Próximos meninas natal

Most Wanted Brinquedos Meninas de Natal 2014. Abril 14, 2016 Admin Família e Parentalidade 0 1. ... Você vai ter um monte de utilização de um brinquedo mesa de piquenique para os próximos anos. E 'em sua lista de procurados. FURREAL Amigos - um grande sucesso com as meninas Festa de Natal. O IVST comemora o nascimento de Jesus ou seja o Natal com todas a meninas, irmãs, direcção, amigos, benfeitores e funcionarias antes das meninas irem passar o Natal a casa de seus pais, amigos, ou familiares mais proximos. Esta época é uma epoca de Paz, amor, carinho, solidariedade, união, harmonia,etc. Já estamos próximos de mais um novo ano. Mas antes, como sempre, venho tentar ajudar as mulheres que ainda não tem ideia do que vestir para a ceia de Natal. ... Infantil Para Meninas Activo / Doce Natal / Festa / Feriado Retalhos Renda Sem Manga Altura dos Joelhos Vestido Vermelho de 2018 por R$ 111.36. Terminamos a nossa série de sugestões de Natal com prendas para as nossas meninas e jovens, talvez as pessoas mais exigentes das nossas vidas. Para estas meninas tão especiais, que adoram as princesas, e as estrelas de televisão, ler, e ouvir música, gostam de dançar e cantar, deixamos aqui algumas sugestões que esperemos que ajudem. - Olá meninas, tudo bem? Hoje temos nosso segundo look da Semana Especial. E já que estamos próximos do Natal, nada melhor do que o cenário ser decoração de Natal. Fotografei ele a um tempinho, foi em um shopping da minha cidade. Achei linda a decoração e quis compartilhar com vocês. Adoro o Natal, acho… A história segue um casal gay, Brandon (Bennett) e seu marido Jake (Brad Harder), que estão tentando adotar seu primeiro filho juntos. Durante uma viagem para visitar a mãe e o pai de Brandon durante as férias, os ansiosos futuros pais estão aguardando um telefonema sobre sua adoção pendente.

eu to morrendo

2020.09.11 05:35 nikkyx3 eu to morrendo

desde criança tenho aguentado umas paradas que me deixaram meio mal, meus pais se divorciaram quando eu tinha 3 anos, foram anos de adaptação e eu vivia mudando de casa a cada 2 anos, cresci uma criança introvertida, tímida e sem amigos, quando eu fiz 12 anos decidi parar, fui morar com o meu pai (causador de todo o alvoroço) pq ele continuou morando na minha cidade natal. Desde então a minha vida é um inferno, eu tomava esporro sempre em casa, sofria bullying na escola e não tinha com quem conversar, e foi assim até 2018, eu já sofria com crises de ansiedade, solidão e tinha vários pensamentos suicidas, a minha rotina continuava a mesma, sofria bullying na escola, em casa eu não era feliz e não saía, até que no segundo semestre de 2018 eu tive a pior semana da minha vida, eu tava sofrendo em casa e o pessoal da minha sala tirou essa semana pra me zoar, eu tava caindo aos pedaços, até que decidi pedir a menina que eu gostava em namoro, ela recusou e quando eu cheguei em casa eu só não consegui chorar, não lembro muito do resto dessa semana pq eu tava muito angustiado, fiquei pelo menos umas 2 semanas sem conseguir sorrir de verdade, a ansiedade remoía a minha cabeça por dentro, e eu tentei me matar e não tive sucesso.... Desde então eu não lembro da última vez que eu sonhei ou chorei, não tenho nenhum amigo pois não consigo socializar e toda a rotina de merda de dois anos atrás recomeçou, eu não consigo suportar, meu peito dói, minha cabeça dói, e ninguém sabe o que eu to sentindo, não tem ninguém próximo de mim que me entenderia, eu já tentei, se eu não passar dessa noite eu peço desculpa a todos, eu não fui forte o suficiente...
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2020.09.07 08:06 arrux1 Eu estou exagerando ou sendo c*zona? Pessoa morando com a família sem consentimento de todos

A minha vida quase toda morei com meus irmãos e minha mãe na casa dela (onde estou atualmente). Porém, em 2016 mudei-me para o Rio de Janeiro por conta da faculdade e fiquei voltando a minha cidade natal apenas nas férias. Com a pandemia consegui homeoffice do estágio e EAD e regressei a casa da minha mãe em março pois achei que seria uma boa ideia ficar mais próximo da minha família nesse momento (risos) e estou temporariamente aqui até agora...
Meu irmão mais velho arranjou uma namorada (eles namoram + ou - a 2 anos) que é sócia de trabalho dele. No inicio do relacionamento ela aparecia de vez em quando aqui em casa, e quanto mais a produção do trabalho deles aumentava mais a frequência dela por aqui tb aumentava. Eu nunca tive problemas com a presença dela antes, até pq passava a maior parte do meu tempo no Rio. Porém, no terceiro mês que regressei a casa da minha mãe, em meados de junho, comecei a achar estranho o fato que ela ficava 24/7 aqui em casa, comia, dormia, ia pro trabalho, voltava e ficava direto por aqui.. porém relevei por questão da pandemia... era compreensível. Meu irmão do meio começou a ficar um pouco incomodado com isso tb pq jamais em nossas vidas trouxemos parceiros para passar tanto tempo nessa casa (até pq no passado, nossa mãe nunca permitiu) e segundo ele, essa situação já estava acontecendo bem antes da pandemia (meu irmão do meio também tem namorada atualmente e ela só apareceu por aqui nesse período algumas poucas vezes). Para além dessa situação, eu não me sinto muito confortável quando pessoas que não são do convívio diário passam muito tempo no lugar onde moro interruptamente, sinto que é uma invasão de privacidade (isso acontece também no meu apartamento do Rio com visitas que ficam mt tempo as vezes, mas converso com minha house mates e sempre resolvemos as situações numa boa - moramos a 4 anos juntas).
O tempo foi passando, eles começaram a comprar uma cama nova, microondas... até que minha mãe hoje confessou pra mim que achava que a menina tinha entregado o apartamento dela e estava morando aqui em casa (ela faz univ fora e n tem família aqui). A questão é: quando eu ouvi isso, eu fiquei muito puta!
Cara eu achei um absurdo a situação. Como é que uma pessoa se muda pra casa que eu morei minha vida quase toda e não conversa com ninguém? Tipo, eu entendo que estamos numa pandemia, ok, mas a menina se mudou sem previsão nenhuma de volta e não falou nada sobre isso. Como é que alguém vai comendo pelas beiradas e do nada PUFF se muda pra sua casa? Eu achei bizarro pra crl sendo que nem noivos eles são nem nada, é um namoro de 2 fucking anos.
Eu me senti desrespeitada pois não fui consultada e dividi isso com minha mãe. Falei que não gostei da forma que as coisas foram feitas, como é que se mudam pra uma casa com uma família morando e não consultam os moradores? Ela me respondeu que achava que eles iam casar em breve pq "a menina queria muito" e como mãe, queria dar o apoio nesse momento.
A menina não conversou nada com minha mãe que ia se mudar pra lá e aparentemente ela não ta ligando muito pra isso... Porém minha mãe ficou chateada pq eu fiquei afetada. Mas eu não acho que estou errada... enfim, de qualquer forma já estou vendo passagens para regressar ao Rio no próximo mês pois meu trabalho vai voltar presencial em breve, mas está me preocupando o fato dessa situação se alargar por muito tempo... tenho medo de ter que voltar pra essa casa por questões financeiras no futuro (vou fazer de tudo para que não) e ter que conviver com mais uma pessoa que não escolhi (como se não já bastasse a relação conturbada com meus familiares). Eu jamais me mudaria pra casa dos pais de um namorado sem conversar com a família dele antes nem traria pra morar comigo assim sem mais nem menos. Enfim, vocês acham que eu estou exagerando? É legítima minha indignação?
Nota: Meu irmão mais velho já teve relacionamentos muito mais duradouros no passado de 5, 6 e 8 anos e isso NUNCA rolou antes, nunca tive esse problema com nenhuma delas. Nem com namorados meus ou namoradas do meu irmão do meio.
Nota2: Aparentemente essa menina quer muito casar com ele e eles se dão bem, mas não sei se meu irmão quer...
Nota3: Todos os moradores da casa são adultos maiores de idade.
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2020.08.25 01:42 queimis Sofri um aborto espontâneo ontem

Só um background da minha história: Eu(F34) e meu namorado(M28) estamos juntos há menos de 1 ano, mas as coisas se moveram muito rápido desde o início.
Começamos a morar juntos em março desse ano e nos mudamos pra uma cidade completamente nova pra mim. Fui forçada (pelas circunstâncias, não por ele) a deixar tudo que eu tinha construído nos últimos 3 anos pra trás pra embarcar nessa aventura. Nos mudamos pra cidade natal dele porque ele recebeu uma proposta de emprego muito boa. Nós dois conversamos muito no início e, depois de resolvermos juntos que relacionamento à distância não era pra nós, eu decidi me mudar com ele.
Eu sempre tomei anticoncepcional/injeção ou usei DIU desde a minha adolescência. Estive em um relacionamento estável por quase 10 anos e nunca nem me preocupei com gravidez, porque, assim como a maioria das meninas, achava que estava segura com a pílula. Há cerca de 1 mês e meio atrás comecei a sentir uns sintomas estranhos e depois de 2 semanas passando mal constantemente e de muitos resultados desesperadores do Google, eu achei que estava doente e deveria ir ao médico. Dois dias antes da consulta, resolvi fazer um teste de gravidez de farmácia, só pra ter 100% de certeza que aqueles sintomas (enjoo, fraqueza, cansaço extremo) não eram por causa de gravidez. Eu tinha 99.9% de certeza que não era, só não queria passar vergonha na frente do médico. Peguei o pauzinho, abri, o xixi encostou e deu positivo. Três testes e muito choro e desespero depois, descobri que estava grávida.
No começo foi um choque. Os dois completamente desnorteados. Depois de uma longa conversa, resolvemos manter a gravidez (graças a Deusa moro em um país em que posso fazer essa escolha livremente). Os dias foram passando e a gente foi amando cada vez mais aquele ser que estava se desenvolvendo dentro da minha barriga. Contamos pra família, todo mundo ficou super feliz. Começamos a planejar o quarto, economizar grana, receber pequenos presentes de amigos. Pensamos até em possíveis nomes pro bebê. Até que as coisas começaram a ficar estranhas. Eu comecei a ter um sangramento que pra mim - apesar de todo mundo dizer que sim - não era normal. Fui no médico, a resposta que eu tive foi a mesma do Google: “é normal ter sangramento no primeiro trimestre da gravidez.”
Voltamos pra casa, vida que segue.
No sábado comecei a sentir cólicas, mas também achando que era tudo normal, fiquei em casa, só fazendo repouso o máximo que dava. Até que no domingo, eu estava deitada e comecei a sentir uma dor descomunal na barriga. Senti um pouco de sangramento descendo, então corri pro banheiro. Quando eu sentei no vaso, foi como se tivesse aberto uma torneira dentro de mim e uma quantidade enorme de sangue e pedaços de tecido começaram a sair. Naquele momento eu soube que estava perdendo meu bebê.
Foi o pior momento da minha vida.
Corremos pro hospital, o sangue jorrando de dentro de mim enquanto eu gritava de dor. Meu namorando acelerando e cortando todos os sinais. Chegamos no hospital e depois de muito remédio pra dor e muitos exames, a médica finalmente veio falar o que a gente já sabia: eu sofri um aborto.
Eu não consigo nem explicar o que senti na hora e o que ainda estou sentindo. É uma mistura entre dor, ódio e culpa que não me deixa em paz por nenhum segundo. Acho que tenho mais ódio sabe? De um Deus que nem sei ao certo se existe que todo mundo me diz pra confiar, mas que prega esse tipo de piada maligna nas pessoas dessa maneira. Eu estava bem antes de ficar grávida, nem pensando em ser mãe pelos próximos 2 anos. Aí veio assim, sem planejamento, no meio de uma pandemia, mesmo eu tomando os cuidados devidos, só pra depois arrancar de mim sem nenhuma explicação? Quem faz esse tipo de coisa? Não consigo imaginar um Deus do amor fazendo esse tipo de coisa doentia.
Meu namorado está do meu lado o tempo todo, me apoiando, mas eu sinto que eu deveria ser forte em alguns momentos, porque ele também está sofrendo. Mas eu não quero e nem consigo ser forte. Só quero deitar na cama e chorar 24 horas por dia.
E agora eu estou aqui nessa cidade que não conheço ninguém, sem minha família ou nenhum amigo por perto pra me dar um abraço, com um buraco imenso no coração e um útero vazio que não para de sangrar.
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2020.08.10 18:46 HannaK-Chan " não é preconceito, isso só não é certo "

Bom dia , boa tarde, boa noite, essa história vai ser um pouquinho longa pq ela aconteceu quando eu tinha 10 anos, então como faz um tempo eu vou tentar explicar tudo.
25 de dezembro de 2018
Era natal eu tava na casa dos meus tios junto com os meus primos etc..., ate que eu acidentalmente ouço um grito vindo do quarto da minha tia, e como toda criança endemoniada fui ver oque tinha acontecido, e minha tia tinha visto um pé de baixo da cama (obs: meus primos tavam brincando de esconder (não sei como chama na sua cidade ;-;)e o meu primo vamos chamá-lo de reinauro, estava lá se escondendo).
Ok né ai a minha tia chegou na cozinha e disse que tinha eu pé de uma criança de baixo da cama dela, todos assustados foram ver oque tinha acontecido, POUREM!, Meu primo tinha saído dali e foi pra outro lugar , então a minha tia saiu como "mentirosa".
Depois de umas 2 horas onde ja era quase meia noite, agente decidiu ir jantar e como qualquer família religiosa eles queriam rezar mais eu como sou um demonio e nunca gostei disso, tive a brilhante ideia de "rezar" de um jeito diferente.
Todos estavam rezando, (obs: minha família e bem homofóbica, no entanto que quase fui expulsa de casa ontem, porque eu tenho uma crush na minha "amiga" e minha mãe leu as minhas mensagens que eu tinha mandado pra minha crush.) todos estavam rezando, e eu tive a brilhante ideia de gritar que eu era lésbica. Mano me arrependo ate hoje de ter feito isso ,__,)"
A minha avó começou a expulsar o "demonio" que estava em mim, minha tia me tacou água, minha mãe me bateu , meus primos estavam tentando me proteger dos chingamentos e agressões que os meus familiares faziam em mim.
Depois de uns 6 dias nós estamos na véspera do ano novo.
31 de dezembro de 2018
La estava eu na casa dos meus tios novamente,com aquele clima pesado na família por uma brincadeira que na verdade é verdade eu sou lésbica mesmo assumida, nenhum famíliar falou comigo exceto meus primos e ainda sim meus tios não queriam que eles entravam em contato comigo,estava na maldita hora da oração e quando eu fui me aproximando eles não queriam me encostar,ate aí é estranho e tals mais eu fui tentar puxar assunto com eles:
-oi gente pq vcs não voltam ao normal e param de ser preconceituosos?
-tia: não é preconceito, isso só não é certo!, Mulher tem que ficar com homens não com outras mulheres!
-mas quql é o problema em gostar de meninas?
-tia: isso não está na biblia!,deus não aceita isso!
-ok mais deus não gosta da gente pelo oque agente faz? Nunca falou na bíblia que não pode ser desrespeitoso com o próximo?
Minha tia só se sentou na mesa e a família inteira me inguinorou este dia, so passei com meus primos que sempre me apoiaram.
Foi isso lubinha é uma história triste mais hoje eles estão de boa comigo, provavelmente eles esqueceram oque aconteceu...
Tchau qwq ✨♥️
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2020.08.10 01:58 YatoToshiro Fate/Gensokyo Jeanne (Lancer - Alter- Lily)


https://preview.redd.it/18imf01ze2g51.png?width=350&format=png&auto=webp&s=aa332a3b4a031077b332eba41c134abfcffb0be8
A segunda geração é Alter-chan ~ 2016 Natal ~
Jeanne Alter encontra Gilles de Rais tarde da noite para falar sobre o Natal. Frustrada com o Papai Noel, ela diz a Gilles que vai roubar seu saco e distribuir os presentes antes que o Papai Noel o faça. Esse ato, ela acredita, fará as crianças e o Papai Noel chorarem. Gilles diz a ela que roubar o saco do Papai Noel será difícil, já que nenhum dos dois tem Ocultação de Presença. Em resposta, Jeanne Alter revela que Child-Gil deu a ela uma poção de invisibilidade. Enquanto estiver sob os efeitos da poção, ela roubará o saco do Papai Noel e passará a noite entregando os presentes. Assim, enquanto as crianças abrem alegremente os presentes amanhã, ela terá prazer nas lamentações de Santa Alter. Acreditando que seu plano seja perfeito, Jeanne Alter se prepara para beber a poção. Ela é cautelosa sobre beber, explicando que ela perguntou a Child-Gil sobre seu eu adulto como precaução. No entanto, apesar de seus medos, ela continua a beber a poção. Gilles aponta que ela não é invisível, portanto, Jeanne Alter acredita que Child-Gil a enganou. Mas, assim que ela se prepara para roubar a poção da invisibilidade real, ela de repente se transforma em uma criança, revelando que a poção é a Poção da Juventude. Esta versão infantil chama o plano de seu eu adulto de se tornar um malvado invisível, mas mesmo assim decide realizar seu desejo de ser o Papai Noel por respeito a esse desejo. Apresentando-se como Jeanne Alter Lily, ela anuncia que nasceu para se tornar o próximo Papai Noel. Depois que ela se chama de idiota por causa de seu plano de invisibilidade, Gilles pergunta se ela tem um plano. Alter Lily responde que ela não precisa de um plano, em vez disso, ela apenas convencerá o Papai Noel de que ela é o melhor Papai Noel. Ela então vai para o quarto do Papai Noel para fazer o que ela se propôs a fazer, mas ela é imediatamente e violentamente expulsa. Ao ouvir a comoção, Jeanne d'Arc vê Alter Lily e exige uma explicação de Gilles. Depois de obter uma explicação, Jeanne leva Alter Lily para o quarto de Ritsuka.
No quarto de Ritsuka, Jeanne explica a situação para Ritsuka, e Alter Lily se apresenta como Jeanne d'Arc Alter Santa Lily, Servo da classe Lancer. Ela então tenta e falha várias vezes em dizer seu nome mais rápido a pedido de Ritsuka, mas para quando Jeanne aponta que Ritsuka estava brincando com ela. Depois que Child-Gil se desculpa por dar a ela a poção errada, Alter Lily o critica por seu descuido. Ela também chama seu eu adulto de imprestável, culpando Jeanne por sua má atitude, estragando-a. Santa Alter então entra na sala, pedindo para falar com Ritsuka e Jeanne, e diz a Mash para brincar com Alter Lily. Alter Lily tenta exigir o saque de Papai Noel para ela, mas a ameaça de Papai Noel a faz parar. Enquanto Papai Noel fala com Ritsuka e Jeanne, Mash pergunta a Alter Lily por que ela quer ser Papai Noel. Ela responde que é porque seria o melhor Papai Noel de todos os tempos, acreditando que pode entregar os presentes adequados e ideais para todos. Ela critica o Papai Noel por dar presentes inúteis quando Mash se lembra da expressão vazia de EMIYA ao receber as chaves pretas no último Natal. Sabendo do Natal passado graças às memórias de sua personalidade adulta, Alter Lily afirma que pode dar presentes melhores que todos vão adorar. Quando Santa Alter volta de uma conversa com Ritsuka e Jeanne, Alter Lily fica com medo dela e se esconde atrás de Ritsuka. Santa Alter se prepara para dar o saco de Alter Lily, tendo decidido que ela pode ser o Papai Noel este ano. Mas antes disso, ela testa o valor de Alter Lily em ser o Papai Noel no simulador de combate. Passando no teste de Papai Noel, Alter Lily recebe sua sacola e, em seguida, sai com Ritsuka para entregar os presentes.
Voando pelo céu em Llamrei II, Alter Lily critica "The Gift of the Magi", dizendo que sua lição de moral cai por terra, já que os presentes dos casais se tornam inúteis no final. Mais tarde, ela lê que o primeiro pedido é de Jing Ke, que no ano passado pediu uma adaga afiada, mas em vez disso conseguiu um "elegante cavalheiro mais velho". Acreditando que ela tem o melhor presente para ela, Alter Lily e Ritsuka voam até o esconderijo da caverna de Jing Ke. Entrando na caverna, Alter Lily decepcionantemente testemunha Jing Ke, Ushiwakamaru e Mata Hari enquanto eles provocam Tarasque. Ela se anuncia quando Santa Marta percebe ela e Ritsuka, e começa a repreender todos eles por terem se embriagado. Ela fica com medo e se esconde quando Jing Ke a toca em seu estado de embriaguez. Ela fica ainda mais assustada quando Ushiwakamaru ameaça queimar tudo para fazê-la sair do esconderijo. Ela é então desafiada por Martha a lutar com ela e as outras meninas, o que ela aceita de bom grado. Depois de derrotá-los, Alter Lily dá às meninas seus presentes, que são todos desintoxicantes. Ela os repreende novamente por ficarem bêbados, dizendo que não é algo que Servo deveria fazer. Assim, ela lhes diz que o remédio é para que cumpram seus deveres como Servos, mas avisa que isso também significa que eles sofrerão danos se beberem álcool. Martha pergunta se ela fez o remédio, ao que Alter Lily responde que ela fez um Conjurador que usava roupas brancas, apesar de não conhecê-lo. Enquanto Jing Ke, Ushiwakamaru e Mata Hari partem para matar o Conjurador, Alter Lily sai com Ritsuka e segue para a próxima parada. Ela rapidamente agarrou Martha, que começou a perguntar o que ela pensava quando escolheu aqueles presentes. Alter Lily responde que ela queria dar presentes a Jing Ke, Ushiwakamaru e Mata Hari que seriam úteis para eles. Martha discorda desse sentimento, porém, acreditando que os presentes de Natal têm mais a ver com alegria do que com práticas. Alter Lily discorda fortemente de Martha, porém, acreditando que um presente prático é melhor do que aquele que traz alegria. Ela então sai com Ritsuka depois que Martha agradece pelo presente e lhe deseja boa sorte.
Em seguida, Alter Lily e Ritsuka voam para o Japão para entregar presentes aos servos de lá. Ao pousar, ela cumprimenta Fuuma Kotarou e se apresenta como Papai Noel. Em resposta à confusão de Kotarou sobre o Papai Noel ser uma criança, ela proclama mais uma vez que é o Papai Noel e não uma criança, fazendo beicinho sobre todos sempre tratarem como uma criança. Ela rejeita a oferta de doces de Tawara Touta, afirmando que tudo sabe que você não deve aceitar coisas de estranhos. Depois de rejeitar a oferta de doces de Ritsuka, ela dá a Kotarou seu presente, um dicionário Japonês-Inglês. Ela diz a ele que o nome de Noble Phantasm tem muitos problemas gramaticais e coisas, então o dicionário é para traduzi-lo para o inglês adequado para um nome de Noble Phantasm adequado. Touta chama seu presente de terrível, mas Alter Lily o defende, alegando que é para o próprio bem de Kotarou. Quando Touta diz que um presente de Natal deve trazer alegria, Alter Lily afirma que um presente não é bom se não for útil. Ela continua que, se esse não for o caso, então dar presentes é apenas trazer alegria ao doador. Ela afirma que presentes que trazem alegria não fazem o mundo melhor, acreditando que o Papai Noel precisa dar presentes úteis às pessoas para que possam melhorar. Ela então entra em uma discussão infantil com Kotarou sobre o que ela acabou de dizer, o que aumenta até ela ser desafiada a lutar com ele e Touta. Depois de ser derrotado, Kotarou aceita o presente de Alter Lily, mas diz a ela que não mudará o nome de seu Noble Phantasm, em vez de usá-lo para aprender algumas palavras da língua de seus antepassados. Alter Lily fica desapontada consigo mesma quando descobre que o Nobre Fantasma de Kotarou tem valor sentimental para ele. Ela é agradecida pelo dicionário e depois sai com Ritsuka. Mais tarde, no céu, ela pondera se seu presente para Kotarou foi útil e percebe que ser Papai Noel é mais difícil do que ela pensava. De repente, um "misterioso" Servo se apresentando como Santa Island Mask embarca no Llamrei II. Ele diz a Alter Lily para perseverar em seu papel de Papai Noel, dizendo que é função do Papai Noel sempre se levantar e dar sempre sorrisos. Alter Lily decide aceitar o Papai Noel como seu mentor para guiá-la a ser um Papai Noel melhor.
Alter Lily e Ritsuka chegam em um labirinto, mas estão perdidos graças à falta de direção dela. Ela provavelmente encontra pessoas por perto, presumindo que foram elas que pediram presentes ao Papai Noel. Ela se apresenta e se prepara para dar o presente a eles, mas as chamadas pessoas acabam sendo monstros. Depois de matar os monstros, Alter Lily ouve vozes de crianças chamando pelo Papai Noel. Gritando em resposta, ela é encontrada por Nursery Rhyme e Jack, o Estripador. Garantindo que ela está bem, Alter Lily pergunta se foram eles que pediram presentes ao Papai Noel. Eles confirmam, mas estão confusos, pois ela não é o Papai Noel. Jack e Nursery Rhyme contam a Alter Lily sobre como Papai Noel lhes deu muitos presentes no último Natal. Alter Lily é então forçado a lutar contra eles, já que Papai Noel ensinou Jack e Nursery Rhyme que eles precisam lutar para ganhar seus presentes. Ela os derrota, e eles explicam que não ganham presentes desde que perdidos, embora ela tenha presentes para eles. De repente, uma chave preta rosa cai no chão marcando a chegada de Santa Mask. Santa Mask convence Alter Lily a fingir que perdeu para Jack e Nursery Rhyme. Ela passa a fingir que foi derrotada por Jack e Nursery Rhyme, explicando que a vitória tardia é porque eles usaram Damage ao longo do tempo. Fingindo estar muito fraca para se mover, ela decide dar seus presentes. Santa Mask agradece a Alter Lily por um trabalho bem feito, embora ela se sinta culpada por mentir. Depois que o Papai Noel vai embora, Jack e Nursery Rhyme convidam Alter Lily para o chá. Ela agradece pelo convite e avisa que lá entregará seus presentes. Chegando na festa do chá, ela deduz que nem EMIYA nem Asterios pediram presentes. Ela pergunta a Asterios se ele quer alguma coisa para o Natal, mas ele responde que não. Acreditando que duvida que ela seja o Papai Noel desde criança, Alter Lily diz a ele que ela é de fato o Papai Noel e exige saber o que ele quer. Asterios responde que quer que dias divertidos como o de hoje durem o máximo possível, um desejo que Alter Lily percebe que ela não pode conceder. Rejeitando a oferta de comida de Asterios e a tentativa de EMIYA de falar sobre ela, ela dá presentes a Jack e Nursery Rhyme. O presente é um eremitério, pois Alter Lily acredita que Jack e Nursery Rhyme precisam de um lugar tranquilo para estudar em vez de brincar. Ela tenta explicar por que isso seria bom para eles, mas então decide que não seria e foge. Enquanto ela corre, Alter Lily percebe que é praticamente tudo o que ela tem, e que ela tem desejo nem esperança, já que a existência dela é impossível. No entanto, apesar disso, ela pensou que poderia conceder os desejos dos outros em vez dos seus próprios, e é por isso que ela queria ser o Papai Noel. No entanto, ela acredita que falhou em ser o Papai Noel, pois não sabe o que faz as pessoas felizes. Sozinho no meio de um campo de neve, Alter Lily é finalmente encontrado por Ritsuka, Jack e Nursery Rhyme. Ela se sente abatida quando eles devolvem o presente para ela, mas eles dizem que querem ver o mar. Santa Mask então aparece e a incentiva a atender o pedido de Jack e Nursery Rhyme, já que ela pegou o presente de volta. Alter Lily diz a Jack e Nursery Rhyme para embarcarem no Llamrei II para que ela possa levá-los ao mar. Antes de sair, ela agradece ao Papai Noel e garante que fará o possível.
Enquanto o grupo voa para seu destino, eles são repentinamente puxados para baixo por um Servo. Após um pouso forçado, eles são confrontados por Leonidas, que proclama que não pode deixar Alter Lily conceder o desejo de Jack e Nursery Rhyme de ver o mar. Questionado sobre o motivo por Alter Lily, ele explica que é por ordem de um gênio que ele não pode deixá-los passar. Alter Lily então luta com ele, alegando que é função do Papai Noel conceder desejos. Após a derrota, Leônidas diz a Alter Lily que há um grupo de Servos esperando à frente, e avisa que sua jornada até o mar não será fácil. Ela pergunta por que ele está tentando impedir o Papai Noel de realizar um desejo, mas ele apenas responde que ela terá que pedir detalhes ao próximo Servo. Depois que Leonidas desaparece de volta para Caldéia, Alter Lily confirma a condição de todos quando o Papai Noel aparece novamente. Ele pergunta a ela se ela ainda está disposta a continuar sua jornada, apesar de saber que ela não receberá nenhuma recompensa por realizar um desejo. Hesitante a princípio, ela responde que quer conceder o desejo de Jack e Nursery Rhyme, em vez de forçar um presente que eles não querem. O Papai Noel diz a ela para proceder com cautela, e cabe ao Papai Noel conceder ou não um desejo. Depois que ele sai dizendo que Papai Noel pode não ser um santo, Alter Lily pensa em como ela queria refutar isso. Ela queria dizer que o Papai Noel é um nobre santo que realiza o desejo de todos, por isso ela escolheu se tornar o Papai Noel. No entanto, ela não pode deixar de sentir que o que o Papai Noel disse pode ser verdade. Ela treme de medo do que acontecerá depois do Natal e se pergunta se ainda terá permissão para existir. O grupo percebe que não pode mover o trenó, então eles decidem seguir em frente sem ele.
Montando acampamento em uma floresta, o grupo come o banquete que a EMIYA preparou anteriormente. Mais tarde naquela noite, Alter Lily fala com Ritsuka sozinho enquanto Jack e Nursery Rhyme estão dormindo. Ela pergunta por que eles estão dormindo, já que são servos, e acreditando que estão desperdiçando energia mágica desnecessária, ela pergunta a Ritsuka se eles estão incomodando. Ritsuka responde que eles não se importam, mas Alter Lily responde que ela sente que é mais apropriado para um Servo permanecer na forma espiritual durante os tempos de descanso. Seguindo essa crença, ela se prepara para entrar na forma espiritual, mas antes disso, ela pergunta a Ritsuka se eles já viram o mar. Depois de darem suas respostas, Alter Lily se pergunta se é bom para Jack e Nursery Rhyme ficarem ansiosos para ver o mar. Ela continua que não tem nenhuma memória do mar, já que seu eu adulto nunca o viu. Ela então pergunta qual é o sentido de ir ao mar durante o inverno, já que eles só podem vê-lo, em vez de no verão, quando podem nadar nele. Ritsuka diz a ela que provavelmente ela vai gostar.
Na manhã seguinte, o grupo se prepara para continuar para o oeste em direção ao mar quando Mash detecta dois Servos. Hassan, do Braço Amaldiçoado, aparece declarando que não pode deixar o grupo ir para o mar. Em resposta a Alter Lily perguntando o motivo, ele responde que é porque o verdadeiro Papai Noel está aqui. Alter Lily suspeita de suas respostas, já que pareceu que ele pensou nisso quando Ritsuka disse que havia outros papais noéis. Evitando a acusação, Cursed Arm apresenta o verdadeiro Papai Noel, Santam, que pergunta o que é Papai Noel. Alter Lily responde que Papai Noel é o concedente de desejos, alguém que traz alegria trazendo presentes. Santam responde: Papai Noel é um vigia sem rosto que trabalha nas sombras e depois se revela. Alter Lily, Jack e Nursery Rhyme imediatamente percebem que Santam é apenas EMIYA usando uma máscara; algo que o choca, já que eles não conseguiram descobrir a identidade do Papai Noel. Ignorando isso, EMIYA diz a Alter Lily que ele veio para corrigir sua visão equivocada do Papai Noel. Ele diz a ela que ela não é um verdadeiro Papai Noel se ela hesitar ou fugir dessa jornada. Ele a desafia a lutar com ele se ela realmente acredita ser o Papai Noel. Alter Lily está cheia de dúvidas sobre ser o Papai Noel, acreditando que talvez EMIYA seja um Papai Noel melhor do que ela. No entanto, apesar de suas dúvidas, ela decide lutar, declarando-se o Papai Noel, uma vez que lhe foi confiado o saco do Papai Noel. Depois que ele é derrotado, EMIYA diz a Alter Lily para seguir em frente, nunca esquecendo que ela é um verdadeiro Papai Noel. Depois que ele sai dizendo a ela para não esquecer seus deveres, Alter Lily parece deprimido, mas ela diz a Ritsuka que ela ficará bem.
Conforme o grupo se aproxima do mar, Alter Lily se pergunta se ela ainda poderá ser o Papai Noel ou se desaparecerá. Ela, Jack e Nursery Rhyme são carregados por Ritsuka enquanto fogem de uma horda de bonecas vivas. Ritsuka tropeça em uma pedra, então o grupo é forçado a lutar contra as bonecas. Depois que as bonecas são destruídas, Santa Mask aparece e trai Alter Lily, alegando que ele a levou para sua armadilha. Querendo pegar o saco do Papai Noel como seu, ele explica que a primeira regra do Papai Noel é que o Papai Noel deve ser indiferente, mas justo. Eles realizam desejos e dão presentes de maneira justa, sem preconceitos e sem interesses próprios. Ele diz que Alter Lily está perdida, perplexa e angustiada, mas ela continua. Alter Lily questiona se é ruim estar perdido e perplexo, ao que Santa Mask disse que é. Alter Lily então pergunta se o interesse próprio é desnecessário, mesmo o desejo de conceder desejos; Santa Mask diz que não é necessário para o Papai Noel. Jack pergunta a Alter Lily se ela vai com ela e Nursery Rhyme para o mar, pois os dois querem que ela vá. Chamando seu desejo de absurdo, Santa Mask exige o saco novamente, mas Alter Lily se recusa a dá-lo a ele. Ela declara que não vai entregar o saco para alguém que insulta crianças e decide que deve derrotar o Papai Noel. Depois de derrotá-lo, Alter Lily diz a Santa Mask para se afastar, o que ele faz porque a viu decidida como Papai Noel. Enquanto ela continua em direção ao mar, Alter Lily começa a tremer com a sensação que ela continua tendo. Jack e Nursery Rhyme seguram suas mãos, e os três continuam à frente de Ritsuka. Ao anoitecer, as meninas alcançam a costa e, ao ver o mar, Alter Lily pensa que provavelmente falhou como Papai Noel. Ela começa a chorar alto, agora percebendo que era ela quem queria ver o mar. Ela pede desculpas a Jack e Nursery Rhyme por terem vindo ao mar para realizar seus desejos, mas para conceder os dela. Eles dizem a ela que está tudo bem, acreditando que ela fez o melhor que qualquer Papai Noel poderia. Ela então ouve as ondas com eles. Depois, ela corre para Ritsuka, que a observava de longe, e diz a eles que é o Papai Noel, embora seja jovem, imatura, egoísta e indefesa. No entanto, apesar de suas falhas, ela quer ajudá-la a Ritsuka. Ela pergunta a eles se pode ficar com eles mesmo depois do Natal e depois. Ritsuka a aceita, então Alter Lily agradece e os abraça.
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2020.07.21 03:26 YatoToshiro Fate/Gensokyo #44 Assassin of Black (Fate/Apocrypha)


Fate/Aporcrypha Fate/Grand Order

​O verdadeiro nome do Assassin é Jack the Ripper (Jack, o Estripador), o lendário serial killer. Embora existam inúmeras teorias sobre quem poderia ser Jack, o Estripador, ela é uma interpretação da série de assassinatos sangrentos na Inglaterra do século XIX. Sua verdadeira natureza é a de uma coleção de fantasmas nascidos de filhos abortados de prostitutas em Whitechapel, Londres. Por ser uma coleção de espectros e não uma entidade única, perfurar seu coração não levará à sua morte imediata, mas o derramamento desses espectros.
Quando o número de crianças abortadas que foram descartadas nos rios atingiu os dez mil, a coleção de ressentimentos que as crianças compartilharam acabou formando o ser humano. Por ter sido criada a partir de crianças que ainda nem nasceram, ela não possuía bom senso e moralidade e simplesmente matou prostitutas para poder voltar ao útero. Em outras palavras, esse é o herético Jack que nasceu do "lado das vítimas".
Depois de matar várias mulheres, recebeu o nome de "Jack, o Estripador", e se alegrou por ter recebido um nome que havia sido negado por tanto tempo. No entanto, nem eles mesmos sabem ao certo se eram ou não "Jack, o Estripador". Afinal, eles são uma amálgama de espíritos malignos, então suas memórias são sempre vagas e, mesmo que lembrem de ter matado prostitutas, é incerto quem exatamente eles mataram. O que eles matam como assassino não é um indivíduo específico, mas a sociedade que os matou, e as fortes emoções que eles carregam não podem ser entendidos por nenhum outro herói, tornando-os além da salvação. Eventualmente, um mago descobriu que o culpado dos assassinatos bizarros era de natureza mágica e a extinguiu.
Ela provavelmente reinará perpetuamente como um eterno mistério e eternas trevas esculpidas na história da Inglaterra. Enquanto sua identidade nunca foi descoberta, suas facas foram deixadas para trás após sua morte e posteriormente obtidas por Hyouma Sagara.
Há um número numeroso de encarnações que compartilham o nome verdadeiro de "Jack, o Estripador", porque o caso nunca foi resolvido. Por exemplo, Berserker é uma entidade completamente diferente de Assassin.
Fate/Grand Order
Londres: O Mundo da Morte na Cidade do Nevoeiro Demoníaco
Jack, o Estripador, é convocado na Singularidade "London" através do "Demonic Fog" ao redor de Londres. Ela atua no grupo que forma o "Projeto Demonic Fog", usando seu próprio nevoeiro para expandir o "Demonic Fog" e matando pessoas nas ruas.
Jack, o Estripador, emboscou Ritsuka Fujimaru e Mash Kyrielight logo depois que eles chegaram à Singularidade. Ela, no entanto, é repelida, fazendo com que ela escape. Jack aparece novamente junto com Paracelsus, um dos mentores por trás da Singularidade, na delegacia da Scotland Yard, a quem Jack massacra, para obter um item mágico. Eles são confrontados pelo partido do protagonista, com Paracelso enviando Jack para matá-los. No entanto, o grupo consegue derrotar Jack, que desaparece depois.
Miss Quase Semanal Santa Alter
Sentindo-se sozinho e confuso no Natal com Nursery Rhyme, Jack, o Estripador, encontra Júlio César. Eles o confundem com Papai Noel, mas ele pede que esperem pacientemente pelo verdadeiro Papai Noel, já que ele não é o verdadeiro Papai Noel. Antes de partir, César diz que elas são boas garotas e espere pacientemente até lá e que ele tentará fazer algo por elas no próximo ano, se não puderem fazer isso.
Mais tarde, Jack e Nursery Rhyme convocam Ritsuka Fujimaru e Santa Alter para o seu mundo interior. Os dois perguntam a Santa Alter se ela é Santa, à qual ela responde que é e pergunta o que são. Eles respondem que não sabem o que são e também não têm nomes. Depois que Nursery Rhyme diz que eles só podiam olhar para a cidade, Jack diz que eles gostariam de algo quente para o Natal. Ela então afirma que eles não são tão complicados quanto Santa Alter pensa que são depois que ela os chamou de espíritos não realizados de meninas enquanto ainda é inocente, mas ignorando o amor.
Jack e Nursery Rhyme lutam contra ela para provar que são dignos de receber presentes, uma vez que não escreveram uma carta para o Papai Noel. No entanto, eles são derrotados e desesperam-se por não haver Natal para nenhum deles. Para sua confusão, apesar de Santa Alter fingir ser excessivamente derrotado por eles, e dá uma infinidade de presentes de Natal. Eles lhe agradecem pelos presentes, mas Jack pede que não haja muitas outras crianças esperando por seus presentes também. Santa Alter responde para não se preocupar e que ela só tem mais uma parada, e diz que os presentes são os espólios de sua vitória e não seus presentes individuais reais. Ela então lhes dá seus presentes; sendo Asterios como uma rena, com quem eles alegremente correm enquanto ela assiste. Quando Santa Alter vai embora, Jack a impede de agradecê-la por conceder o desejo a ela e à Nursery Rhyme. Jack e Nursery Rhyme então contam a Santa Alter sobre seu encontro com o outro Papai Noel.
Salomon: O Grande Templo do Tempo
Jack está entre os Servidores da Singularidade de "Londres" para ajudar a Caldéia contra os Pilares dos Deuses Demônios.
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2020.07.12 06:07 parkshorns Quando eu fui perseguido por uma psicopata, fiquei traumatizado e me provei digno do catfish

Olá Luba, gatas, e qualquer alma viva ou não viva que esteja vendo esse vídeo <3
Então, faz alguns meses que estou pensando se exponho essa história ou não. Mas, avisos: ela pode ser triste, revoltante e extremamente humilhante Kkjdsa. Mas me senti com coragem depois de ter visto o último vídeo, sobre o catfish. O texto ficou enorme, mas a história foi tensa, complicada, e resumi muuuito e muitos detalhes.
Bem, essa é a história de quando eu fiquei completamente traumatizado, surtei e me provei digno de um integrante do Catfish.
Tudo começou lá entre setembro e outubro de 2018. Eu (pode me chamar de N, ou Carls dskjkdsd), desde os meus 14 anos jogo rpg, mas como eu não tinha amigos próximos pra jogar os de mesa, eu jogo virtual mesmo. Geralmente é criado perfis do personagem (mais conhecidos como fakes), onde você desenvolve ele e etc. Enfim, em setembro de 2018 eu conheci uma pessoa pelo rpg, com um perfil/personagem do Peter Parker, eu infelizmente não tenho o print desse perfil, porque ele foi desativado. Nós começamos a conversar, por dias, quando eu percebi que eu estava começando a me apegar.
Eu nunca fui uma pessoa de esconder quem eu sou na vida real, então eu trocava fotos e áudios com essa pessoa. Esse Peter, era uma menina em off que dizia se chamar Cecília Amaral. Ela comentou comigo dados off dela, sobre a faculdade que ela cursava, onde morava e tal, falava sobre o melhor amigo dela e tudo mais. Uma bela noite, eu não havia ido na universidade (eu estudo a noite e ela também estudava), eu e ela estávamos conversando pelo whatsapp normalmente, eu contanto pra ela sobre como eu queria mandar um presente de natal pra ela. (Os prints 1, 2 e 3, ignorem a minha viadagem em todos os prints que eu mandar, eu era um retardado apaixonado ok). Quando ela simplesmente desapareceu, sumiu, depois de ter mandado uma mensagem pedindo ajuda. O perfil dela do rpg desapareceu, os dois personagens que ela tinha. Liguei pro número dela e não deu em nada. Pensei que algo de horrível tivesse acontecido, pedi pra amigos ligarem e nada.
Eu dei uma de catfish, joguei as fotos que eu tinha dela na internet, os dados da universidade, a cidade, o nome, tudo. Achei o perfil da desgramada e, na época, mostrava que estava em um relacionamento serio há seis meses com um garoto, o mesmo que ela dizia ser o melhor amigo pra mim. E o curso que ela dizia fazer também era mentira. (print 4)
Eu fiquei despedaçado, óbvio, me sentido horrível. Mas não tive coragem de ir atrás e mandar mensagem.
Semanas depois, conheci OUTRA pessoa no rpg (print 5), um outro personagem original. Conversa vai e vem, trocamos número de whatsapp e fotos. Ele dizia se chamar Nathaniel e que morava em Forks, tínhamos varias coisas em comum. Eu não desconfiei porque o DDD do telefone dele era o mesmo DDD de Forks quando pesquisei, e na época eu não fazia IDEIA que existia como fazer número do wpp fake. Ele me mandava fotos supostamente dele (print 6 e 7), dos lugares que ele ia e etc. Me mandou alguns áudios, mas pouquíssimos e mais tarde eu desconfiei que poderiam ser forjados no Messenger. Eu, como trouxa que sou e EXTREMAMENTE vulnerável me apeguei rapidamente, me tornando realmente dependente emocionalmente dele em questão de menos de uma semana. Uns dias antes dele sumir, ele me disse que havia sofrido um acidente de carro com um amigo dele e estava internado, então ele ficou uns dias no hospital. Eu mandava mensagens todos os dias, preocupado demais com ele e era extreeeeeeeeemamente meloso, não tenho orgulho da minha melosidade daquela época skjdja. (print 8, 9, 10, 11, 12 e 13).
Eu infelizmente não tenho os prints do whatsapp, porque quando eu surtei eu apaguei essas mensagens. Mas o que aconteceu? Exatamente igual a Cecília: ele simplesmente desapareceu sem mais nem menos, dessa vez nem se deu ao trabalho de desativar o perfil do rpg. Só sumiu, evaporou. (print 14).
Dessa vez, tudo me dizia que era a mesma pessoa da primeira vez. Eu surtei e tomei coragem, joguei as fotos que ele me mandou no google e descobri o perfil do instagram de um menino, o que ele pegava as fotos e fingia que eram dele. (Print 15). O menino tem uma namorada, e essa menina aparecia nas fotos que o Nathaniel me mandava e dizia que era a irmã dele. Nunca tive coragem de contar isso pro menino verdadeiro.
Eu fiquei completamente perdido, eu sentia que eu estava enlouquecendo e que tudo que acontecia comigo era uma mentira. Sem dúvidas, foi um dos piores momentos da minha vida. Outras novas pessoas me chamavam pra conversar no rpg, mas a minha mente sempre me dizia que era ela, a Cecília, fingindo ser outra pessoa pra me despedaçar tudo outra vez. Eu então saí do rpg, não aguentava mais ficar lá e ter a paranoia de que ela voltaria. Eventualmente eu melhorei, com ajuda dos meus amigos principalmente.
Um ano depois eu descobri que a Cecília, a primeira lá, tinha me desbloqueado no whatsapp. Eu ponderei muito e mandei mensagem, os prints estão ali abaixo. (Print 16 e 17).
Eu superei essa história toda, mesmo que tenha me deixado traumas irreparáveis de confiança, principalmente na internet. Eu nunca tinha passado por algo assim, uma espécie de perseguição doentia, nunca pensei que poderia acontecer comigo. Mas serviu de lição pra mim e que sirva de lição pra vocês, galera, principalmente nessa quarentena: amigos virtuais podem ser reais, podem ser saudáveis e pessoas que nos amparam. Mas psicopatas e pessoas mal intencionadas também existem e ninguém, principalmente na internet, é imune a elas. Não confie cegamente nas pessoas virtuais, não dê seu coração pra elas tão facilmente, exercite a sua dúvida. Desconfie e não se deixem enganar. E, por favor, tentem não se tornar dependentes emocionalmente de alguém, principalmente se você conheceu essa pessoa em um momento de extrema vulnerabilidade sua.
É isso aí, um texto enorme, mas eu precisava colocar essa história pra fora de alguma forma. Um beijo pra quem quiser e menor q 3.

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2020.06.28 02:46 Background-Fish3121 Ciúmes do pai da enteada

Oi pessoal,
Há mais ou menos 15 anos conheci minha namorada. Ela já tinha uma filha na época, com pouquíssimos meses, recém-saída de um relacionamento conturbado de idas e voltas. Na época, nem eu achei que poderia dar certo, mas o fato é que a coisa foi rolando e cá estamos nós, agora com mais um filho de 5 anos nosso, a menina com 14, e morando todos juntos.
Como ela tem um pai biológico, consentimos que a menina não me chamaria de pai. Eu que dei essa ideia principalmente por não saber como ele reagiria, e por não ter certeza que o relacionamento duraria tanto. Mas, sem qualquer surpresa, eu terminei ajudando muito na criação dela, educando-a, ensinando-a as coisas da vida e se tornando o amigo mais próximo que posso ser. No meu coração, sinto como se fosse minha filha mesmo. Ela me chama pelo nome, e me apresenta como padastro (normalmente) ou pai (mais raramente) para as amigas e pessoas em volta. A família como um todo entende que ela "dois pais", e tenho certeza que ela também sente isso, pois eventualmente diz isso. Para terminar de contextualizar, ela é muito carinhosa comigo, me ama, nos entendemos muito bem e temos um relacionamento digno de pai-filha (e orgulhosamente daqueles modernos, pois sou bem mente aberta). Talvez pela situação, peco no sentido de não dar os devidos limites algumas vezes, peso que termina ficando sobre a mãe, já que o outro pai nunca participou da educação dela nem procurou saber como é feita. A mãe diz que ele é só oba-oba, pega no final de semana e devolve sem ter nenhuma preocupação com as responsabilidades que um filho exige; concordo que ele é sim (nunca perguntou nem demonstrou interesse em nada sobre a criação; acho que só muda se um dia encontrar uma parceira, ter outro filho e não se separar), porém como a mãe e o pai dela não tem uma boa relação, fico sem ouvir o outro lado da história e bater o martelo sobre esse aspecto. Por fim, vale dizer que minha enteada e o pai dela também tem uma boa relação, e apenas imagino como deve ser pra ele também tudo isso, se é que ele pensa sobre (acho que não).
Como a guarda é da mãe, a menina sempre teve mais contato conosco que com o pai, ainda mais que há alguns anos precisou mudar para Natal a trabalho (moramos em Brasília), com visitas mensais e videochamadas para tentar suprir a distância. A menina não toma a iniciativa, é o pai que tem que ligar.
O ponto onde quero chegar: nos últimos anos tenho sentido muito ciúmes da relação dela com o pai. Cada presente que ela ganha, cada conversa animada, tudo isso termina me deixando meio bad, e as vezes fico chateado só por ele ligar (normalmente uma vez durante a semana é uma no fim de semana). Quando tive meu filho, achei que ia deixar essa questão um pouco de lado, mas parece que piorou. Acredito que seja porque depois que ele nasceu eu me aproximei como nunca da minha enteada, com medo de que ela se sentisse rejeitada dada a atenção que o irmãozinho novo naturalmente recebe (se já é comum entre irmão biológicos, imagine nesse caso...), mas divago.
Procurei muito na internet e não encontrei caso parecido com o meu, somente orientações de como ser um padrasto. Aprendi que o correto é não tentar substituir o papel de pai (pois ela tem um), muito menos criticá-lo ou aliená-la parentalmente, porém isso está me consumindo mais do que o normal e tem me incomodado cada vez mais, a ponto de eu achar na minha cabeça que é uma rivalidade (e claro, é óbvio que não é!).
Gostaria de saber a opinião de vocês se alguém tem alguma situação parecida ou dicas de como posso lidar com isso.
Criei uma conta só pra isso porque sabe como é o DF, pra me identificarem não precisa muito.
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2020.06.17 10:33 Lariplush Achei que era romance Netflix mas virou novela mexicana.

Olá, Lubisco, editores, Jeans, convidados e turma que está a a ver,(rip papelões). Minha história é meio grande mas vou tentar resumir pra vcs. Essa história já tem uns anos que vem rolando mas só percebi recentemente, tudo começou em meados de 2016. Eu vim morar em uma cidade de interior bem pequena lá pra 2013 ou 2014, (ps: nasci em SP e cresci lá tem 7 ou 8 anos que estou aqui), logo que cheguei me engracei com um hetero e tivemos um relacionamento longo, logo não saia muito de casa era só rolê de casal mesmo (logo vao entender o pq). Em meados de 2016 eu e o boy estávamos brigados minha mãe não queria ver ele, então combinei com uma amiga de ir na única boate da cidade pra fingir que to no rolê com ela e sair com ele, antes de ir pra boate ficamos eu, minha amiga e meu amigo gay esperando o meu noivo na época chegar em um barzinho de frente. Quando chega um grupo de meninas, uma delas ficou me olhando fixamente e meu amigo disse que o gaydar dele tava apitando que ela me queria, sempre fui bisexual mas não dei muita importância na época pq tava focada no meu relacionamento com o boy que logo chegou e eu sai de lá. O tempo passou e em 2017 eu pra casar com boy estava terminando os estudos junto com ele, estudávamos a noite na mesma sala, chegando na sala nova me deparo com a garota esquisita de novo (Ps: na época não me lembrava que era a mesma do barzinho), sentávamos próximo a ela tipo do lado separados por um corredor. O boy que eu estava era extremamente tóxico (vivia em um relacionamento abusivo e nem sabia) brigava comigo por tudo e sempre riamos brigas feias na sala, e ela acompanhava tudo de perto. Um belo dia ele ficou encarando a menina dizendo “essa desgraça não desconfia? Culpa é sua que gosta de ficar chamando atenção por ai”, eu sem entender nada achei que era loucura da cabeça dele, no outro dia começei a reparar e vi uns sinais, mas permaneci acreditando que era loucura, nesse meio tempo fomos sorteados pra ganhar um curso pré vestibular. E adivinhem quem foi sorteadas? É isso ai eu e ela. Nos aproximamos durante esse curso que era junto com outras escolas, sentávamos juntas e brincávamos tava começando a sentir coisas diferentes, até que um dia ela foi com outra garota que nem era do curso pra lá, eu supus que era namorada dela (a mina tinha cara de mal) então esse dia sentei com grupo de amigas, eu andava com as blogerinha populares pq era modelo na época, depois que ela me viu com a turma ela sumiu do curso, (na época não achei que fosse por minha causa). Na escola ela faltava quase sempre e eu tbm e não nos falávamos porque o boy morria de ciúmes dela, trocamos umas msgs no face pra trocar matéria ela me chamou pra sair com amigos mas não fui. Vida seguiu ano acabou, anos se passaram. O boy abusivo começou a ser agressivo comigo e lá pra fim de 2018, um belo dia em casa viu minhas msgs do face e achou minha conversa com ela e surtou “vc disse que ia sair com ela? Ia escondida? Pra quem não meche no face entrou só pra responder ela?” E no meio da briga me agrediu. Dai eu dei um basta e separamos, meses se passaram e já tava até com outro boy. Veio a black friday de 2019 e eu e meu novo boy decidimos passar na Americanas a madrugada comprando besteira, na fila a minha frente tinha uma garota primeira amiga que fiz quando cheguei na cidade, tínhamos nos afastado com o tempo e aquele dia nos reaproximamos e marcamos uns rolês, no segundo rolê com essa amiga minha estávamos conversando sobre sexualidade e eu disse que era bi mas que daquela cidade nunca tinha tido interesse em nenhuma guria, exceto uma ela me perguntou como era, dai eu expliquei, dai ela disse “mentiraaaa” e a (vamos chamar de Arls) eu disse que sim ela disse “que tudo” e passou, isso foi no domingo, quando foi quarta-feira, adivinha quem me solicita seguir no insta? Poiseee, já logo perguntei oque minha amiga tinha falado. Ela mandou o print que dizia “minha amiga quer beijar sua boca” pra Arls, é amados essa vergonha eu passei a vista. Começamos a conversar eu me expliquei pra ela papo vai papo vem, ficávamos conversando durante horas e horas madrugadas e madrugadas, marcaram um rolê pra gente se vê, (eu já tinha largado o boy da época), e dai rolou nosso primeiro beijo no banheiro de um posto de gasolina com total de 90% de pressão das 20 pessoas em volta que eu conhecia apenas 2 ou 3 no máximo, (Ps: sou extremamente tímida pra mim foi muito difícil), as coisas foram indo, nós morávamos no mesmo bairro, chegou Natal (ai Natal), ela foi em casa com uma galera depois fim de noite fomos pra outro posto. Estava eu lá bem bebada doida, mas clima de casalzinho com ela e a galera. Adivinha quem chega no posto? Isso mesmo o boy tóxico, (esqueci de contar que depois do término antes desse Natal ele já tinha me ameaçando várias vezes e tentado passar em cima de mim com o carro várias vezes tenho testemunhas disso) eu vi, ela viu que eu fiquei nervosa (medo o nome mesmo) e sem saber que um dos motivos do meu término foi ela, me beijou na frente dele, e foi lindo pq eu queria mesmo que ele me deixasse em paz e com ela eu tava bem e feliz (por enquanto). Depois disso ele só me chegou muito por msg e sumiu. Eu pensei é isso, mas meus pais não sabiam que eu era Bi, e tudo era escondido na cidade pequena e ela sempre me vinha com papo de “fique com outras pessoas pq não quero me prender eu vou pegar geral tbm uhul ✌🏻” falei “suave suavao” tava na época de liberdade pós relacionamento abusivo e tals dai eu tinha uma pessoa pra cada dia da semana, era o Farls a Larls o Cals a Tals, e por ai vai, sempre tive muitos amigos e bebia quase todos dos dias (meus pais estavam se separando tbm estava em uma fase difícil), mas sempre dava preferência pra ela (se ela quisesse namorar de verdade abriria mão de tudo por ela), até que prece que ela começou a se incomodar, a amiga da black friday começou me dar uns toques “para de trair ela” e eu “gente não namora é isso que ela quer”, ela tentava me fazer ciúmes nos roles que iamos mas as guria davam em cima de mim e ela emburrava, (nunca fiquei com ninguém na frente dela, quando tava com ela era só ela), um dia perguntei pra ela se ela queria que eu parasse se isso incomodava ela, ela me disse que não é que era coisa da minha cabeça, e que ela não podia namorar pq já tinha uma web namorada. Ok, continuei nos roles curtindo como se não houvesse amanhã, ela começou a mudar comigo me tratar mal ficar estranha, já não nos falávamos mais as madrugadas e sempre com grosseria, dai parei com meus roles tentei ser mais presente sempre levava um chocolate quando ela estava triste, (eu sempre gostei dela fazia aquelas coisas pra não me apegar a alguém que eu achava que não me queria e tinha medo de me machucar de novo), mas as coisas foram ficando cada vez mais estranhas, quando eu ia pra lá ela não saia do celular conversando com umas guria, nunca senti ciúmes pq não me achei no direito já que não tínhamos nada mas parecia sempre que ela queria esfregar na minha cara. Fato é um belo dia ela pediu para sermos apenas amigas, não durou 3 dias tava na cama dela de novo, ai começou um briga e se pega de novo teve muita coisa nesse meio não vou contar tudo pra não ficar muito maior do que já ta, mesmo assim ainda acho que ela não gostava de mim. Tinha uma amiga de faculdade minha que pagava de hétero e nós pegávamos as vezes, quando comecei a ver que estava gostando de mais da Arls a Larls se reaproximou bastante de mim (até então a Larls era única menina da regiam que eu tinha me envolvido sentimentalmente mesmo) um belo dia eu postando stores com a Larls a Arls parou de me seguir, dai eu vi que tinha magoado ela e me senti um lixo, nesse dia eu vi que estava apaixonada (nunca disse isso a ela) mas não conseguia mas “dormir” com a Larls, logo ela viu isso é tbm me mandou ir atrás da Arls, dai pra frente amores foi meu desande e descordai. Tentei me reaproximar dela mas ela sempre grossa me cortava sempre tentava me afastar, de todo jeito possível, mas de alguma forma eu vez ou outra conseguia dobrar ela e era perfeito noites lindas que sinto falta. Isso durou meses ela nunca mudava sempre me rebaixando e webs namoradas e tentando fazer de tudo pra me magoar. Eu permaneci até um dia cansar, e tentar ficar com outra pessoa agora serio sem tudo isso, ela me viu com essa guria e me mandou foto mal, adivinha quem foi no outro dia atrás? É eu mesma, foi mais uma das noites bonitinhas e perfeitas parecia até que tinhamos “voltado” . Não durou muito depois disso voltou tudo, mas ela ainda me chamava pra ir ver ela as vezes, até que um dia bebada em rolê (nosso grupo de amigos é o mesmo), a conheci uma guria e fiquei foda-se tava magoada e tals, advinha se não chegou na Alrs? E ai só piorou tudo. Nunca tinha dito oque sentia por ela por ela me tratar mal não queria ser piada na roda de amigos esses dias pra trás eu bebada acabei falando oque eu sentia pra ela ela por sua vez, demonstrou pena e disse que tava web namorado a 3 dias e queria que isso dela desse certo (detalhe a gente tinha se beijado 40 minutos antes). Fiquei triste mas aceitei afinal já esperava que ela não gostasse de mim, final de semana fui na casa dela buscar minha guitarra (Ps: havia sonhado com meu ex boy abusivo e ela uma semana anterior a eu ir na casa dela a semana toda, morro de medo desse guri quero ele longe), e adivinha né fiquei mais doque devia dormimos juntas. E ela com vídeo chamada com a web mina dela seila oque, no outro dia de manhã ela me acorda dizendo que a prima da guria amiga dela que tinha adotado uns cachorros dela tava lá pra mostrar os filhotes, ela me disse pra não sair do quarto e eu perguntei porque, ela disse que tinha acabado de descobrir que o boy da menina era o meu ex boy doido. Ela fingiu demência e foi brincar com os dogs e eu fiquei em estado de choque dentro da casa “me deu crise de ansiedade e pânico” sozinha enquanto eles confraternizavam tranquilamente, eu sem bateria no cel e sem dinheiro pra ir embora. Ela entrou depois de um tempão e olhou nos meus olhos e me perguntou. “Tem certeza que ele te batia? Ele parece ser legal.” De todas as coisas que ela tinha me dito e feito essa foi a que mais me feriu, depois disso ficou do meu lado dizendo por video chamada sobre como queria chupar a web namorada, e a minha carona não chegava, (Ps: não moro mais perto dela tipo do outro lado da cidade) aqui não tem ônibus e mesmo que tivesse tava sem grana só cartao, aqui não tem uber nem os moto táxi não aceitam cartão e era domingo, ou seja tava presa ali, tudo aquilo tava me matando eu fui pro quarto dela escondida chorar tipo muito, até que ela me mandou msg pra me falar pra ir embora, disse que pagava e tudo que não me queria ali mais, meu celular acabou a bateria não consegui avisar quem ia me buscar que eu ia sair daí mas mesmo assim, levantei chorando peguei minha guitarra e atravessei a cidade toda com a guitarra nas costas chorando. Infelizmente ainda esqueci minha blusa lá e vim embora com a roupa dela. Minha carona meu amigo me achou na rua chorando ele tava desesperado tadinho, dai fiquei bad sumi de tudo whats, insta, durante uns 4 dias, (isso tudo foi no domingo) depois de um tempo voltei e no outro final de semana descobri que na terça-feira (dois dias que eu tava sumida de tudo) ela havia trocado de numero e na quinta me “silenciado” no Instagram, crente que eu ia atrás dela. Não fui,nem iria, nem vou, pois dessa vez eu fiquei muito magoada com oque escutei dela mesmo tendo ela visto tudo que viu e apesar de gostar muito dela é isso não passou até hj. Cansei disso tudo... Não vi mais ela depois disso tudo nem sei se verei (toda vez que nos víamos era um climão bizarro sempre acabava na cama dela ou atracada em um canto) por enquanto permaneço firme, mas magoada e com saudades ao mesmo tempo. Queria muito que tivesse dado certo mas enfim, gosto muito dela talvez ela nem saiba e nem vai saber se o Luba ler pq ela odeio YouTubers em geral então é isso. E ai eu fui a babaca?
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2020.06.13 02:11 Arfrodite Minha vida dá um um filme part 1

Olá seres vivos e não vivos. Sou Potiguar, moro numa região meio periférica de Natal, onde rola de tudo. Uma bela tarde eu chamei uma amiga minha (vamos chama-la de Balrs) aqui para casa, pois ela mora perto e estava passando por umas coisas bem difíceis. Ela veio e logo chegou outra amiga (chamada Galrs) e nós ficamos comendo brigadeiro e falando da vida. Quando deu umas 7 da noite a gente estava na calçada da igreja que fica do lado da minha casa (o que é o sexto andar se comparado a um IGREJA EVANGÉLICA PENTECOSTAL, não e mexmo?!) falando em como a rua tava deserta e que parecia coisa de filme, quando minha mãe apareceu no portão e disse para eu levar meu cachorro para passear. Eu entrei para vestir uma roupa mais decente (eu estava de pijama) e quando voltei tinham colocado coleira no meu cachorro (que é uma mistura de pitbull, dálmata e vira-lata), no cachorro da minha mãe (que é um puddle cinza, velho e ranzinza) e Balrs tinha ido buscar a cachorra dela (uma vira-lata que é crush do meu cachorro). Com os cachorro encoleirados eu, Galrs e Balrs fomos em direção à um enorme terreno que há no final da minha rua. É um grande loteamento, sem iluminação, que dá para uma área restrita da marinha, e dá também para uma área pouco movimentada, que tem muitas casas mas também muitos perigos. Meu cachorro (que estava comigo), quando chegou na entrada do terreno (que tinhamos que passar por uma pequena área pra chegar nas ruas) foi logo se animando e eu disse para que a gente fosse mais a dentro do terreno, para soltarmos os cachorros para brincarem. Balrs olhou para o terreno escuro e se negou, dizendo que era perigoso e que deveriamos ir pra rua que passa pela lateral do terreno. Eu insisti que era tranquilo (já tinha ido sozinha com o dog) é a gente começou a adentrar, mas eu vi Balrs muito hesitante e disse que então iríamos ir pelo caminho de Balrs. Demos meia volta e, por duas vezes, eu disse "imagina se eu que tenho razão e o caminho que eu disse é o mais seguro", e a gente ficou falando que é coisa de filme e que eu seria a merdeira que faria todo mundo se dar mal. Fomos tranquilamente pela rota "segura" e Galrs (ela morre de medi de cavalos) apontou uns cavalos pastando tranquilamente, a gente tava de boas quando ouvimos um barulhos crescente... a unica coisa que eu vi foi um enorme cavalo vindo na direção de Balrs, que estava estática, quando eu ia dar um passo pra empurrar ela, o cavalo desviou e parou tranquilamente como se nada tivesse acontecido, os cachorros estavam congelados. Balrs só reagiu quando sua cachorra magicamente se soltou da coleira e tentou fugir (sim, a cachorra que estava estática simplesmente se soltou da coleira peitoral). Galrs estava vários metros atrás (segundo ela, ela andou para trás e só conseguia me ver e ver o cavalo, ela não via Balrs). Decidimos voltar e as meninas disseram que eu estava certa e que deveríamos ir pelo caminho que eu disse, só que eu senti uma coisa estranha, olhei pra extensão do terreno iluminado pela lua e ao longe vi um avião (há um aeroporto próximo) e aquele avião tinha algo de muito estranho e eu senti que se entrassemos mais adentro do terreno ia acontecer algo ruim (sou muito sensitiva), então eu disse pra a gente voltar pra minha casa. Ficamos abaladas e sentamos na calçada da igreja e falamos do ocorrido por um tempo quando um cavalo apareceu vindo caminhando na nossa direção, ficamos assustadas mas eu tentei agir de forma engraçada para aliviar o clima, o cavalo passou por nós, foi até metade da rua e depois voltou vindo na nossa direção de novo, passando de novo por nós e depois entrando em outra rua. Parecia muito um filme de terror, onde algo ou alguém apareceria e nos mataria. E é isso, quem sabe eu traga mais histórias, como da vez que fui trabalhar e encontrei uma possível carga de caminhão roubada.
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2020.06.13 01:43 OneTickEat Minha ex está me chantageando

Eu nunca imaginei que isso pudesse acontecer comigo, e nem sei como lidar.
Vou explicar a história. Eu acabei com a minha ex no começo do ano passado, principalmente por motivação dela. Tínhamos ficado juntos por alguns anos e, mesmo depois de terminarmos, ela era uma pessoa que eu tinha em alta conta.
Ela chegou a mostrar que queria voltar, mas não voltamos. Eu me formei, voltei pra minha cidade natal, e comecei a aplicar pra projetos no exterior. Conheci uma menina nova que é importante pra mim. Enfim, estava tocando meu barco.
Eu ainda mantia contato esporádico com a minha ex. Perguntei uma vez como ela estava na quarentena, etc. etc. Por uma questão de mínimo respeito e amizade.
Daí chegou a semana em que eu ia fazer minha primeira entrevista para um doutorado no exterior. O meu maior sonho nunca esteve tão próximo de se realizar. O resultado dessa entrevista seria capaz de alterar todo o curso da minha vida. Passei os três dias que tinha imerso no inglês, ouvindo podcasts, assistindo filmes sem legenda e lendo livros pra poder ficar com a língua bem fluente. Não podia falhar em nada.
No último dia antes da entrevista, minha ex mandou a mensagem: "você está namorando?". Imediatamente eu fiquei chateado. Sabia que vinha confusão pela frente, e a última coisa que eu precisava era que algo abalasse meu emocional. Pra acabar a conversa ali, eu disse "olha, você ainda mexe muito comigo, e eu estou lidando com coisas muito importantes no momento".
Eu quis ser vago e acabar a conversa. Também não ia dar explicações sobre a minha vida amorosa, afinal não tem nada a ver com ela. Mas hoje, no dia dos namorados, ela me manda o print dessa conversa. E diz:
"Já falou pra sua namorada que eu mexo muito com você? Antes de sair vou pensar sobre o que fazer de bom com isso"
Ela me chantageou. E eu não consigo nem conceber o tamanho da maldade que passa por uma pessoa que faz algo do tipo. Eu não me preocupo com ela mandar o print pra quem quer que seja, afinal não tenho problema nenhum em dizer que ela mexe muito comigo: me causa TRISTEZA.
Mas o que mais me causa tristeza é uma pessoa com quem eu já tive um relacionamento descer num nível tão baixo e ter a intenção de fazer o mal contra mim. Eu não entendo, e nem consigo lidar com isso.
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2020.02.13 04:11 grilozo História de amizades

Eu sempre tive dificuldade em conversar e fazer amizades, só tive contato com família e vizinhos bem próximos na infância, mas era algo familiar e entediante. Eu tenho um espírito meio aventureiro, contudo era difícil de me aventurar dentro de casa. Então sempre fiz tudo que eu queria sozinho, e o que não dava, brincava de faz de conta. Demorou anos para eu fazer um amigo, nos conhecemos por conta que ele era irmão da minha cunhada e estudávamos na mesma escola. Porém passou o fundamental e nos afastamos muito, cada um foi pra uma escola diferente, isso fez com que ele fizesse novas amizades e acabasse parando de conversar comigo. No ensino médio tentei ser completamente diferente, mas eu ainda era bem introspectivo e não gostava de me abrir facilmente com as pessoas. E por não querer que as pessoas soubessem sobre mim de verdade, eu mentia, então tudo ficava muito mais divertido. Entretanto acabei cedendo e fiz uma amizade, uma amiga Nessa época também em que comecei a questionar minha sexualidade e aceitar ela. Mas foi só por conta dessa amiga que eu consegui me aceitar definitivamente, ela praticamente me obrigou a ficar com o melhor amigo dela pois contei a ela que me sentia atraído por meninos e não meninas, agradeço a ela hoje em dia por isso. Então foi isso, no ensino médio eu tinha feito uma amiga que sabia tudo sobre mim e me aceitava de todas as formas, eu finalmente podia ser eu mesmo e ela gostava de se aventurar comigo. Com ela em que fui na minha primeira festa, bebi pela primeira vez, enfim fiz de tudo que eu sempre quis. Até que saindo pra ir pra um bar em que ela ia pra comer pastel de chocolate, nós acabamos fazendo amizade com um grupo de pessoas e começamos a sair com eles. Este foi um dos melhores momentos da minha vida, eu podia estar enfrentando milhares de problemas pessoais em casa e na minha família. Mas quando eu estava com eles, eu me sentia infinito e que podia fazer o que quiser. Eramos um grupo enorme, passei a conversar com inúmeras pessoas, sair com vários meninos, ir em muitas festas, conhecer muita gente e ser reconhecido. Eu estava me sentindo o famosinho do ensino médio, só que na cidade inteira, não na escola. Então começaram a acontecer eventos com essas pessoas e nosso grupo começou a se dissolver, muitas brigas e desavenças. Eu comecei a me ver deixado de lado, como se não fosse de tanta importância, todos começaram a seguir seu caminho e o grupo diminuiu, mas ainda estava ali, só que bem menos presente que antes Então dois anos atrás chegou o meu caminho, meus pais receberam uma proposta de trabalho e iriam se mudar pro litoral, uma cidade bem longe da minha natal, então eu teria que me mudar junto. Foi uma notícia trágica, pois dentro desse grupo de amigos eu tinha uns muito próximos e eles ficaram abalados com a minha partida. Houveram muitos dias de despedidas, inclusive uma super festa que foi uma grande loucura Hoje vai completar dois anos em que me mudei para essa cidade no litoral e até hoje não consegui fazer um amigo, sigo com esperanças quando irei encontrar um ou grupo de amigos para nos divertimos.
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2020.02.02 16:57 ankallima_ellen As Aventuras de Gabi nas Terras do Estrogênio – Sexagésima Semana – Um Conto de Três Natais

Pode-se de certa forma bem acurada dizer que a minha estória recomeçou numa fatídica véspera de Natal há dois anos. Viajara juntamente com a esposa até as longínquas Terras Teutônicas para passar as festas com meus pais e irmãos. Foi enquanto me preparava para as comemorações que reparei na imensidão da minha testa emoldurada por entradas colossais e coroada por um cabelo cada vez mais ralo. Um desespero atroz se apossou de mim. Aquele terror de quando nos deparamos com a inexorabilidade do tempo. O mesmo que se esvaia por entre meus dedos junto com os fios que copiosamente caiam. Lágrimas secas escorriam pelo rosto. Jamais seria a garota de meus sonhos.
A constatação da iminente careca desengatilhou sentimentos inextricáveis que julgava há tempos subjugados. Emergindo da obscuridade de um passado quase esquecido e com uma impetuosidade impensada: a disforia me dominou. Afinal, a minha então definição de feminilidade dependia intrinsecamente de belas e longas madeixas. Uma mulher careca era algo impensado. Toda a cor do mundo de um súbito se esvaiu. Em frangalhos, fingi uma felicidade que a cada dia se tornava mais custosa. Aos poucos, o desespero me tornou apática. A vontade de viver esvaia-se conforme me distanciava de meu sonho. Cada vez mais improvável, se não impossível. Era a depressão, fruto de quem se sentia impotente para reivindicar o próprio destino. Não havia nada a fazer, exceto fugir para o esquecimento. Morte.
Havia sido um ano bem conturbado. Aceitar-se, nunca é fácil. Ainda mais quando a mudança necessária é brusca e das mais incertas. Uma aposta das mais arriscadas, joga-se tudo: de relacionamentos à carreira em troca de uma tentativa de ser feliz. Não se trata tanto de coragem, mas de uma última medida desesperada de quem já tinha encarado a morte de perto. À época do Natal do ano passado, apesar de já ter iniciado a revolução hormonal em minhas veias, poucos sabiam de minha verdadeira natureza. A esposa e amigos mais próximos apoiavam-me, contudo, com a família a situação estava bem mais delicada. Contara a meus pais pouco antes da véspera de Natal com a segurança de um oceano entre a gente e a certeza de que não estaria com eles durante as festas. Uma de minhas mais sabias decisões. Passaria com a amigos da minha esposa. Contudo, ainda sob a máscara de uma masculinidade decadente. Não era o momento adequado para contar certas coisas.
Doeu muito ver a esposa passando maquiagem e ficando linda para a festa, enquanto me contentava com uma camiseta e bermuda. Doeu ainda mais quando uma das crianças presentes, em toda a sua inocência me perguntou se era menino ou menina. A língua coçou para responder o certo, mas no meu vacilar, a amiga da esposa quase deu uma dura no menino pela pergunta que julgara estúpida. Ora, eu era obviamente um homem. Vontade de chorar, de dar de louca e enfiar a minha feminilidade goela abaixo, de sumir dali. A felicidade tão perto e ao mesmo tempo tão longe. A máscara estava mais pesada do que nunca.
Fingir ser alguém que não era, ainda mais com toda a revolução que se passava com meu corpo e mente, estava a cada dia mais impossível. Algo precisava ser feito antes que implodisse. Pouco mais de um mês depois dessa famigerada noite, já bradava aos quatro ventos virtuais e reais quem de fato era. Nada mais de fingimentos. Se já não fingia para mim, por que deveria continuar encarnando um personagem que só me machucava? A resposta foi bem mais positiva do que imaginara, contudo, a situação com a minha família só piorava. Não era sob a forma de transfobia descarada. Se fosse, seria mais fácil lidar. Eram os reflexos de uma relação forjada sobre a culpa e a dívida. Pais narcisistas que não queriam que a filha crescesse e enfim saísse do ninho.
Ficou-me claro que seria impossível estar com eles no Natal, a festa favorita de minha mãe. Se mesmo à distância me machucam com seus comentários e atitudes, imagine presa na mesma casa que eles, no meio de um pântano teutão. Nem recursos para fugir direito teria. Avisei-lhes logo. Não queria criar expectativas de uma possível passação de pano inspirada por crendices que nada me significam. Chantagem emocional não faltou, mas me mantive firme. Não bastava me reinventar, tinha que criar minhas próprias tradições familiares. A família é pequena: apenas a esposa e eu. Mas amor e compreensão e apoio mútuo não faltam. E é isso que sustenta uma família. Foi simples. Passamos o dia inteiro cozinhando juntas a ceia. Arrumamo-nos, vestidos fofíssimos, maquiagem e tudo que uma garota tem direito. Estávamos lindas quando sentamos para comer. Ganhava o maior presente que podia: ser amada sendo eu mesma. O melhor Natal.

A dançar pelada na frente do espelho
Sinto aos poucos ressurgir o desejo
Nada mais me resta do antigo fedelho
Somente curvas e volúpia vejo

Uma excelente semana a todes!
Beijocas,
Gabi
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2020.01.01 21:40 altovaliriano O Norte não é lugar para um Peixe Negro

Link: https://towerofthehand.com/blog/2012/08/14-north-is-not-for-blackfish/index.html
Autor: Klaus (colaborador da Tower of the Hand)

Como a maioria dos leitores, tenho algumas idéias sobre onde Brynden Tully, o Peixe Negro, foi depois de sua fuga de Correrrio. Há muito tempo penso que ele iria para o Norte e procuraria Jon Snow, ou pelo menos apareceria em Winterfell. Essas idéias se expandiram tanto, que em certo ponto de A Dança dos Dragões, eu realmente acreditava que ele era o "Fantasma de Winterfell" (se é que essa pessoa misteriosa realmente existe). Mas, depois de procurar mais evidências, cheguei a outra conclusão.
A idéia de que Peixe Negro possa dizer a Jon que ele foi legitimado como herdeiro de Robb é atraente para todos os fãs dos Stark-Tully, mas isso pode não ser tão realista quanto parece. Embora ainda seja possível que o Peixe Negro rume para o Norte, é muito mais provável que ele vá para outro lugar.

Por que não o Norte?

Primeiro, alguns argumentos contra Brynden Tully ter atravessado o Gargalo, muito menos ter seguido para o Norte.
1) Os leitores não sabem ao certo se Brynden Tully sabe que Jon Snow é o herdeiro de Robb Stark (supondo que isso seja verdade). Robb tomou a decisão quando estava a caminho das Gêmeas, enquanto Brynden permaneceu em Correrrio como Protetor das Marcas Meridionais. Eles podem ter falado sobre isso com antecedência e ele até pode supor isso, mas Brynden não poderia ter 100% de certeza. Após a decisão, Robb enviou apenas dois navios com "suas ordens" (uma carta nunca foi mencionada). Um foi comandado por Galbart Glover , o outro por Maege Mormont. Deveriam seguir para a Atalaia da Água Cinzenta e depois contar a Howland Reed e os senhores do Norte sobre as intenções de Robb. Ainda não sabemos o que aconteceu estes dois. O resto dos comandantes auxiliares de Robb foram mortos ou capturados no Casamento Vermelho, portanto nenhum deles poderia ter informado Peixe Negro. Porém, há uma maneira de ele saber: Edmure poderia ter contado a ele quando se encontraram antes de sua fuga de Correrrio - mas meu próximo argumento contradiz isso.
2) O próximo ponto que sustenta a idéia de que Brynden não sabe que Jon é o herdeiro de Robb: ele recusou a maneira mais fácil de contatar Jon. Jaime Lannister lhe ofereceu salvo conduto caso entregasse o castelo e tomasse o negro. Muito pode ser dito sobre Brynden Tully, mas ele não é estúpido. Por que "fugir" à noite pelo rio frio, quando ele poderia ter dito ‘Ok, aceito sua oferta’? Claro, ele não confia em Jaime, mas poderia ter negociado termos adicionais. Por exemplo, ele poderia ter insistido em guardas adicionais de casas mais confiáveis ​​do que os Lannister ou os Frey para acompanhá-lo até a Muralha (Marbrand, por exemplo).
3) Brynden Tully é filho das Terras Fluviais e passou grande parte de sua vida adulta no Vale, tendo sido comandante lá por um longo tempo. Mas ele é um estranho para o Norte e para os senhores que lá governam. Ele não pode saber qual senhor está do lado de Bolton ou Karstark e quem ainda é um fiel da Stark (algo que até mesmo o leitor, como espectador externo, não sabe ao certo).
4) As palavras dos Tully são "Família, Dever, Honra". Quaisquer que sejam as intenções de Brynden, a família sempre virá em primeiro lugar. Sua teimosia provavelmente o impediria de ver alguém, exceto os filhos de Catelyn e Lysa, como sua família direta. Jon Snow (mesmo que ele seja realmente o único filho restante de Ned Stark) é um bastardo, e um bastardo STARK. Então, Jon Snow nunca contará como um membro da House Tully. Brynden até diz a Jaime que ele não confia em Jon. Com Hoster e Catelyn mortos, Edmure preso e todas as crianças Stark presumivelmente mortas, ele tem apenas uma parte de sua família sobrando - sua sobrinha Lysa e seu sobrinho-neto Robert “Passarinho” Arryn. Pelo menos Robert Arryn ainda está vivo quando ele deixa Correrrio. Não sabemos se ele ouviu falar da morte de Lysa.
5) Simples razões geográficas. É um longo desde Correrrio, especialmente sozinho, escondido e sem um cavalo. E o Gargalo foi fechado ou guardado pelas forças de Bolton (dependendo da linha do tempo) no momento de sua fuga.

Quatro teorias prováveis

Eu realmente não penso mais que o Peixe Negro irá para o Norte. Mas ainda acredito que ele aparecerá em algum lugar e fará alguma coisa. Talvez surpreenda a todos. Minhas idéias (da mais provável e plausível para a menos) são:
Teoria A: Ficar por perto
O movimento mais provável é que Brynden tenha ficado em algum lugar próximo, se escondendo e angariando apoio, indo para a guerra de guerrilha. O lugar mais fácil para ele fazer isso é nas Terras Fluviais. É a região de sua Casa. Ele conhece a terra e as pessoas o conhecem. Como Tully, ele pode encontrar apoio aqui. Lannisters e Freys não são os governantes mais populares. Mesmo que encontrar ajuda com o povo se torne difícil (os plebeus sofreram por sua teimosia), os senhores podem ser mais tolerantes. Peixe Negro apoiou a causa de defender sua terra natal. Jaime Lannister também acha que é isso que está acontecendo, chegando a mencionar quando o vemos em A Dança dos Dragões.
Considerando-se a visão de George RR Martin de construir uma história instigante, isso poderia ser particularmente interessante, porque com Jaime, Senhora Coração de Pedra, Brienne, Gendry, Genna Lannister (a nova Senhora de Correrrio), um monte de Freys e a Irmandade sem Estandartes, teríamos um bom número de protagonistas em uma pequena área. Um encontro de Peixe Negro com Senhora Coração de Pedra poderia dar uma boa reviravolta à história. A atitude do Peixe Negro se encaixaria no padrão ‘não perdoar’ / ‘não esquecer’ da Irmandade.
Teoria B: A estrada da montanha
Ele poderia lutar ou esgueirar-se pela Estrada de Altitude e entrar no Vale. Quando chegasse ao Portão Sangrento, ele certamente já teria ouvido falar da morte de Lysa. Portanto, a segurança de seu sobrinho-neto pode se tornar seu objetivo principal. Ele poderia até pedir ajuda a Petyr Baelish. Não sabemos o que ele pensa sobre Mindinho. Talvez eles estejam em bons termos? Caso contrário: ele simplesmente precisa encontrar alguns senhores que não estão muito felizes com Mindinho como governante (por exemplo, o restante dos Senhores Declarantes).
No Vale, ele certamente sabe quais senhores seriam os melhores para pedir abrigo (por exemplo, Bronze Yohn Royce?). Talvez alguns deles até queiram seguir Robb. Ele pode encontrar apoiadores neles. A tia de Jaime, Genna, disse algo nesse sentido. Ela temia que, se Edmure fosse morto e Brynden sobrevivesse, este último reivindicaria Correrrio em nome dele ou de Robert Arryn. Isso significa implicitamente que Genna acha que ele procuraria abrigo no Ninho da Águia.
Os leitores sabem que Brynden tem outra coisa a fazer no Vale: se ele encontrar Sansa (mesmo pela primeira vez), ele é um dos poucos que a reconheceriam imediatamente como filha de sua mãe. Com Mindinho, Sansa, Harry o Herdeiro, Mya Stone, Passarinho, Bronze Yohn, os Senhores Declarantes e Peixe Negro, a configuração do Vale também pode ser interessante em termos narrativos.
Teoria C: Procure o cranogmano
Brynden poderia procurar Howland Reed e encontrar um lugar seguro em Atalaia da Água CInzenta. Isso ainda é possível. Mas para onde ir a partir daí? Ele conhece Howland Reed e como encontrá-lo? Mesmo os senhores do Norte não reconhecem a importância de Reed (Robb teve que explicar isso para eles em um dos últimos capítulos de Catelyn). Como o Blackfish sabia que Howland poderia ser a chave para o Norte e que poderia ter algumas informações valiosas? Fora isso, a resistência no Norte ainda não havia construído uma base comum quando ele escapou de Correrrio (nem mesmo até certo ponto de A Dança dos Dragões).
Os Reeds lutam no Gargalo, ninguém (exceto Davos, e somente em ADWD) conhece as intenções de Wyman Manderly. Os Karstarks fazem têm seus próprios planos. Os clãs estão no momento com Stannis. Roose Bolton está estacionado em Winterfell. Os Mormonts são invisíveis. Os Umber estão divididos e/ou em conflito. E os Glover, quem sabe? Howland Reed pode ter alguma missão para o Peixe Negro, mas a única missão razoável que Reed poderia dar a Brynden Tully é recuperar "Arya". Mas ele nunca a conheceu. Como ele poderia encontrá-la e salvá-la, sem falar no problema de encontrar aliados confiáveis ​​no Norte? Assim, não há motivo para Reed enviá-lo para o Norte.
Teoria D: O lobo na barriga
[omiti essa parte, pois esta teoria já foi provada errada por GRRM]

Brynden Tully, o Fodão!

Esses eram os caminhos mais prováveis ​​para o Peixe Negro. Agora é hora da parte verdadeiramente maluca. Resumindo: Brynden se tornará a versão do GRRM de John Rambo ou Chuck Norris, uma unidade de comando de um homem.
Entende? Vários caminhos alternativos mais ou menos possíveis para Brynden Tully seguir. Contudo, as teorias A e B ainda parecem ser as mais plausíveis para mim. Jaime Lannister pensa que é A, Genna pensa que é B. Eu costumo acreditar na intuição de Jaime aqui e escolher a A. Mas, do ponto de vista do GRRM, B também pode levar a tramas interessantes (o cenário da Vale ainda não é tão central como poderia ser).
Gosto da ideia de que o Peixe Negro possa revelar Sansa (ou pelo menos a ajude de alguma forma) e que isso traga problemas para Mindinho. Conhecendo o GRRM, todas as possibilidades são mais ou menos imagináveis ​​(mesmo a primeira teoria "maluca" não é totalmente maluca). E levar uma certa mensagem para Jon ainda não é totalmente improvável, embora não seja tão provável quanto todos possam supor.
O que vocês acham?
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2019.12.03 08:53 llSrSombrall Sobre Sexo, Traumas e ódio de mim mesmo.

Na verdade eu escrevi, desisti, re- escrevi, e fiquei nessa, mas resolvi fazer esse post em definitivo porque acho que meu desabafo pode ajudar outras pessoas, e não me refiro tanto a você que está lendo, e sim segundos e terceiros que se relacionarão com você. Essa história tem mais elementos, porém não me sinto bem de escreve-los aqui, porque envolve situações que dizem respeito a uma segunda pessoa.
A um bom tempo atrás eu estava ficando com uma pessoa, que até hoje é muito minha amiga/ amor da minha vida, com quem eu gostaria de envelhecer. Um certo dia voltamos de uma festa e resolvemos fazer sexo. No momento da penetração eu acabei machucando ela, tudo porque eu era muito virgem, tinha 22 anos nesse tempo e ela era a primeira mulher com quem eu relacionava. Eu tinha como base do que era sexo a pornografia, e geralmente nesses filmes o que ocorre é uma penetração muito brusca, e isso é tido como o normal. Porém não é bem assim, e só vim descobrir isso durante esse meu relacionamento, descobrir que o feminino é todo um outro universo.
continuando.
Minha parceira sentiu dor, foi bem perceptível, mas depois de uma breve parada a relação continuou, em outro ritmo, até seu fim. Durante 70% da nossa relação, ela não interagiu mais, ficou deitada até acabar.
Me senti muito mal por aquela primeira penetração e por como as coisas sucederam, e tudo por conta da minha ignorância e imaturidade, eu tive vergonha de falar para ela nesse tempo que eu era virgem, se eu contasse, com certeza as coisas seriam conduzidas de outra forma. Hoje percebo o quão mal eu fiz pra ela, mesmo que não tenha sido essa a minha intenção. Percebo que se ela ficou parada ali durante o ato, é porque ela não queria continuar com aquilo, mas ela simplesmente deixou continuar, talvez por não saber como proceder. Assim como eu ela era imatura também, menos do que eu, mas imatura. Esse dia desencadeou eventos infernais em nossas vidas: veio uma gravidez indesejada e tempos depois um aborto espontâneo, sendo que esses dois eventos ocorreram depois de nos separarmos após um desentendimento. Seguimos nossas vidas hora juntos hora separados, alguns meses antes desse maldito dia que descrevi, minha companheira havia sofrido um estupro, e a soma de tudo isso fez com que todo esse contexto seja ainda mais terrível. Tentamos de várias formas ficar juntos, porque nos amamos e nos damos bem até hoje, temos confiança um no outro e companheirismo, mas naquele dia gatilhos foram colocados. Ela desenvolveu uma grande dificuldade em manter relações sexuais, sendo que comigo isso era algo impossível, tentamos algumas vezes, mas não dava certo, e depois de idas e vindas, términos e voltas inesgotáveis, nossa relação desgastou até o momento presente, onde resolvemos não tentar ficar mais juntos. Tenho dificuldades em me relacionar também. Ela hoje segue bem, e mais fortalecida do que nunca apesar dos traumas.
Eu me sinto o lixo do lixo do lixo por todo o ocorrido, principalmente somado a outras histórias escrotas que tive conhecimento dessa minha amiga com outros caras com quem ela se relacionou, e com situações parecidas que ocorreram com outras mulheres, conhecidas e desconhecidas. Nós homens desde a infância somos expostos a regras morais de conduta, do que é ser homem e etc.. sem perceber que na verdade tudo não passa de um maldito machismo, e enquanto isso mulheres sofrem a cada dia pela nossa ignorância, sendo que certas coisas, apesar de feitas por ignorância, por não sabermos das coisas, causa estragos tremendos na vida do próximo. Em certas situações a ignorância é criminosa.
E atualmente, depois de saber de mais uma história sofrida por uma mulher, não consigo deixar de me ver como algo desprezível, eu não sinto mais vontade de viver, vontade de fazer nada, viver com a ideia de que mulheres são estupradas, abusadas e sofrem todo tipo de situação escrota por aí faz eu sentir nojo de mim mesmo. Pra mim ter criado sequelas na pessoa que mais amo na vida é insuportável, e sinto imensamente por todo o ocorrido. Pra mim nada mais faz sentido.
Sempre que me surge a vontade de acabar com tudo eu escapo dela, geralmente saindo de casa, mas sinto que algo em mim morreu, não consigo me imaginar vivendo no mundo real, indo ao trabalho, pagando contas, não me faz sentido nada disso. Essa minha crise iniciou faz pouco tempo, umas 2 semanas, e é interminável, não consigo parar de pensar em todo esse contexto. Percebi que não consigo ficar em casa, não consigo mais ter uma vida normal, e uma força imensa me diz que a única forma de eu me salvar de mim mesmo é não estando aqui, preciso ir em busca de algo que pensei ter perdido, mas que na verdade nunca esteve comigo, nem faço ideia do que seja, e pra isso tenho que abandonar minha cidade que tanto amo, e todas as pessoas próximas a mim, incluindo essa minha amiga querida que é o amor da minha vida. Quero resistir até o natal, e depois pegar a estrada, e sumir nesse mundo sem sentido em busca de algum sentido, é a única coisa a que consigo me agarrar agora.
A vocês homens que estão lendo isso, não sejam escrotos, não sejam babacas, não pensem só em si mesmos, levem em conta que vocês estão se relacionando com um ser humano. Na menor dúvida que vocês tenham, perguntem, se sentirem insegurança na resposta perguntem mais uma vez ou desistam, e abram um dialogo. Conversem com sua parceira. Nós todos já somos ferrados da cabeça por existirmos nesse mundo, então bora tentar ser menos frios uns com os outros. E pelos deuses, se a menina que você está junto estiver muito embriagada, NÃO TENTE FAZER SEXO COM ELA! apenas cuide pra que ela descanse e se recupere, imagine que é o mesmo que estar porre e dirigir: a pessoa que está porre não tem autonomia pra decidir se quer ou não dirigir, ela não deve dirigir, ponto final.
Espero que esse post salve alguma mulher de sofrer alguma situação merda no futuro, recomendo também a todos sem exceção um livro chamado: "Do que estamos falando quando falamos de estupro", da Sohaila Abdulali. Enfim... é isto.
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2019.09.22 00:34 taish Minha experiência com SRS, parte 1: escolher um cirurgião

Essa é a parte 1 de ?, sem periodicidade definida. #2: A cirurgia e os dias no hospital #3: O primeiro mês de recuperação
Este, como qualquer relato, se refere à minha experiência, com o meu cirurgião, nas minhas circunstâncias de saúde, anatomia, etc, e não é de nenhuma forma uma narrativa universal. Não custa lembrar: aversão à genitália natal ou não, desejo de SRS ou não, nada disso define ser trans.
Pra mim essa é uma das partes mais crueis da experiência trans: que a transição médica não seja estabelecida, equilibrada e disponível universalmente. Terapia hormonal? Terrível achar algum endo que acompanhe. E um que saiba o que tá fazendo? Tão difícil que cabe à gente saber mais de HRT do que eles. E não se trata de apontar dedos aos profissionais; mesmo se seguissem os protocolos mais decentes, ainda assim estaríamos tateando e procurando apoio em experiências coletadas na comunidade, porque a gente simplesmente não sabe. Não há estudos nem perto do suficiente pra apontar a melhor forma de fazer substituição hormonal em pessoas trans, então cada qual escolhe a abordagem preferida e espera ter feito o melhor.
Cirurgia transgenital? E essa então. Que bom que existe, puxa vida; desde os anos 1950 inclusive, e cuja técnica vem sendo aprimorada com o tempo. Mas as boas notícias eram essas. É uma cirurgia inacessível à maioria das pessoas trans, seja pela disponibilidade/espera do SUS, seja pelo preço de uma cirurgia particular (que se parar pra pensar, nem é tão cara; 40-50 mil é o que pedem por um carro. A diferença é que o veículo pode ser financiado em 365 vezes, diferente da cirurgia que salva e melhora a qualidade de vida de uma população.) E mesmo quando se pode pagar, existe a complexidade do quem. A quem entregar a chance singular de conquistar uma vida mais confortável no próprio corpo; o fato de que alguns resultados são melhores do que outros, seja do ponto de vista médico/ prático/ funcional, seja do estético, e que isso pode depender de dinheiro, é uma conclusão muito dolorida pra se chegar. E quem espera pelo SUS, nem (a ilusão?) da escolha tem.
Passei dois anos e meio na fila do no SUS. No convênio com o programa do hospital, a União paga duas cirurgias por mês, uma pra homens, outra pra mulheres; e na última vez que tive os dados, havia pouco mais de 60 mulheres aptas a operar na minha frente. Quer dizer, por baixo uns cinco anos. (No centro do país, passa de dez.) Essa demora era minha primeira angústia.
A segunda, e maior, era a falta de informação sobre a técnica usada na cirurgia. Nos encontros quinzenais, participavam psicólogos, psiquiatras e a enfermeira responsável pelo pós-cirúrgico, mas não tínhamos ninguém da equipe de urologia, responsável pela operação. Ficávamos sabendo nos corredores sobre as complicações dessa e daquela, sobre como não fazem pequenos lábios, nem fazem o capuz do clitóris, e como são apenas 2 noites no hospital, e que começaram a liberar as meninas no dia seguinte à cirurgia... E eu implodindo de ansiedade. Vendo colegas de grupo chegando com o texto "não me importa o que façam, o que eu preciso é tirar isso do meio das pernas", vendo os responsáveis por operar atendendo a esse mantra, e eu enlouquecendo brigando pra que tivessemos a melhor cirurgia possível, questionando a contratação de um cirurgião plástico que participe da cirurgia, como previsto na portaria do SUS. Depois de reivindicações organizadas e abaixo-assinados, houve encontros com a equipe de Urologia. Foram dois, mas o cirurgião responsável faltou a um deles, e só falamos com residentes. Não vou narrar aqui minhas impressões sobre os encontros, mas basta dizer que saí completamente abalada, e pior do que havia chegado, de ambos.
Foi um período péssimo: estar entre fazer uma cirurgia que eu considerava insuficiente pra mim, e na qual eu não tinha qualquer confiança, e desistir da cirurgia e manter o que me fazia infeliz e impedia qualquer vida romântica ou sexual. Que escolha, né? E depois eu me surpreendo por ter crises de pânico... Me sentia sendo puxada à força pra mentalidade "não importa o que fizerem".
(E então, será que importa? Pra ser justa: vi meninas lá felicíssimas com os resultados, com boas recuperações e funcionalidade /sensibilidade completa. Vi resultados muito bonitos; mas também vi fotos que me deixaram chocada, e conheci histórias de terror. Dia desses li um artigo no SciELO com estatísticas do ambulatório: em pesquisa com mais de 180 mulheres, aprox. 20% teve complicações. Ainda assim, o número de respondentes que se arrependeu da cirurgia foi zero. Dá o que pensar, né? Disforia não é bolinho. Será que importa, afinal de contas, quem vai fazer o procedimento em mim? Se eu vou ter pequenos lábios ou não? Eu me fiz muito essas perguntas nesse meio tempo.)
A imagem mental projetada no futuro acabou me apontando caminho. Ao pensar no dia da cirurgia a qual estava na fila, no momento de estar sendo levada pro centro cirúrgico, eu me via ansiosa, preocupada, com medo, e na melhor das hipóteses tendo que me contentar com a opção que me foi possível obter. Ao pensar numa cirurgia com um profissional que eu escolhi, me via acordando da anestesia repleta de esperança, alívio e alegria. Essa imagem foi minha guia até o dia da operação; quando ficava ansiosa sobre algum motivo, me perguntava como estaria me sentindo ao acordar da anestesia. Enquanto a resposta fosse aquele sentimento bom e quentinho e reconfortante me invadindo, eu sabia que tava tudo bem.
Então eu fui demitida do emprego onde estive por muitos e muitos anos, e apesar do terror que eu viveria pelos próximos seis meses, pude sacar um FGTS justo pra fazer a cirurgia, donde me surgiu a oportunidade que até então era totalmente nula.
Nesse período de expectativa pela cirurgia via saúde pública, explorei longa e dolorosamente a ideia de ser operada por uma equipe sem qualquer empatia, contato ou humanidade aparentes, tendo apenas uma forçada fé cega na eficiência técnica ao realizar o procedimento. Esse "trauma" fez com que o critério número um, e minha prioridade maior na escolha de um cirurgião particular, fosse a confiança. Eu precisava confiar que tava entregando minha vida na mão de alguém que se importa.
Sendo assim meu pensamento imediatamente se voltou às cirurgiãs americanas. Mulheres são mais empáticas, e algumas das melhores inclusive são trans. No entanto os preços lá são proibitivos pra minha realidade (e a de quase todos), além de filas de espera de três a quatro anos. O destino sempre a considerar é Tailândia; restringindo a Suporn e Chett, que tem vastíssima experiência, além de ótimos resultados. Mas não me sentia bem com a ideia de ser apenas mais uma estrangeira passando por ali, me achando meio anônima, e incomodava que, caso necessário, meu cirurgiâo estaria do outro lado do globo. Acho que são uma alternativa absolutamente válida, até por estarem entre os melhores do mundo; mas pessoalmente eu achei que não teria a tranquilidade e o cuidado que julgava necessitar psicologicamente.
(Porque não adianta: fazer uma escolha é eleger prioridades. Isso é parte daquela crueldade, também.)
Além disso, com o dólar pirando na batatinha, a função thai ficaria bem acima do que eu tinha. Isso significou que meu cirurgião estaria ou no Brasil, ou na Argentina. Fiz um levantamento, toda pesquisa que pude, e consultei com dois: o Fidalgo, da Argentina, e o Márcio aqui do Brasil. Do primeiro tive dois relatos em primeira mão, vi fotos, e ouvi só coisas ótimas. O Fidalgo é o 'pai' da SRS por lá e tem décadas de experiência. No trato, é um senhor querido, bonachão, tranquilo e simpático; e o preço que pedia era o mais baixo que encontrei. Já o Márcio, além de próximo geograficamente, não faz inversão peniana tradicional; oferece uma técnica que usa mucosa jejunal pra fazer o canal da vagina, que sempre me pareceu muito boa opção, por vários motivos. E me marcou muito que na consulta ele disse que usava a técnica que mais se aproximava "do que deveria ter sido desde nascença". Acho que cada pessoa tem seus "botõezinhos" e isso acionou o meu; é o que eu queria ouvir, a compreensão -- e o compromisso -- do porque eu tô fazendo essa cirurgia. Era o oposto do que eu tinha originalmente e bem o que procurava.
Por técnica e ethos, optei pelo Márcio. Não vi nenhuma imagem de resultado dele; sei que pra muitas isso é um absurdo, mas todo cirurgião diz que resultado depende do material original e da cicatrização, e eu boto fé -- já vi resultados de todos os tipos por aí, incluindo variações do mesmo profissional. Claro que é inegável que cada um tem sua técnica e estilo, e claro que a estética me preocupa, mas essa não era a prioridade. No fim das contas, acho que um pouco do "qualquer coisa desde que tirem o original" grudou em mim; eu estava ok em aceitar o que viesse, desde que fosse com alguém em quem eu confiasse que entende a minha necessidade, e faria o seu melhor. (E é evidente que isso é o que se espera de todo profissional, principalmente um médico, e especialmente um particular, mas vai vendo.)
O resto, bueno, é história em andamento. São ainda apenas oito semanas; vou esperar o lento desenrolar do desinchar pra fazer uma avaliação mais geral, mas estou satisfeita com minha escolha até agora, e a faria novamente (e talvez vá fazê-la em breve). Não posso dizer que acordei "da anestesia repleta de esperança, alívio e alegria" como desejava, porque acordar da anestesia é uma neblina mental que nussssa -- mas esse é o sentimento que vem comigo desde que despertei direito :) Em que pese essa ansiedade da longa fase de recuperação (em que vou indo muito bem obrigada), que exige psicologicamente pelas esperas e cicatrizações e restrições. Não vejo a hora de estar pronta, mas como me lembra minha analista, pra quem esperou uma vida, o que são mais uns meses?
Que fique claro: a mensagem desse post não é "escolha X", mas "escolha o cirurgião certo pra você". É preciso elencar prioridades, e ir onde o desejo e a confiança mandam. Esse processo é cheio de variáveis que não podem ser controladas, então pra não pirar, vale mesmo ir onde o coração manda. O que é preciso é estar confortável pra encarar o processo, porque a gente sabe como o psicológico interfere no físico, principalmente numa recuperação como essa.
E muita torcida e muita luta pra que toda pessoa trans no Brasil possa fazer a cirurgia transgenital se assim quiseprecisar, e escolhendo com quem. O processo transexualizador do SUS foi um importante avanço social conquistado, mas como está posto, é duramente insuficiente, e até antiético ao forçar um cirurgião específico (ou sua equipe de residentes). Ressarcir as pessoas trans que podem complementar o valor cedido pelo SUS (aqui 28-32 mil, fontes não-oficiais) daria mais agência à parcela que tem como compor o custo; diminuiria as filas de espera; geraria uma saudável competição que potencialmente pode baixar valores e incentivar o desenvolvimento técnico. Acredito que veremos sentenças judiciais favoráveis a esse entendimento da questão, à medida em que mais e mais pessoas denunciarem na justiça as esperas absurdas que se interpõem à normalidade e à recuperação do potencial de suas vidas -- direito garantido pelo próprio processo transexualizador do SUS.
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2019.03.13 16:16 kerfeus Preciso escolher a alternativa menos pior.

Bom, vamos lá! Sempre fui tímido, por isso, tenho poucos amigos e meus relacionamentos amorosos sempre foram curtos (não mais que 1 mês) e esporádicos.
Por volta dos meus 18 anos eu descobri que realmente queria trabalhar com Design e também cheguei a conclusão de que, em algum momento da minha vida, eu iria morar fora do país.
Os anos foram passando e tentei duas vezes fazer graduações que são corelacionadas com Design (aqui onde eu moro não tem Design) e ambas tentativas foram sem sucesso. Em contraste, desde os meus 18 anos trabalho com Design (atualmente estou com 23) e realmente gosto da coisa. O meu único problema é com os salários oferecidos aqui na minha cidade, por isso no último ano comecei trabalhar como freelancer pela internet.
Já que gosto tanto de Design, meu trabalho é online e sempre quis sair do país, resolvi então botar em prática o meu plano de fazer uma graduação de Design em Portugal. Juntei uma grana, ganhei outra do inventário do meu pai e iniciei a parte burocrática no início desse ano.
Até aqui parece que tudo está indo muito bem, né? Mas trabalhar em casa pode ser extremamente solitário, especialmente quando vc não tem namorada e seus poucos amigos quase não saem com você. Por isso comecei a ficar depressivo e cheguei a conclusão que não seria saudável ir pra outro país morar sozinho nessas condições.
Comecei a apelar então para os famigerados apps de relacionamento para conversar com pessoas, sabe? E, pasmem, consegui um fucking encontro no primeiro mês usando esses trekinhos. Pra alguns isso pode ser uma coisa normal, mas eu estava a quase 2 anos sem sair com ninguém (é sério, minha boca estava com teia de aranha).
Eu realmente não pensava que iria conseguir alguma coisa por ser tímido e ter essa vida monótona de ficar em casa 98% do tempo. Na minha cabeça, se arrumasse uns contatinhos pra conversar no whatsapp de vez em quando, já estaria no lucro. O fato é que não só consegui um encontro, como tbm acho que ele foi prazeroso pra ambos tanto que já temos um day 2 em vista.
E aí entra o primeiro ponto. Não tenho como rejeitar uma relação mais íntima/duradoura pois sinto que é justamente isso que falta pra mim nesse momento. Ao mesmo tempo, como me relacionar alguém sabendo que nos próximos 6 meses aquilo terá que acabar por conta do meu muito provável intercâmbio? A primeira coisa que veio na minha cabeça foi:
"Ah, relaxa. Essa tua história com a menina pode não dar em nada."
Retruquei meu própio pensamento "Sim é verdade, mas você sabe muito bem que vc não consegue ter relacionamentos vazios. Vc sempre se envolve emocionalmente e, se não for com essa, provavelmente será com outra.

O meu dilema é que estou prestes a morar longe da minha Mãe, irmãos, amigos, cidade natal pela primeira vez na minha vida e isso por si só é uma barra pesada pro emocional de qualquer um aguentar. Penso que talvez não seja prudente colocar uma futura namorada na equação, especialmente quando essa seria praticamente a sua primeira namorada (Já tive uma antes mas, por diversos motivos, não considero uma experiência real de namoro). Por outro lado, quando vc tem 23 anos e poucas experiências sociais, vc não vai querer jogar fora a chance ter um relacionamento legal com alguém e talvez fazer até novos amigos.
Então, me isolo socialmente pra não conhecer novas pessoas e ferro com o meu psicológico, conheço novas pessoas e me permito ter relacionamentos e pioro drásticamente a experiência de partida, ou boicoto minha carreira e adio a experiência de ir pro exterior pra vivenciar essas coisas "novas" por mais tempo?
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2019.01.15 07:09 SubstanciasToxicas O que fazer com um relacionamento mal acabado?

Bom dia gente e desculpa o tamanho do desabafo que está por vir, faz parte de um sentimento de muitos anos. Mas vou tentar falar de forma menos detalhada possível, senão fica impossível de ler.
Há alguns atrás eu conheci uma estrangeira que veio ao Brasil em um intercâmbio de curta duração. Nós começamos a ficar e passávamos praticamente o dia inteiro juntos, pois eu estava entrando de férias na faculdade e ia ficar alguns dias a mais pra terminar algumas coisas do projeto que eu fazia, então tinha bastante tempo livre, além disso a atividade do intercâmbio dela ainda não tinha começado também. Apesar da barreira linguística (nenhum de nós dois éramos fluentes em inglês), conversávamos bastante e nos dávamos bem, por conta disso fomos criando um laço emocional mais forte. Depois de algumas semanas, precisei ir pra casa e ela continuou nessa cidade. Continuávamos conversando à distância diariamente e, chegando o Natal, ela estava bastante frustrada pois não ia ter ninguém pra passar o feriado, então, convidei-a para vir à minha cidade e passar o Natal por aqui, podendo fazer umas viagens na região também. Passamos o Natal juntos, ela conheceu meus amigos e alguns familiares, levei ela pra conhecer a região e pudemos passar ótimos dias juntos, ficando ainda mais próximos. Mas o problema era que, como falei no início, ela estava em um intercâmbio de curto prazo, então não iria ficar no país por muito tempo.
Começamos a ter conversas mais profundas a respeito da nossa situação e senti que eu era mais preocupado com essa questão, pois eu tinha noção do quanto seria difícil manter um relacionamento à distância com ela morando em outro país (ela é asiática) e nós sem perspectiva alguma de podermos nos encontrar de novo por questões financeiras. Em poucos dias ela ia voltar pra outra cidade e em poucos meses ia estar voltando pro país dela. Mas mesmo assim ela "pressionava" para que assumíssemos um relacionamento sério naquele momento. Apresentei esses pontos de dificuldade a ela e disse que seria melhor que aproveitássemos melhor o momento e ver como seria a nossa relação depois que ela estivesse de volta ao seu país, mas que eu estaria disposto a tentar, caso víssemos que, nessa situação, o relacionamento pudesse resistir. Na hora, ela pareceu satisfeita com isso.
O tempo passou e ela enfim voltou ao país dela e após alguns dias, começou a falar que estava muito mal emocionalmente, que pensava muito em mim e que manter contato comigo sem poder me ver não estava sendo saudável pra ela e que precisava me esquecer. Tomou a decisão de me bloquear de todas as redes sociais e deletou também todas as pessoas que ela conheceu através de mim. (eu conheci ela o suficiente pra saber que isso não foi uma desculpa esfarrapada pra me dispensar). Fiquei de mãos atadas pois não tinha mais forma nenhuma de me comunicar com ela. De forma frustrada, vida que segue.
Após alguns anos, ela me desbloqueou nas redes sociais! Pude acompanhar novamente como ela estava, lugares que estava indo, aparentemente terminou um relacionamento cerca de um mês depois de me desbloquear... Mas no momento, visto que eu ainda não tinha perspectiva de poder visitá-la ou algo do tipo, preferi respeitar a decisão dela de cortar laços, até porque eu nem sabia se ela nutria algum sentimento por mim. Podia tentar contato e quebrar a cara feio, ou trazer o sentimento de tristeza novamente, piorando ainda mais as coisas. Beleza, vida que segue novamente. Mas um tempo depois, algo me chamou atenção. Ela publicou um texto no Instagram na língua dela com uma imagem toda preta. eu joguei no Google tradutor e, pasmem, ela estava falando de mim! Pedi a uma amiga que também é do país dela pra traduzir, visto que a tradução online não foi 100% e ela mesma ao traduzir percebeu quem era e que era sobre mim (pedi pra traduzir sem contar de onde tirei o texto). Aproveitei pra conversar com essa amiga e pedir a opinião dela se eu devia falar com a menina, mas na opinião dela não era uma boa ideia pois eu não ia poder 'fazer nada' (encontrá -la pessoalmente). Vida que segue novamente.
Nesse último ano, no entanto, uma coisa está me incomodando bastante. Eu simplesmente não consigo me envolver emocionalmente com outra pessoa, pois ainda sinto que tenho a possibilidade de estar com ela novamente e acho que vale a pena correr atrás disso. Vários anos já se passaram e eu amadureci bastante e tenho certeza que ela também, e agora eu já tenho uma perspectiva de poder ir pra fora do país, seja temporária ou permanentemente! Então as coisas mudaram bastante. Mas acho que apostar todas as fichas em ir para o país dela e depois tentar contato pode ser um grande desastre. E se ela não gostar mais de mim? E se, ao nos conhecermos mais depois de mais maduros concluirmos que não vamos dar certo? Eu vou perder todas as oportunidades de conhecer outra pessoa legal por algo que nem sei ser possível?
Por isso, eu estava pensando em tentar voltar a ter contato com ela, principalmente porque atualmente as redes sociais dela não mostram muitas informações/fotos para quem não a tem adicionada. Tentar conversar com ela e construir uma relação antes de qualquer chance de nos vermos. Estou aprendendo a língua do país dela inclusive, não exatamente por causa disso mas que na área que estou me formando, vai ser um grande diferencial no futuro para eu entrar em uma grande empresa.
Enfim, gostaria de saber a opinião de vcs sobre o que fazer. Sinto que o que mais preciso é de uma perspectiva sobre as nossas chances. Se por acaso ela me dispensar de forma mais definitiva, acho que quebraria essa barreira de me relacionar profundamente com outras pessoas.
É isso gente. Obrigado a quem teve disposição de ler tudo isso, vocês são demais. Toda opinião será bem vinda.
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