes:
(1) A pilot study of hydroxychloroquine in treatment of patients with common coronavirus disease-19 (COVID-19): Estudo piloto, em Chinês, realizado em Wuhan. Isso me permitiu ler apenas o resumo. Foi este estudo que motivou o governo chinês a colocar a HCQ como protocolo no tratamento da doença, apesar de ser apenas um pequeno piloto.
Ensaio randomizado aberto com 30 pacientes, 15 no grupo ativo (recebendo 400mg de H-cloroquina/dia) e 15 no controle. 13 pacientes do grupo controle negativaram da doença, versus 14 do grupo ativo, o que foi considerado estatisticamente relevante. No grupo ativo, o tempo para negativação foi discretamente menor (5 dias vs 7 dias no grupo controle). Ademais, sem diferenças entre os grupos, do qual pessoalmente julgo importante mencionar que não houve diferença do tempo de internação nem do perfil de efeitos colaterais em relação ao tratamento de suporte.
(2) Efficacy of hydroxychloroquine in patients with COVID-19: results of a randomized clinical trial: outro estudo chinês, mas dessa vez publicado em inglês, permitindo leitura do artigo completo.
Primeiro estudo randomizado e duplo cego, com 62 pacientes, 31 no grupo ativo (recebendo 400 mg/dia de HCQ) e 31 no grupo controle, e critérios um pouco mais rígidos de aceitação/exclusão.
Avaliando o tempo de duração da doença pela febre e tosse, houve uma redução de dois dias no quadro. Notam que apenas 4 pacientes evoluíram para doença grave, e todos os 4 estavam no grupo controle. Dois pacientes do grupo ativo tiveram efeitos colaterais leves da medicação, nenhum deles precisou interromper o tratamento.
(3) Hydroxychloroquine and azithromycin as a treatment of COVID-19: results of an open-label non-randomized clinical trial: Estudo francês. Primeiro trial completo.
Ensaio não randomizado e aberto, com 42 pacientes, 26 no grupo ativo (recebendo 600mg h-cloroquina/dia) e 16 no controle, sendo que eles "perderam" (abandonaram tratamento, se sentiram melhor e queriam ir embora, etc...) 10 pacientes ao longo do estudo, restando 36.
Dos 26 ativos, 6 que chegaram com sintomas de pneumonia também receberam azitromicina. A média de idade entre os grupos diferia consideravelmente (51 anos no ativo, 34 no controle). No 6º dia pós inicio do tratamento, 70% dos pacientes do grupo ativo estavam negativados, vs. 12% do grupo controle. Comparando o grupo HCQ+AZT vs HCQ vs controle, as taxas são 100%, 57% e 12% dos pacientes negativados, respectivamente.
É importante relatar que os próprios autores admitem que para uma análise mais precisa seriam necessários ao menos 48 pacientes ao final do estudo, e eles tiveram apenas 36.
(4) Clinical and microbiological effect of a combination of hydroxychloroquine and azithromycin in 80 COVID-19 patients with at least a six-day follow up: A pilot observational study: Estudo piloto, francês, pelo mesmo time do estudo anterior.
Coorte (sem controle), com 80 pacientes, sendo observados clinicamente por pelo menos 6 dias em ambiente hospitalar. Todos eles em terapia combinada de azitromicina (500mg/dia) + HCQ (600mg/dia), sendo que pacientes com NEWS Score >4 receberam também ceftriaxona. Pacientes de toda sorte, mas em geral não tão jovens (média 54, máxima de 88 anos) e com sintomas leves (NEWS Score <4 em 88% dos casos)
Média de internação de 4 dias, sendo alta dada com base em ausência de sintomas e negativação do exame. 65 pacientes tiveram alta e não precisaram manter internação. 12 precisaram de oxigenioterapia. 3 foram transferidos pra UTI, e 1 faleceu antes de ir pra UTI (um homem de 84 anos).
7 pacientes apresentaram sintomas que seriam possíveis efeitos colaterais: náusea, vômitos, diarréia e visão embaçada.
Na discussão os autores julgam que, em comparação a outros estudos de coorte com outras drogas, o resultado foi positivo.
(5) No Evidence of Rapid Antiviral Clearance or Clinical Benefit with the Combination of Hydroxychloroquine and Azithromycin in Patients with Severe COVID-19 Infection: Outro estudo francês, em resposta ao estudo (3).
Coorte (sem controle), nos quais os pesquisadores trataram 11 pacientes, desde o primeiro dia de internação, com HCQ (600 mg/dia) e AZT (500 mg/dia) e colheram as sorologias no 5º e 6º dias de tratamento.
Os resultados foram drasticamente diferentes do estudo (3). 1 paciente morreu, 2 foram transferidos para UTI, mas sobreviveram, e 1 teve que descontinuar o tratamento devido a arritmias. Dos 10 pacientes que chegaram ao 5º dia do tratamento (o que morreu não chegou), apenas 2 tiveram resultados negativados para o COVID-19, em contraste aos 100% do outro estudo.
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2020.04.20 14:23 thayano Resposta ao texto Entendam A briga entre Bolsonaro e Mandetta de Stephen Kanitz:

Bolsonaro vs Mandetta
Texto original completo
Bom pessoal, tentei postar minha resposta nos comentários da publicação original mas por razões desconhecidas aparentemente as pessoas não estavam conseguindo visualizar, O intuito aqui é rebater e comentar alguns pontos do texto que para mim são completamente sem nexo, fique a vontade para discordar ;)
..."O Exército Brasileiro se preocupou com saúde desde o seu início, preocupado que era com seus soldados...
...Por isso epidemias e vacinas foram sempre assuntos discutidos entre os nossos militares, mais do que nossos médicos, haja visto”…
É minimamente razoável pensar que o EB se preocupa mais com vacinas do que a medicina??? Sério?
..."Os médicos do Exército são também os que mais entendem de malária, em São Paulo nenhum médico jamais viu essa doença."...
Isso não é fato é opinião! 98% dos casos de malária são diagnosticados na Amazônia, então qualquer profissional da saúde, não apenas do exército, mas qualquer um que atue nessa região logicamente tem mais experiência no assunto do que outro que trabalhe no sudeste por exemplo. Entretanto, o fato do EB se preocupar com vacinas não classifica seus médicos como os que "mais entendem de malária", até porque medicos do EB que nunca atuaram naquela região também não tem tanta experiência assim no assunto. Por fim, o maior Laboratório de Pesquisa em Malária no país e o Centro de Pesquisa, Diagnóstico e Treinamento em Malária (CPDMAL), os dois do Instituto Oswaldo Cruz e não do exército, ficam no RIO (região sudeste).
..."Mesmo não sendo médico, Bolsonaro teve uma exposição à medicina bem diferente do Mandetta, um ortopedista que praticamente nunca exerceu."...
E que exposição a medicina Bolsonaro teve??? Da onde tirou isso? Aqui o autor tenta dar credibilidade a seu personagem principal fazendo parecer que ele está no mesmo nível intelectual de seu opositor, se faz uma introdução de como o EB se preocupa com a saúde da população e falando dos seus médicos, os "que mais entendem de malária" no país. Isso para que se possa fazer uma ligação na narrativa e com isso dizeinterpretar que Bolsonaro por ser militar e por estar rodiado de militares também entende um pouco do assunto. Tenta também desmoralizar seu adversário ao dizer que mal exerceu sua profissão, o engraçado é que Mandetta foi médico militar, seguindo a logica do autor ele também deveria estar entre os médicos que mais entendem de malária.
..." Mandetta simplesmente descartou, “bobagem”, combateu a hipótese a ser testada desde o seu início."…
Cloroquina é um medicamento antigo, que inclusive já foi testado porém sem sucesso contra o sars-cov, é um medicamento que pode trazer vários problemas a pacientes cardiacos. Nesses dias se falava muito do "estudo" (entre aspas porque aparentemente o médico nunca ouviu falar em método científico) do médico francês falando sobre o seu sucesso do uso da cloroquina no tratamento contra a covid que repercutiu muito, obviamente com rejeição da comunidade científica não foi usado de início por ser algo muito razo. Começaram a surgir mais pesquisa sobre isso por conta da urgência e aparentemente era a única solução levantada até o momento. Mandetta apenas segui a ciência.
..." Não sendo médico, Bolsonaro obviamente cedeu."...
Cedeu? Não comentou mais sobre o assunto em quase toda coletiva de imprensa???
..." Mas começa a perceber que há dois tipos de medicina, a do conhecimento do seu exército, e a do político na área da saúde, que começa a ter sonhos mais altos."...
Dois tipos de medicina, a do conhecimento do seu exército, e a do político na área da saúde (que também fez parte do seu EB) que segundo Bolsonaro foi colocado por ele no cargo por ser alguém técnico e competente, mas pera ae, a competência é valida somente quando se concorda com o presidente?????
..."Bolsonaro é duramente pressionado também pelo Guedes, que o alerta contra um confinamento exagerado, que poderia parar a economia, quebrar milhares de empresas, e empoçar de vez."...
Guedes deu declarações sobre o problema que seria o confinamento a longo prazo disse também semanas depois que pela gravidade da situação ficar em isolamento era a melhor opção que tinhamos até o momento, enquanto Bolsonaro já pregava a volta a normalidade. Vale dizer que nas últimas semanas Guedes e Moro apoiaram a permanência de Mandetta.
..."Entre salvar possivelmente 2.000 idosos em situação crítica, e salvar da fome 40 milhões de possíveis desempregados, Bolsonaro não tem mais dúvidas. É necessário fazer ambos."...
Mas o que pregava levaria o primeiro grupo a ter um recorde de mortes.
..."Bolsonaro passa a ser o único a perceber que o problema não é salvar vidas do coronavírus, mas sim salvar a vida econômica especialmente dos 12 milhões de desempregados, por exemplo."...
"Único a perceber" uhum! Aqui o autor tenta mais uma vez colocá-lo como um verdadeiro Salvador da Pátria!!! Ok, mas eae? Cadê o plano apresentado pelo governo federal com metas e ações que devemos (nós, pessoas e governantes) tomar para a volta a normalidade????? Nada até agora!!!
..."O segundo atrito entre Bolsonaro e Mandetta aparece quando surgem as notícias do Prevent Senior, que anima os médicos do Exército e do próprio Bolsonaro.
Bolsonaro volta à carga, e recebe mais negativas.
“São picaretas”, retruca Mandetta, “não é uma empresa séria”, “são um bando de irresponsáveis”, que o Ministro repetiu deselegantemente numa coletiva."...
Já deram uma olhada no "estudo" e nos resultados apresentados pela PS??? Não tem validade científica, só política, nao seguiram quase nenhum método científico!
..."Mandetta sugeriu intervir na Prevent Senior e impedir o uso desse remédio não comprovado, mas que todo médico famoso infectado implorou tomar...
...Não somente se sentiu enganado pelo seu Ministro, em detrimento da nação, mas ficou furioso com o despreparo e motivação do seu assessor.
Tornaram a hidroxicloroquina uma batalha política, em vez de uma decisão do paciente à beira da morte e seu médico."...
Sim, e boa parte disso se iniciou com Bolsonaro, por incitar o uso de um medicamento para se tratar de uma doença sem nem ao menos saber se era minimamente eficiente ou nao, sem nem ao menos ter um estudo descente sobre isso!
..."Em vez de se unirem diante de uma crise, muitos líderes brasileiros estão querendo aproveitar a pandemia para tomar o poder em 2020..."
Bom pelo menos isso é verdade, devo concordar!
E aqueles que aguardaram ontem o dia todo pela resposta, o que eu não duvido que isso tenha acontecido, ao invés de esperar por que não foram atrás de informação? Porque acreditar em tudo que se lê na internet? Só por que se trata do político que eu gosto? A direita brasileira já foi melhor! Lembro muito bem antes das eleições o movimento pró Bolsonaro era do tipo que gritava "não temos político de estimação", para mim isso é válido para todos os casos, não só para a corrupção. Bom, é isto então! não dá para concordar e acreditar em tudo que está na internet e muito menos em toda imprensa, assim como vocês eu não sei porque ainda perco meu tempo fazendo isso, talvez por querer um país melhor! Para terminar vou deixar aqui uma frase que guardo comigo, dita por Olavo em um video que é propícia para esse caso: "na esquerda 50% é ignorante e 50% mal caráter, na direita é parecido, mais 50% é ignorante, 25% mal caráter e 25% pessoas bem intencionadas", cuidado com textos compartilhados que dizem a “verdade” ou que trazem “informações de bastidores” sobre o político que eu gosto, eles podem ter sido criados pelos 50% ignorantes ou pior, feito pelos 25% mal intencionados, devemos ficar sempre alerta e questionar tudo! Sem exceção!
Nota: Nota-se que no início do texto o autor coloca que se trata de "informações de bastidores" já para que qualquer um que peça link e ou referências quebre a cara
Texto publicado também no Medium
submitted by thayano to u/thayano [link] [comments]


2020.04.17 15:39 fps3000 Pedro Doria, no seu Twitter, analisou o futuro do governo dessa forma... dá para concordar?

"Vamos olhar esta história pelo ponto de vista do DEM: Bolsonaro vs Mandetta.
O que o ministro da Saúde e seu partido sabiam há duas semanas?
No fio.
  1. Bolsonaro não estava feliz com Mandetta e queria demiti-lo.
  2. Bolsonaro estava em pânico por temer que queda na economia representaria possível impeachment ou derrota em 2022.
  3. Bolsonaro isolado: Congresso, STF, Governadores, todos pró-quarentena. A mulher de Moro defendeu quarentena. Paulo Guedes, idem. Generais do Palácio.
  4. Bolsonaro gosta de falar duro. Mas é um indeciso. Gosta de demonstrar autoridade. Mas morre de medo de ser percebido sem autoridade. É inseguro.
  5. A pandemia existe e o número de mortes em países menos populosos e mais preparados que o Brasil já estava em dezenas de milhares
Nestas últimas duas semanas, é público que Mandetta teve extensas conversas com José Carlos Aleluia e Ronaldo Caiado, velhas raposas do Democratas. Políticos conhecidos pela habilidade de bastidores.
Certamente não foram os únicos. Rodrigo Maia e David Alcolumbre são do DEM.
Ou seja: não houve coletiva, não houve entrevista exclusiva, artigo, tuíte... Nada que não tenha sido planejado.
Quem segurou a primeira demissão de Mandetta foram os generais.
Qual o ponto fracos dos generais? Não sabem lidar com quebra de hierarquia.
Político frio não se ofende quando subordinado ‘quebra’ hierarquia. Calcula o jogo e se o troco for melhor dado um ano depois, espera. Se for melhor abraçar o traíra, abraça. Nada de novo aqui... Maquiavel já tem mais de 500 anos.
Militar não é político, opera em outro canal.
Se não está claro, nenhum passo de Luiz Henrique Mandetta foi inocente nas últimas duas semanas. Tudo foi discutido, foi combinado, foi planejado.
Ele tinha duas missões claras. Cumpriu-as ambas.
A primeira era cavar a demissão. Bastou ficar peitando Bolsonaro. Perdeu o apoio dos militares e, assim, o presidente se sentiu autorizado a fazer o que queria fazer.
Mandetta não podia se demitir. Precisava ser demitido pois sua imagem era de ‘médico não abandona paciente’.
A segunda mensagem: ‘Lavoro, lavoro, lavoro’. ‘Médico não abandona paciente.’ ‘Baseados em ci-ên-ci-a.’
Quantas vezes ouvimos isso? O ministro que trabalha duro e só pensa na saúde dos brasileiros.
E sempre deixando claro que estava sendo atrapalhado pelo presidente.
Mandetta terminou demitido antes de a pandemia chegar ao pico. A não ser que o Brasil se mostre uma exceção no mundo, e aí é caso de estudo, vai ser feio.
Muita gente vai morrer.
Fora do ministério, Mandetta será lembrado como quem tentou evitar o pior.
Bolsonaro, por sua vez, será o presidente que demitiu o ministro que trabalhava, que cuidava da saúde de todos.
Mas, percebam, isto é política bem jogada. Mandetta construiu esta imagem fazendo boa comunicação. Ele é muito hábil falando, explicando, construindo uma mensagem.
Não esqueçam, tampouco, que tanto Caiado quanto Aleluia, os dois principais conselheiros de Mandetta, viveram já dois impeachments. Conhecem o processo.
O descontrole emocional que Bolsonaro mostrou, ontem, dá conta do impacto da rede que armaram e na qual ele se viu preso.
O que vai acontecer?
Depende do tamanho da pandemia.
Depende de como reagirão principalmente os brasileiros mais pobres que, desinformados, acham que o presidente e o pastor estão do seu lado.
No mínimo Mandetta é candidato forte a governador.
Fato é: ao demiti-lo, Bolsonaro jogou o futuro de seu mandato.
Não é pôquer ou xadrez. É um jogo de dados, não de estratégia. Ele apostou que o impacto econômico comoverá mais do que o impacto em perda de vidas.
Não parece bom jogo.
O preço da aposta o Brasil pagará em vidas."
submitted by fps3000 to brasilivre [link] [comments]


2020.04.02 01:03 capybaranaranja Como o mundo cuidará da pandemia de coronavírus A pandemia mudará o mundo para sempre: Pedimos a 12 principais pensadores globais suas previsões. Foreign Policy

*Esse post é o artigo completo da revista Foreign Policy, que serviu de inspiração essa análise em vídeo do Meteoro Brasil, "O Mundo Depois da Crise". (que serve como TL;DR)
Como a queda do Muro de Berlim ou o colapso do Lehman Brothers, a pandemia de coronavírus é um evento de abalar o mundo cujas conseqüências de longo alcance só podemos começar a imaginar hoje.
Isso é certo: assim como esta doença destruiu vidas, perturbou mercados e expôs a competência (ou a falta dela) dos governos, ela levará a mudanças permanentes no poder político e econômico de maneiras que se tornarão aparentes apenas mais tarde.
Para nos ajudar a entender o terreno mudando sob nossos pés à medida que a crise se desenrola, a Política Externa pediu a 12 principais pensadores de todo o mundo que avaliassem suas previsões para a ordem global após a pandemia.
Um mundo menos aberto, próspero e livre
de Stephen M. Walt
A pandemia fortalecerá o estado e reforçará o nacionalismo. Governos de todos os tipos adotarão medidas emergenciais para administrar a crise, e muitos relutarão em renunciar a esses novos poderes quando a crise terminar.
O COVID-19 também acelerará a mudança de poder e influência do Ocidente para o Oriente. A Coréia do Sul e Cingapura responderam melhor e a China reagiu bem após seus erros iniciais. A resposta na Europa e na América tem sido lenta e aleatória em comparação, manchando ainda mais a aura da "marca" ocidental.
O que não vai mudar é a natureza fundamentalmente conflituosa da política mundial. Pragas anteriores não acabaram com a rivalidade das grandes potências nem deram início a uma nova era de cooperação global. Pragas anteriores - incluindo a epidemia de gripe de 1918-1919 - não acabaram com a rivalidade das grandes potências nem deram início a uma nova era de cooperação global. Nem COVID-19. Veremos um recuo adicional da hiperglobalização, à medida que os cidadãos buscam os governos nacionais para protegê-los e enquanto estados e empresas buscam reduzir futuras vulnerabilidades.
Em resumo, o COVID-19 criará um mundo menos aberto, menos próspero e menos livre. Não precisava ser assim, mas a combinação de um vírus mortal, planejamento inadequado e liderança incompetente colocou a humanidade em um caminho novo e preocupante.
O fim da globalização como a conhecemos
por Robin Niblett
A pandemia de coronavírus pode ser a palha que quebra as costas do camelo na globalização econômica.
O crescente poder econômico e militar da China já havia provocado uma determinação bipartidária nos Estados Unidos de separar a China da alta tecnologia e propriedade intelectual de origem americana e tentar forçar os aliados a seguir o exemplo. O aumento da pressão pública e política para cumprir as metas de redução de emissões de carbono já havia questionado a dependência de muitas empresas de cadeias de suprimentos de longa distância. Agora, o COVID-19 está forçando governos, empresas e sociedades a fortalecer sua capacidade de lidar com longos períodos de auto-isolamento econômico.
Parece altamente improvável, neste contexto, que o mundo retorne à idéia de globalização mutuamente benéfica que definiu o início do século XXI. E sem o incentivo para proteger os ganhos compartilhados da integração econômica global, a arquitetura da governança econômica global estabelecida no século 20 se atrofiará rapidamente. Será necessária uma enorme autodisciplina para os líderes políticos sustentarem a cooperação internacional e não recuarem para uma competição geopolítica aberta.
Provar aos cidadãos que eles podem administrar a crise do COVID-19 comprará aos líderes algum capital político. Mas aqueles que falham terão dificuldade em resistir à tentação de culpar os outros por seu fracasso.
Uma globalização mais centrada na China
por Kishore Mahbubani
A pandemia do COVID-19 não alterará fundamentalmente as direções econômicas globais. Isso apenas acelerará uma mudança que já havia começado: uma mudança da globalização centrada nos EUA para uma globalização mais centrada na China.
Isso apenas acelerará uma mudança que já havia começado: uma mudança da globalização centrada nos EUA para uma globalização mais centrada na China.
Por que essa tendência continuará? A população americana perdeu a fé na globalização e no comércio internacional. Os acordos de livre comércio são tóxicos, com ou sem o presidente dos EUA, Donald Trump. Por outro lado, a China não perdeu a fé. Por que não? Existem razões históricas mais profundas. Os líderes chineses agora sabem bem que o século de humilhação da China de 1842 a 1949 foi resultado de sua própria complacência e de um esforço fútil de seus líderes para separá-lo do mundo. Por outro lado, as últimas décadas de ressurgimento econômico foram resultado do engajamento global. O povo chinês também experimentou uma explosão de confiança cultural. Eles acreditam que podem competir em qualquer lugar.
Consequentemente, ao documentar em meu novo livro, Has Won China ?, os Estados Unidos têm duas opções. Se seu objetivo principal é manter a primazia global, ele terá que se envolver em uma disputa geopolítica de soma zero, política e economicamente, com a China. No entanto, se o objetivo dos Estados Unidos é melhorar o bem-estar do povo americano - cuja condição social se deteriorou -, ele deve cooperar com a China. Um conselho mais sábio sugeriria que a cooperação seria a melhor escolha. No entanto, dado o ambiente político tóxico dos EUA em relação à China, conselhos mais sábios podem não prevalecer.
Democracias sairão da sua concha
por G. John Ikenberry
No curto prazo, a crise dará combustível a todos os campos do grande debate sobre estratégia ocidental. Os nacionalistas e anti-globalistas, os falcões da China e até os internacionalistas liberais verão novos indícios da urgência de seus pontos de vista. Dado o dano econômico e o colapso social que está se desenrolando, é difícil ver algo além de um reforço do movimento em direção ao nacionalismo, rivalidade entre grandes potências, dissociação estratégica e coisas do gênero.
Assim como nas décadas de 30 e 40, também pode haver uma contracorrente de evolução mais lenta. Mas, como nas décadas de 30 e 40, também pode haver uma contracorrente de evolução mais lenta, uma espécie de internacionalismo obstinado semelhante ao que Franklin D. Roosevelt e alguns outros estadistas começaram a se articular antes e durante a guerra. O colapso da economia mundial na década de 1930 mostrou como as sociedades modernas estavam conectadas e quão vulneráveis ​​eram ao que FDR chamava de contágio. Os Estados Unidos foram menos ameaçados por outras grandes potências do que pelas forças profundas - e pelo caráter do Dr. Jekyll e Hyde - da modernidade. O que FDR e outros internacionalistas conjuraram foi uma ordem do pós-guerra que reconstruiria um sistema aberto com novas formas de proteção e capacidades para gerenciar a interdependência. Os Estados Unidos não podiam simplesmente se esconder dentro de suas fronteiras, mas para operar em uma ordem aberta do pós-guerra exigia a construção de uma infraestrutura global de cooperação multilateral.
Assim, os Estados Unidos e outras democracias ocidentais podem viajar por essa mesma sequência de reações impulsionadas por um sentimento em cascata de vulnerabilidade; a resposta pode ser mais nacionalista a princípio, mas, a longo prazo, as democracias sairão de suas conchas para encontrar um novo tipo de internacionalismo pragmático e protetor.
Lucros mais baixos, mas mais estabilidade
de Shannon K. O’Neil
O COVID-19 está minando os princípios básicos da fabricação global. As empresas agora repensam e encolhem as cadeias de suprimentos multipasso e multinacionais que dominam a produção atualmente.
As cadeias de suprimentos globais já estavam sendo atacadas econômica e politicamente. As cadeias de suprimentos globais já estavam sendo afetadas - economicamente, devido ao aumento dos custos trabalhistas chineses, à guerra comercial do presidente dos EUA, Donald Trump, e aos avanços em robótica, automação e impressão 3D, e também politicamente, devido a perdas reais e percebidas de empregos, especialmente em economias maduras. O COVID-19 agora quebrou muitos desses vínculos: o fechamento de fábricas em áreas afetadas deixou outros fabricantes - assim como hospitais, farmácias, supermercados e lojas de varejo - desprovidos de estoques e produtos.
Do outro lado da pandemia, mais empresas exigirão saber mais sobre a origem de seus suprimentos e trocarão a eficiência por redundância. Os governos também intervirão, forçando o que consideram indústrias estratégicas a ter planos e reservas de backup doméstico. A lucratividade cairá, mas a estabilidade da oferta deverá aumentar.
Esta pandemia pode servir a um propósito útil
por Shivshankar Menon
Ainda é cedo, mas três coisas parecem aparentes. Primeiro, a pandemia de coronavírus mudará nossa política, tanto dentro dos estados quanto entre eles. É ao poder do governo que as sociedades - mesmo os libertários - se voltam. O relativo sucesso do governo em superar a pandemia e seus efeitos econômicos exacerbará ou diminuirá os problemas de segurança e a recente polarização nas sociedades. De qualquer maneira, o governo está de volta. A experiência até agora mostra que os autoritários ou populistas não são melhores em lidar com a pandemia. De fato, os países que responderam cedo e com sucesso, como Coréia e Taiwan, foram democracias - não aqueles dirigidos por líderes populistas ou autoritários.
Este ainda não é o fim de um mundo interconectado. A própria pandemia é prova de nossa interdependência.
Em segundo lugar, ainda não é o fim de um mundo interconectado. A própria pandemia é prova de nossa interdependência. Mas em todas as políticas, já existe uma virada para dentro, uma busca por autonomia e controle do próprio destino. Estamos caminhando para um mundo mais pobre, mais cruel e menor.
Finalmente, há sinais de esperança e bom senso. A Índia tomou a iniciativa de convocar uma videoconferência de todos os líderes do sul da Ásia para criar uma resposta regional comum à ameaça. Se a pandemia nos levar a reconhecer nosso interesse real em cooperar multilateralmente nos grandes problemas globais que enfrentamos, ela terá servido a um propósito útil.
O poder americano precisará de uma nova estratégia
por Joseph S. Nye, Jr.
Em 2017, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou uma nova estratégia de segurança nacional que se concentra na competição por grandes potências. O COVID-19 mostra que essa estratégia é inadequada. Mesmo se os Estados Unidos prevalecerem como uma grande potência, não poderão proteger sua segurança agindo sozinhos.
Como Richard Danzig resumiu o problema em 2018: “As tecnologias do século XXI são globais não apenas em sua distribuição, mas também em suas conseqüências. Patógenos, sistemas de IA, vírus de computador e radiação que outros podem acidentalmente liberar podem se tornar tanto o nosso problema quanto o deles. Sistemas de relatórios acordados, controles compartilhados, planos de contingência comuns, normas e tratados devem ser adotados como meio de moderar nossos numerosos riscos mútuos. ”
Sobre ameaças transnacionais como o COVID-19 e as mudanças climáticas, não basta pensar no poder americano sobre outras nações. A chave do sucesso também é aprender a importância do poder com os outros. Todo país coloca seu interesse nacional em primeiro lugar; a questão importante é quão amplo ou estreitamente esse interesse é definido. O COVID-19 mostra que estamos falhando em ajustar nossa estratégia para este novo mundo.
A história do COVID-19 será escrita pelos vencedores
por John Allen
Como sempre foi, a história será escrita pelos “vencedores” da crise do COVID-19. Toda nação, e cada vez mais todo indivíduo, está experimentando a tensão social desta doença de maneiras novas e poderosas. Inevitavelmente, os países que perseverarem - tanto em virtude de seus sistemas políticos e econômicos únicos, quanto na perspectiva da saúde pública - terão sucesso sobre aqueles que experimentam um resultado diferente e mais devastador. Para alguns, isso parecerá um grande e definitivo triunfo para a democracia, o multilateralismo e o atendimento universal à saúde. Para outros, mostrará os "benefícios" claros de um governo autoritário decisivo. Para alguns, isso parecerá um grande e definitivo triunfo para a democracia. Para outros, mostrará os "benefícios" claros do regime autoritário.
De qualquer maneira, essa crise irá reorganizar a estrutura internacional de poder de maneiras que apenas podemos começar a imaginar. O COVID-19 continuará deprimindo a atividade econômica e aumentando a tensão entre os países. A longo prazo, a pandemia provavelmente reduzirá significativamente a capacidade produtiva da economia global, especialmente se as empresas fecharem e os indivíduos se separarem da força de trabalho. Esse risco de deslocamento é especialmente grande para os países em desenvolvimento e outros com uma grande parcela de trabalhadores economicamente vulneráveis. O sistema internacional, por sua vez, sofrerá grande pressão, resultando em instabilidade e conflito generalizado dentro e entre países.
Uma nova etapa dramática no capitalismo global
por Laurie Garrett
O choque fundamental para o sistema financeiro e econômico do mundo é o reconhecimento de que as cadeias de suprimentos e redes de distribuição globais são profundamente vulneráveis ​​a interrupções. A pandemia de coronavírus, portanto, não só terá efeitos econômicos duradouros, como também levará a uma mudança mais fundamental.
A globalização permitiu que as empresas cultivassem manufaturas em todo o mundo e entregassem seus produtos no mercado just-in-time, evitando os custos de armazenagem. Os estoques que ficavam nas prateleiras por mais de alguns dias eram considerados falhas de mercado. O suprimento precisava ser adquirido e enviado em um nível global cuidadosamente orquestrado. O COVID-19 provou que os patógenos podem não apenas infectar as pessoas, mas envenenar todo o sistema just-in-time.
Dada a escala de perdas do mercado financeiro que o mundo experimentou desde fevereiro, é provável que as empresas saiam dessa pandemia decididamente envergonhada pelo modelo just-in-time e pela produção globalmente dispersa. O resultado pode ser um novo estágio dramático no capitalismo global, no qual as cadeias de suprimentos são trazidas para mais perto de casa e preenchidas com redundâncias para proteger contra interrupções futuras. Isso pode reduzir os lucros de curto prazo das empresas, mas tornar todo o sistema mais resistente.
Estados mais falidos
por Richard N. Haass
Permanente não é uma palavra de que gosto, como pouco ou nada, mas acho que a crise do coronavírus levará, pelo menos por alguns anos, a maioria dos governos a se voltar para dentro, concentrando-se no que ocorre dentro de suas fronteiras e não sobre o que acontece além deles. Prevejo maiores movimentos em direção à auto-suficiência seletiva (e, como resultado, dissociação), dada a vulnerabilidade da cadeia de suprimentos; oposição ainda maior à imigração em larga escala; e uma disposição ou compromisso reduzidos para enfrentar problemas regionais ou globais (incluindo as mudanças climáticas), dada a necessidade percebida de dedicar recursos para reconstruir em casa e lidar com as conseqüências econômicas da crise. Muitos países terão dificuldade em se recuperar, com a fraqueza do Estado e Estados falidos se tornam ainda mais prevalentes.
Eu esperaria que muitos países tenham dificuldade em se recuperar da crise, com a fraqueza do estado e os estados falidos se tornando uma característica ainda mais prevalente no mundo. A crise provavelmente contribuirá para a contínua deterioração das relações sino-americanas e o enfraquecimento da integração européia. Do lado positivo, devemos ver um fortalecimento modesto da governança global da saúde pública. Mas, no geral, uma crise enraizada na globalização enfraquecerá ao invés de aumentar a vontade e a capacidade do mundo de lidar com ela.
Os Estados Unidos falharam no teste de liderança
por Kori Schake
Os Estados Unidos não serão mais vistos como um líder internacional. Os Estados Unidos não serão mais vistos como um líder internacional devido ao estreito interesse próprio de seu governo e à incompetência confusa. Os efeitos globais dessa pandemia poderiam ter sido bastante atenuados se as organizações internacionais fornecessem mais e mais informações anteriores, o que daria aos governos tempo para preparar e direcionar recursos para onde eles são mais necessários. Isso é algo que os Estados Unidos poderiam ter organizado, mostrando que, embora seja de interesse próprio, não é apenas de interesse próprio. Washington falhou no teste de liderança e o mundo está em pior situação.
Em todos os países, vemos o poder do espírito humano
de Nicholas Burns
A pandemia do COVID-19 é a maior crise global deste século. Sua profundidade e escala são enormes. A crise da saúde pública ameaça cada uma das 7,8 bilhões de pessoas na Terra. A crise financeira e econômica poderia exceder em seu impacto a grande recessão de 2008-2009. Cada crise sozinha poderia causar um choque sísmico que muda permanentemente o sistema internacional e o equilíbrio de poder como o conhecemos. Isso dá esperança de que homens e mulheres em todo o mundo possam prevalecer em resposta a esse desafio extraordinário.
Até o momento, a colaboração internacional tem sido lamentavelmente insuficiente. Se os Estados Unidos e a China, os países mais poderosos do mundo, não puderem deixar de lado sua guerra de palavras sobre qual deles é responsável pela crise e liderar com mais eficácia, a credibilidade de ambos os países poderá diminuir significativamente. Se a União Europeia não puder fornecer assistência mais direcionada a seus 500 milhões de cidadãos, os governos nacionais poderão recuperar mais poder de Bruxelas no futuro. Nos Estados Unidos, o que está mais em jogo é a capacidade do governo federal de fornecer medidas eficazes para conter a crise.
Em todos os países, no entanto, existem muitos exemplos do poder do espírito humano - de médicos, enfermeiros, líderes políticos e cidadãos comuns demonstrando resiliência, eficácia e liderança. Isso fornece esperança de que homens e mulheres em todo o mundo possam prevalecer em resposta a esse desafio extraordinário.
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