Pequenas histórias de amor românticas

Histórias de amor de carnaval ... polêmicas e românticas podem acontecer nesse festejo que acontece todos os anos. Mas dentre as opções, quem é que já se imaginou entrando em um romance em pleno carnaval? Acredite se quiser, isso é muito mais que possível e podemos provar com uma série de pequenas histórias de quem já viveu essa ... 10 pequenas histórias de amor que te farão pensar, sorrir e chorar (Parte 1) Aqui está uma seleção de pequenas histórias que não só fazem pensar, mas que aquecem nossos corações e nos fazem sorrir. 76 Respostas para “Mais pequenas histórias românticas” ThiagoFC. 22/09/2009 às 10:37 AM. Respondendo à pergunta de uma das tags (não que eu já tenha ido ao metrô em Paris. Não que eu já tenha estado em Paris, na França, ou mesmo em outros lugares que falam francês, como Senegal e a Guiana Francesa): tenho a impressão que tudo é ... Histórias de amor que vão fazer você se apaixonar inúmeras vezes. Contos que falam por você e por suas experiências vividas. Se as histórias de amor o fazem feliz, principalmente quando surgem na forma de um bom livro, então esta é uma lista que tem de devorar: junto à lareira, debaixo dos cobertores da cama ou sentado num lindo jardim, perca-se por entre as páginas destas histórias de amor. HISTÓRIAS ROMÂNTICAS REAIS. 17.05.2016; Redação refletir; 3 lindas histórias reais que são puro romance com lindas lições, espia 😉 1) Uma história de amor verdadeiro em 22 fotos emocionantes. Em uma época de amores descartáveis (onde trocamos de parceiro como mudamos de roupa) essa sequência de imagens é um tapa na cara de todos ... Talvez a melhor de todas as histórias de amor da História. Sem dúvidas representa o maior símbolo de devoção feito para uma paixão. Por volta da metade do século XVII, o imperador Shah Jahan perdeu a sua esposa favorita com uma morte prematura, após ela dar à luz ao 14° filho dele. No Incrível.club valorizamos o amor, o humor, as boas ações e tudo o que traz felicidade às pessoas e acreditamos que essas são as coisas das quais temos que falar. Desta vez, encontramos 15 excelentes (e verdadeiras) histórias sobre as quais simplesmente não podemos ficar calados. Amei essas histórias são interessantes,pois,fala sobre o amor e o que é.Quando a gente ama uma pessoa temos que falar,se não falar-mos e ficar esperando d+ podemos perder o amado(a),msm se essa pessoa não gostar de você de uma tal maneira,um sentimento tão forte querendo está com ele(a)que nem você sente por ele(o),pelo menos vai ter ... Independentemente do que digam, o amor continua sendo a força que move o mundo. Sua intensidade varia e, por mais que nem sempre pareça grande ou cinematográfico, ele pode aparecer nos pequenos detalhes do dia a dia: em um sorriso, em um abraço, em uma pequena descoberta. Confira as histórias que trazemos hoje e entenda como o amor, nas suas mais diferentes manifestações, é o ...

A que arruinou a reputação de outro

2020.07.20 00:26 Misty_lv A que arruinou a reputação de outro

Oie minha turminha favorita, lubixco e todos q leiam esta história de Bababaca girl que vou aqui contar..

Contexto: Eu tenho uma melhor amiga, vou dar o nome de Farls, que eu considerava bastante como uma irmã (agora não considero por causa das merds que ela tem feito e por me ter enganado), e ela namorava com um rapaz aí, que vou chamar de Carls, no entanto eles acabaram, e ela começou a sair com outro rapaz aí, que vou dar o nome de Francis.

Farls e Carls namoravam fazia uns 4 anos, ou iam fazer este ano 4 anos, só que do nada Carls acabou com a Farls dizendo que não suportava mais a distância entre eles (moravam a 2 horas e meia de carro de distância), que os amigos diziam que ela o traía sempre que pudesse e outras cenas aí (ele deu desculpas atoa mesmo para justificar o término), e ela ficou muito deprimida pois ela gostava muito dele (ou pelo menos demonstrava), ela vivia postando cenas no whats depressivas tais como "minha vida é uma shit", lomotifs com músicais românticas e sads, tipo explicitamente a dizer "Tu acabou com a minha vida ao terminar comigo" e que não tava a aguentar a "depressão" (já vão entender o porquê das aspas) e como ela era uma das pessoas mais importantes na minha vida, eu tentei ajudá-la ao máximo a esquecer aquele babaca do Carls, e a incentivá-la a encontrar outra pessoa ou distrair-se de pensar nele.
Um tempo depois Carls começou a namorar outra miúda aí, só que na maior cara de pau começou a mandar mensagens à Farls a dizer o quanto tava com saudades dela e tals, que ele queria que não tivesse acontecido aquilo tudo, e outras bobeiras. Farls, tentou seguir em frente e até começou a gostar de um menino da sua escola, o Francis, eles começaram a sair e até tavam a pensar em ter um relacionamento sério (eu me sinto culpada também por ter incentivado ela a partir para outro.. mas o que eu podia fazer? ela era a minha pequena irmã), Francis era muito fofo com a Farls, e ele fazia de quase tudo para a ver feliz. Só que DO NADA, a Farls mandou-me mensagem a dizer que o Francis a tinha iludido e que não gostava dela e tals, ELA ATÉ ME MANDOU PRINTS com essas mensagens. Desde então ela dizia e vivia a postar cenas no status a dizer que ele a iludiu e que era um babaca, que a fez se apaixonar por ele e que ele apenas a tinha usado.

Mas agora vem a reviravolta da história... À uns dias, tive a falar com uma amiga em comum em chamada, porque eu tava meio triste com umas cenas, e começamos a falar sobre os exs da Farls, do quanto eu tava triste com ela, e que esperava que ela encontra-se alguém que a fizesse feliz de verdade, só que no meio disse eu mencionei o nome de Francis e seguiu-se a seguinte conversa:
Ela - O francis? Pera.. Tu não sabes a verdade?
Eu - Como assim ---?
Ela - Não foi ele que acabou com o rolo deles, foi a Farls.
Eu - Mas a Farls postou no status e disse me que tinha sido ele, ela mentiu-me? Porque raios ela fez esta [email protected] a ele?
Ela - Ela tentou enganar-me com essa história também. Mas eu conheço-a demasiado bem para saber que era mentira, o Francis era demasiado bom e dizia muitas vezes que a amava, e do nada é assim?!? Eh claro que não acreditei. Mas eu insisti bastante e ela contou-me a verdade.
Eu - Ela mentiu-me velho..
Ela - Eh.. Ela enganou todos.. Ela que o usou para tentar esquecer o Carls e fazer ciúmes nele, mas o Francis descobriu e acabou por dizer algumas dessas cenas por raiva, eu não o culpo, o rapaz foi enganado e iludido e agora teve a sua reputação arruinada só porque a Farls se fingiu a vítima da situação..
Eu - Ela mostrou-me prints e eu acreditei nela caramba, coitado velho. Eu tou me sentindo tão culpada, eu incentivei a sair com ele vei..
Ela - Não te culpes, eu também incentivei, só não esperava que ela fosse tão babaca..

Eh eu fui trouxa de acreditar e não suspeitar das cenas, mas pelo menos agora sei a verdade, e acerca de Francis, eu não sei de mais nada sobre ele, mas espero que tenha seguido adiante, tenho pena dele porque a reputação dele na escola foi arruinada por uma gaja que o iludiu e o usou, e no final se fez de vítima perante todos..

Acerca de Carls e Farls, a semana passada Carls pediu a Farls em namoro, e ela como eh aceitou, mas em menos de 1 semana ele acabou denovo com ela e começou a namorar outra gaja.
Farls agora cismou noutra "vítima" (ela mesmo o chamou assim) e eu fiquei super desconfortável com isso, porque mesmo sabendo a verdade sobre ela, eu continuo sendo um amor de pessoa com ela, e ela não sabe que eu sei da verdade, porque se soubesse ela não continuava a falar mal de Francis, e o quanto ele a magoou. Ah e acerca da tal "vítima", eles saíram na ultima quarta-feira, e correu super mal, porque a namorada do rapaz foi lá e quase bateu nela, isso se não chegou a bater, porque a Farls tava a dar muito encima do minino.

Isto tudo aconteceu em quatro meses. Eu não sei o que fazer em relação à Farls, porque eu a considerava demasiado na minha vida, e agora descobrir que fui enganada por uma das pessoas mais importantes da minha vida não foi fácil, a vontade de chorar foi muita, mas a de nojo e repulso está a ser muito mais. Não me afastei dela ainda, porque tenho medo que ela me faça algo como fez a Francis, porque carácter disso ela já demonstrou. Outras cenas que me deixam desconfortável, eh que ela posta cenas para fazer drama, só para as pessoas se preocuparem com ela e darem-lhe atenção (e ela uma vez admitiu isso) e outras cenas, que melhor eu não falar. O que devo fazer?
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2020.06.19 20:07 sweet_gih Fui babaca de jogar os eletrônicos dele no Rio??

Olá luba,editores,gatas,falecidos papelões e turma que estão assistindo
Vou contar uma das histórias mais louca da minha vida.Tudo começou quando eu fui na festa de 15 anos da minha amiga.Estava lotado de pessoas lá,Eu notei q tinha um menino muito gato sentado na mesa comendo salgado e olhando o movimento com cara de tristeza..eu olhei e pensei em ir conversar com ele.eu cheguei e perguntei se podia sentar ali e ele respondeu "sim,claro".começamos a conversar,se conhecer e tal..perguntei se ele estava bem..ele disse que não estava nem um pouco,mas que não queria falar o pq.ele parecia ser um menino humilde,calmo,um garoto que daria super certo cmg,enfim,peguei o wpp dele e ficamos juntos até acabar a festa.minha amiga disse que não conhecia muito bem ele,ele era melhor amigo da colega de trabalho dela.cheguei em casa e já mandei mensagem correndo pra ele..ele respondeu e conversamos melhor por ali,mas eu sentia q ele não estava interessado em ter algo a mais além de amizade pq eu mandava indiretas na zoeira e ele cortava totalmente o clima falando de assuntos aleatórios.mas eu levei na boa,a gente ainda estava se conhecendo..naquela época eu meu apaixonava rápido mesmo,enfim,passou 1 semana de conversa e ele mudou o jeito dele comigo completamente,a gente tinha brigado uma vez por causa de uma brincadeira q tinha feito dizendo com ele e ele não gostou nem um pouco,pedi perdão e ele me mandou tomar no cu.eu nem mandei mensagem no dia seguinte,mas do nada ele mandou "Bom dia gata" eu respondi o mesmo e começamos a conversar dnv..ele ficou carinhoso do nada e eu disse "mano,num dia tá tudo bom e no outro tá uma confusão,não consigo te entender!".ele me disse q estava passando por dificuldades,eu acreditei e deixei passar.quando se passou 6 dias...ele me pediu em namoro por ligação,fiquei super feliz e lógico q aceitei..Até escrevi poemas pra ele,mandava vídeos tocando músicas acústicas no violão e etc.Pra vcs terem noção até mudei de colégio,fui estudar no colégio dele!(eu já estava querendo mudar de colégio antes de conhecer ele mas ele aumentou mais ainda Minha vontade) enfim,então eu mudei.Era época de festa junina,então o colégio deixou os alunos cantar,tocar instrumentos,atuar..Isso tudo em cima do palco q eles prepararam..e é óbvio que eu ia participar..ele tinha uns amigos homens muito estranhos,sempre encaravam ele e etc.(obs: ele pediu para que eu não revelasse o namoro para a escola toda,para os familiares e nem amigos próximos..ou seja..pra ninguém) eu respeitei,pq a única coisa q eu queria era ficar com ele,fds quem soubesse ou não.Quando foi minha vez,eu queria cantar uma música romântica pensando nele..e eu cantei,a escola toda amou,no final eu peguei o microfone e disse "essa canção foi especialmente pro amor da minha vida,logo logo iremos completar 1 mês de namoro,estou feliz do seu lado,te amo CARLS!😍".As pessoas da sala dele ficaram "🤨🤨😨😨" e eu não entendi o pq,eu só vi o vulto dele saindo correndo.Fui atrás dele e ele estava chorando atrás da cozinha,eu perguntei "amor,oq aconteceu??" Ele respondeu "PQ REVELOU O NOSSO NAMORO?!VC DISSE Q ME RESPEITAVA!NÃO ACREDITO!!SAI DE PERTO DE MIM!" eu começei a chorar e sai de perto dele...fiquei lá na quadra mexendo no celular.Eis que vejo os amigos dele vindo na minha direção,eu perguntei "oq vcs querem?precisam de alguma coisa?" Um deles disseram "então linda..o Carls te enganou,ele é gay,só a gente sabe disso,ele está sofrendo pq ele perdeu a amizade do melhor amigo que é crush dele e foi expulso de casa por conta de ser gay" eu pensei "não é possível..." mas eu fiquei com raiva e fui tirar satisfação com ele...ele me revelou TUDO.ele me disse que realmente era gay,ele estava triste na festa pq o crush dele tinha brigado com ele,a mãe dele expulsou ele de casa pq ela é pastora e não aceitava,ele só me pediu em namoro pra postar foto me beijando só pra provocar o crush dele e não sei mais oq..aquilo já era suficiente pra mim,me tranquei no banheiro da escola e mandei mensagem desabafando pra minha amiga.fiquei chateada de ele ter me usado pra provocar o crush dele que tinha falado merda e acabado com a amizade deles,eu sabia onde ele morava,era em um apartamento,então eu só fui lá em um dia q eu sabia q ele não parava em casa,que era sexta,então fui lá e consegui passar pelo porteiro.entrei no apartamento com a chave q ele tinha me dado quando estávamos juntos,ele tinha esquecido de pegar devolta quando terminamos,enfim,entrei no apartamento dele e peguei todos os eletrônicos q estavam lá,notebook,TV,computador e um tablet com a tela toda rachada kk..enfim..botei tudo da minha mochila(obs: a TV era daquelas antigas pequena) apenas fui embora.aqui na minha cidade tem um rio bem conhecido,eu ainda fiz questão de filmar eu jogando tudo no Rio!mandei no direct do insta pra ele..confesso q quando eu lembro dessa história,fico com vergonha pq eu não deveria ter agido assim..mas compensei ele depois.quando ele viu ele mandou um áudio "SÉRIO Q ESSA É A MINHA TV??TU NÃO FEZ ISSO MANO!TO INDO PRA MINHA CASA,SE FOR VERDADE VC VAI TA FUDIDA!".Ele viu q as coisas dele tinha sumido e foi na minha casa,batemos boca e vi q nao tinha necessidade de eu fazer isso com ele..Que nem ele não tinha necessidade de ter me usado! Mas eu prometi que iria ajudar ele a pegar uma nova TV e um notebook,ele disse q o tablet nem prestava mais..hoje em dia somos apenas conhecidos,ele já está namorando com um cara e eu tô de boas sem ninguém kkk..Essa foi minha história luba,bjs a todos<3
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2020.06.06 03:23 brendaeducada Ela furou minha cabeça com um lápis

Olá lubisco, editores, turminha, possível convidado, gatas, papeloes assassinados.
Está é a minha primeira história aqui, eu tenho várias e se quiser eu posso contar mais 😗✌
Essa história começa na minha escola antiga. Eu entrei nela no começo de 2019, e lá fiz uma amiga grande amiga que chegamos até namorar, vamos lhe chamar de Carlita pq é um nome bastante bom de se falar.
(Pausinha pra falar que eu sou sulista então Luba esse é o teu momento)
A carlita, antes de eu entrar na escola, tinha uma amizade com uma outra garota, vamos lhe chamar de Suzie, e ela (pelo oq ue a carlita me dizia) era bastante possessiva, mesmo sendo apenas amigas, ela brigava muito com a carlita quando elas eram amigas, usava chantagem emocional sabe? "Sem mim você não é nada blábláblá" E meio que depois de me conhecer, ela parou de andar com aquela garota. Aí você me pergunta... "BAH BREINDA POR QUE ELA NAO FEZ ISSO ANTES" Os pais das duas são muito amigos, tanto que elas se conhecem desde criança, e seria bastante difícil elas pararem de se falar já que uma estava na casa da outra quase sempre.
(eu acho que to dando muito contexto para a história desculpaKKKK)
Enfim, depois de uns meses de amizades comigo e com a carlita, começamos a namorar. E bem, obviamente a Suzie não gostou disso, quando passávamos pelo corredor de mãos dadas ou até abracadinhas, ela nos olhava com uma cara feia e de desgosto. Eu não entendia aquela garota, ela era uma sapatona incubada ou oque¿¿¿¿¿¿
Os dias foram passando e aquela garota so foi piorando, ela mentiu pros pais da Carlita que eu era uma má influência e que eu "transformei" ela em lésbica e que eu era a possessiva da história. Então, eu fui tirar satisfação com ela, perguntei o que ela queria com isso tudo e se acredita que a Suzie me disse que eu tinha roubado a carlita dela e que eu não merecia o amor dela!?!?!?!?!
Sabe, eu posso ser uma pessoa não muito romântica mas eu sempre me preocupei com a Carlita, eu me preocupava com suas notas, me preocupava se ela estava triste, dava meu ombro pra ela chorar ou desabafar (coisa que, pelo o que a carlita me disse ela, nao fazia). Então eu apenas falei a verdade pra ela, disse que ela era uma surtada que rebaixava a carlita pra descontar tudo nela, controlava as amizades dela e era uma tóxica do caralho.
Passou dias, e parecia que essa garota so piorava, ela nos olhava mais brava e parecia que iria nos bater ou algo do gênero. Pena que eu não podia falar com os pais da carlita que depois do que a Suzie disse passaram a me "odiar" e a diretoria, que era completamente homofobica.
Então, teve um dia, que causou o título do post. Estávamos mais um dia normal (nao tanto assim) na escola e bateu pro recreio (SIM EH RECREIO E PONTOFINAL) e fomos ver o que tinha pra comer (a escola fazia comida e comíamos se quiser e depois íamos para fora e ficava de bobeira no pátio ou na sala. Nós não estávamos com fome então voltamos para a sala, já que ela sempre ficava vazia nesse horário então a gente aproveitava pra da umas bitoquinha 😎, e foi ai que aconteceu o inesperado....
Eu estava sentada na minha mesa que estava divida com a da carlita e esta tava no quadro fazendo uns desenho loucao que ela sempre fazia e foi ai que a porta foi aberta pela Suzie com mais umas duas garotas que andavam com ela. Eu olhei um pouco aussustada já que ela abriu brutalmente e a porta bateu na parede com muita força, provocando um barulho que ecoou ali na sala.
Eu olhei pra ela meio confusa e ela olhou, eu ignorei já que ela sempre era assim então continuei mexendo no meu celular e procurando uma música para nos ouvirmos no meu celular. Quando de repente, eu sinto algo bater na minha cabeça com força, eu me virei rapidamente vendo a suzie segurando um lápis QUE ESTRANHAMENTE FUROU A MINHA CABEÇA.
Tipo???? eu tava sem muita reação sabe??? não sabia o que fazer??? Até que eu vejo a Carlita, se aproximar da Suzie, so que quando ela iria fazer algo, a suzie segurou o cabelo dela e começou a puxar, deixando ela meio que imóvel. Bem, quando eu vi aquela situação, eu não sabia direito o que fazer, eu lutei muay thai em 3 anos da minha vida, sabia como me defender de alguém, mas o problema é que se eu entrasse naquela briga eu iria perder a razão, tanto eu como a carlita já que a suzie tava puxando os cabelos dela, e se eu entrasse, com certeza eu iria quase matar a guria (não é querendo me gabar mas é que eu realmente sabia me defender e tudo mais).
Enquanto eu tinha minha cabeça na lua pensando no que deveria fazer numa situacao dessas, a carlita tinha perdido o controle, e acabou caindo no chão, e por a suzie ser menor que ela, ela caiu também, e assim, eu despertei. Eu segurei as mãos da suzie e o cabelo da carlita para que doesse menos a dor que ela estava sentindo e tentasse fazer com que a suzie soltasse. Eu pedi pra ela parar, ela não me respondeu e continuou segurando, e como seus pés estavam soltou, ela me deu um chute na coxa, o que me deixou irritada ora caralho.
As garotas que estavam com ela, já não estavam mais na sala e algumas pessoas da nossa turma já estavam ali vendo aquela situação. Eu me coloquei por cima da suzie e paralisei ela no chão, eu não a machuquei, apenas a deixei imóvel para assim nao bater mais em ninguém, então, novamente, eu pedi para que ela soltasse o cabelo da carlita e foi lá ela e me disse um "nao" completamente puta da vida. Eu estava prestes a perder a razão naquele momento, ela tava imóvel, se eu desse um soco nela já teria deixado o rosto dela marcado, e isso seria terrível, já que meio que seria dois contra um e ela seria total vítima daquilo tudo.
Eu juro pra você que naquele momento que ela me disse o não, eu respeitei fundo e levantei meu punho quase pra bater no rosto dela. Mas antes E POR SORTE, uma professores chegaram na porta e gritaram para que nos parassemos.
No fim, não aconteceu nada demais, alem de uma pequena injusta. Eu e a carlita ficamos proibidas de se falar na escola e ate mesmo fora, a suzie ficou sem celular eu acho que bem, teve mais uns rolos mas acho que isso é suficiente 😎❤ Beijo lubinha amo muito seu canal e é isso, fim.
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2020.04.15 09:01 Detrix01 Não consiga me apaixonar e acho que vou morrer sozinha

Bom, nunca postei nada aqui mas to numa vibe tão ruim então resolvi contar minha história pra vocês. Eu sou uma criatura extremamente romântica, do tipo que acredita fielmente no amor ,a ponto de ser uma pessoa até boba, porém eu NUNCA me apaixonei por ninguém durante toda a minha vida, nunca mesmo. Eu sonho desde pequena em achar alguém que eu sinta um amor bem clichê, daqueles de filme e livro( bem estilo romance adolescente tonto mesmo) mas isso nunca aconteceu cmg, eu nunca gostei de ninguém a não ser na amizade, ninguém nunca tocou meu coração e eu fico me perguntando se eu tenho algum problema, será que eu tenho algum problema mental que não consigo sentir isso por ninguém mesmo e vou morrer sozinha? Olho ao meu redor e todo mundo consegue alguém, só eu que não. Acho que já to até perdendo a esperança de achar alguém e me conformando que, apesar de ser uma pessoa romântica, talvez o amor não seja de fato pra mim e eu vou ter que me contentar em ser uma pessoa sozinha mesmo.
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2019.07.18 19:18 altovaliriano O Clube das Senhoras Mortas

Link: https://bit.ly/2JFSJ6B
Autor: Lauren (autodescrita como "dona de pre-gameofthrones e asoiafuniversity")

“Senhoras morrem ao dar à luz. Ninguém canta canções sobre elas.”
O Clube das Senhoras Mortas é um termo que eu inventei por volta de 2012 para descrever o Panteão de personagens femininas subdesenvolvidas em ASOIAF a partir da geração anterior ao início da história.
É um termo que carrega críticas inerentes a ASOIAF, que esta postagem irá abordar, em um ensaio dividido em nove partes. A primeira, segunda e a terceira parte deste ensaio definem o termo em detalhes. As seções subsequentes examinam como essas mulheres foram descritas e por que este aspecto de ASOIAF merece críticas, explorando a permeabilidade da trope das mães mortas na ficção, o uso excessivo de violência sexual ao descrever estas mulheres e as diferenças da representação do sacrifício masculino versus o sacrifício feminino na narrativa de GRRM.
Para concluir, eu afirmo que a maneira como estas mulheres foram descritas mina a tese de GRRM, e ASOIAF – uma série que eu considero como sendo uma das maiores obras de fantasia moderna – fica mais pobre por causa disso.
*~*~*~*~
PARTE I: O QUE É O CLUBE DAS SENHORAS MORTAS [the Dead Ladies Club]?
Abaixo está uma lista das mulheres que eu pessoalmente incluo no Clube das Senhoras Mortas [ou simplesmente CSM]. Esta lista é flexível, mas é geralmente sobre quem as pessoas estão falando quando falam sobre o CSM [DLC, no original]:
  1. Lyanna Stark
  2. Elia Martell
  3. Ashara Dayne
  4. Rhaella Targaryen
  5. Joanna Lannister
  6. Cassana Estermont
  7. Tysha
  8. Lyarra Stark
  9. A Princesa Sem Nome de Dorne (mãe de Doran, Elia, e Oberyn)
  10. Mãe sem Nome de Brienne
  11. Minisa Whent-Tully
  12. Bethany Ryswell-Bolton
  13. EDIT – A Esposa do Moleiro - GRRM nunca deu nome a ela, porém ela foi estuprada por Roose Bolton e deu à luz a Ramsay
  14. Eu posso estar esquecendo alguém.
A maioria do CSM é composta de mães, mortas antes de a série começar. Deliberadamente, eu uso a palavra "panteão" quando estou descrevendo o CSM, porque, como os deuses da mitologia antiga, estas mulheres normalmente exercem grande influência ao longo da vida de nossos atuais POVs e sua deificação é em grande parte o problema. As mulheres do CSM tendem a ser fortemente romantizadas ou fortemente vilanizadas pelo texto; ou em um pedestal ou de joelhos, para parafrasear Margaret Attwood. As mulheres do CSM são descritas por GRRM como pouco mais do que fantasias masculinas e tropes batidos, definidas quase que exclusivamente por sua beleza e magnetismo (ou falta disso). Elas não têm qualquer voz própria. Muitas vezes elas sequer têm nome. Elas são frequentemente vítimas de violência sexual. Elas são apresentadas com pouca ou nenhuma escolha em suas histórias, algo que eu considero como sendo um lapso particularmente notório quando GRRM diz que são nossas escolhas que nos definem.
O espaço da narrativa que é dado a sua humanidade e sua interioridade (sua vida interior, seus pensamentos e sentimentos, à sua existência como indivíduos) é mínimo ou inexistente, que é uma grande vergonha em uma série que foi feita para celebrar a nossa humanidade comum. Como posso ter fé na tese de ASOIAF, que as vidas das pessoas "tem significado, não sua morte", quando GRRM criou um círculo de mulheres cujo principal, se não único propósito, era morrer?
Eu restringi o Clube das Senhoras Mortas às mulheres de até duas gerações atrás porque a Senhora em questão deve ter alguma conexão imediata com um personagem POV ou um personagem de segundo escalão. Essas mulheres tendem a ser de importância imediata para um personagem POV (mães, avós, etc.), ou no máximo elas estão a um personagem de distância de um personagem POV na história principal (AGOT - ADWD +).
Exemplo #1: Dany (POV) – > Rhaella Targaryen
Exemplo #2: Davos (POV) – > Stannis – > Cassana Estermont
*~*~*~*~
PARTE II: "E AGORA, DIGA O NOME DELA."
Lyanna Stark, "linda e voluntariosa, e morta antes do tempo". Sabemos pouco sobre Lyanna além de quantos homens a desejaram. Uma figura tipo Helena de Troia, um continente inteiro de homens lutou e morreu porque "Rhaegar amou sua Senhora Lyanna". Ele a amava o suficiente para trancá-la em uma torre, onde ela deu à luz e morreu. Mas quem era ela? Como ela se sentiu sobre qualquer um desses eventos? O que ela queria? Quais eram suas esperanças, seus sonhos? Sobre isto, GRRM permanece em silêncio.
Elia Martell, "gentil e inteligente, com um coração manso e uma sagacidade doce." Apresentada na narrativa como uma mãe e uma irmã morta, uma esposa deficiente que não poderia dar à luz a mais filhos, ela é definida unicamente por suas relações com vários homens, com nenhuma história própria além de seu estupro e assassinato.
Ashara Dayne, a donzela na torre, a mãe de uma filha natimorta, a bela suicida, não temos quaisquer detalhes de sua personalidade, somente que ela foi desejada por Barristan o Ousado e Brandon ou Ned Stark (ou talvez ambos).
Rhaella Targaryen, Rainha dos Sete Reinos por mais de 20 anos. Sabemos que Aerys abusou e estuprou para conceber Daenerys. Sabemos que ela sofreu muitos abortos. Mas o que sabemos sobre ela? O que ela achou do desejo de Aerys de fazer florescer os desertos dorneses? O que ela passou fazendo durante 20 anos quando não estava sendo abusada? Como ela se sentiu quando Aerys mudou a corte de Rochedo Casterly por quase um ano? Não temos respostas para qualquer uma dessas perguntas. Yandel escreveu todo um livro de história de ASOIAF fornecendo muitas informações sobre as personalidades e peculiaridades e medos e desejos de homens como Aerys e Tywin e Rhaegar, então eu conheço quem são esses homens de uma forma que não conheço as mulheres no cânone. Não acho que seja razoável que GRRM deixe a humanidade de Rhaella praticamente em branco quando ele teve todo O Mundo de Gelo e Fogo para detalhar sobre personagens anteriores a saga, e ele poderia facilmente ter escrito uma pequena nota lateral sobre a Rainha Rhaella. Temos uma porção de diários e cartas e coisas sobre os pensamentos e sentimentos de rainhas medievais do mundo real, então por que Yandel (e GRRM) não nos informaram um pouco mais sobre a última rainha Targaryen nos Sete Reinos? Por que nós não temos uma ilustração de Rhaella em TWOIAF?
Joanna Lannister, desejada por ambos um Rei e um Mão do Rei e feita sofrer por isso, ela morreu dando à luz Tyrion. Sabemos do "amor que havia entre" Tywin e Joanna, mas detalhes sobre ela são raros e distantes. Em relação a muitas destas mulheres, as escassas linhas no texto sobre elas deixam frequentemente o leitor a perguntar, "bem, o que exatamente isso que dizer?". O que exatamente significa que Lyanna fosse voluntariosa? O que exatamente significa que Rhaella fosse consciente de seu dever? Joanna não é exceção, com a provocativa (ainda que frustrantemente vaga) observação de GRRM de que Joanna "governava" Tywin em casa. Joanna é meramente um esboço grosseiro no texto, como um reflexo obscuro.
Cassana Estermont. Honestamente eu tentei recordar uma citação sobre Cassana e percebi que não houve qualquer uma. Ela é um amor afogado, a esposa morta, a mãe morta, e não sabemos de mais nada.
Tysha, uma adolescente que foi salva de estupradores, apenas para sofrer estupro coletivo por ordem de Tywin Lannister. O paradeiro dela tornou-se algo como um talismã para Tyrion em ADWD, como se encontrá-la fosse libertá-lo da longa e negra sombra de seu pai morto, mas fora a violência sexual que ela sofreu, não sabemos mais nada sobre essa garota humilde exceto que ela amava um menino considerado pela sociedade westerosi como indigno de ser amado.
Quanto a Lyarra, Minisa, Bethany e as demais, sabemos pouco mais que seus nomes, suas gravidezes e suas mortes, e de algumas não temos sequer nomes.
Eu por vezes incluo Lynesse Hightower e Alannys Greyjoy como membras honorárias, apesar de que, obviamente, elas não estejam mortas.
Eu disse acima que as mulheres do CSM ou são postas em um pedestal ou colocadas de joelhos. Lynesse Hightower se encaixa em ambos os casos: foi-nos apresentada por Jorah como uma história de amor saída direto das canções, e vilanizada como a mulher que deixou Jorah para ser uma concubina em Lys. Nas palavras de Jorah, ele odeia Lynesse, quase tanto quanto a ama. A história de Lynesse é definida por uma porção de tropes batidas; ela é a “Stunningly Beautiful” “Uptown Girl” / “Rich Bitch” “Distracted by the Luxury” até ela perceber que Jorah é “Unable to support a wife”. (Todos estes são explicados no tv tropes se você quiser ler mais.) Lynesse é basicamente uma encarnação da trope gold digger sem qualquer profundidade, sem qualquer subversão, sem aprofundar muito em Lynesse como pessoa. Mesmo que ela ainda esteja viva, mesmo que muitas pessoas ainda vivas conheçam-na e sejam capazes de nos dizer sobre ela como pessoa, elas não o fazem.
Alannys Greyjoy eu inclui pessoalmente no Clube das Senhoras Mortas porque sua personagem se resume a uma “Mother’s Madness” com pouco mais sobre ela, mesmo que, novamente, não esteja morta.
Quando eu incluo Lynesse e Alannys, cada região nos Sete Reinos de GRRM fica com pelo menos uma do CSM. Foi uma coisa que se sobressaiu para mim quando eu estava lendo pela primeira vez – quão distribuídas estão as mães mortas e mulheres descartadas de GRRM, não é só em uma Casa, está em todos os lugares da obra de GRRM.
E quando digo "em toda a obra do GRRM," eu quero dizer em todos os lugares. Mães mortas em segundo plano (normalmente no parto) antes de a história começar é um trope que GRRM usa ao longo de sua carreira, em Sonho Febril, Dreamsongs e Armageddon Rag e em seus roteiros para TV. Demonstra falta de imaginação e preguiça, para dizer o mínimo.
*~*~*~*~
PARTE III: QUEM NÃO SÃO ELAS?
Mulheres históricas e mortas há muito tempo, como Visenya Targaryen, não estão incluídas no Clube das Senhoras Mortas. Por que, você pergunta?
Se você for até o americano comum na rua, provavelmente será capaz de lhe dizer algo sobre a mãe, a avó, a tia ou alguma outra mulher em suas vidas que seja importante para eles, e você pode ter uma ideia sobre quem eram essas mulheres como pessoas. Mas o americano médio provavelmente não poderá contar muito sobre Martha Washington, que viveu séculos atrás. (Se você não é americano, substitua “Martha Washington” pelo nome da mãe de uma figura política importante que viveu há 300 anos. Sou americana, então este é o exemplo que estou usando. Além disso, eu já posso ouvir os nerds da história protestando - sente-se, você está nitidamente acima da média.).
Da mesma forma, o westerosi médio deve (misoginia à parte) geralmente ser capaz de lhe dizer algo sobre as mulheres importantes em suas vidas. Na história da vida de nosso mundo, reis, senhores e outros nobres compartilharam ou preservaram informações sobre suas esposas, mães, irmãs e outras mulheres, apesar de terem vivido em sociedades medievais extremamente misóginas.
Então, não estou falando “Ah, meus deus, uma mulher morreu, fiquem revoltados”. Não é isso.
Eu geralmente limito o CSM às mulheres que morreram recentemente na história westerosi e que tiveram suas humanidades negadas de uma maneira que seus contemporâneos do sexo masculino não tiveram.
*~*~*~*~
PARTE IV: POR QUE ISSO IMPORTA?
O Clube da Senhoras Mortas é formado por mulheres de até duas gerações passadas, sobre as quais devemos saber mais, mas não sabemos. Nós sabemos pouco mais além de que elas tiveram filhos e morreram. Eu não conheço essas mulheres, exceto através do fandom transformativo. Eu conheci muito sobre os personagens masculinos pré-série no texto, mas cânone não me dá quase nada sobre essas mulheres.
Para copiar de outra postagem minha sobre essa questão, é como se as Senhoras Mortas existissem na narrativa do GRRM apenas para serem abusadas, estupradas, parir e morrer para mais tarde terem seus semblantes imutáveis moldados em pedra e serem colocadas em pedestais para serem idealizadas. As mulheres do Clube das Senhoras Mortas não têm a mesma caracterização e evolução dos personagens masculinos pré-série.
Pense em Jaime, que, embora não seja um personagem pré-série, é um ótimo exemplo de como o GRRM pode usar a caracterização para brincar com seus leitores. Começamos vendo Jaime como um babaca que empurra crianças de janelas (e não me entenda mal, ele ainda é um babaca que empurra crianças para fora das janelas), mas ele também é muito mais do que isso. Nossa percepção como leitores muda e entendemos que Jaime é bastante complexo, multicamadas e cinza.
Quanto a personagens masculinos mortos pré-série, GRRM ainda consegue fazer coisas interessantes com suas histórias, e transmitir seus desejos, e brincar com as percepções dos leitores. Rhaegar é um excelente exemplo. Os leitores vão da versão de Robert da história, de que Rhaegar era um supervilão sádico, à ideia de que o que quer que tenha acontecido entre Rhaegar e Lyanna não foi tão simples como Robert acreditava, e alguns fãs progrediam ainda mais para essa ideia de que Rhaegar era fortemente motivado por profecias.
Mas nós não temos esse tipo de desenvolvimento de personagens com as Senhoras Mortas. Por exemplo, Elia existe na narrativa para ser estuprada e morrer, e para motivar os desejos de Doran por justiça e vingança, um símbolo da causa dornesa, um lembrete da narrativa de que são os inocentes que mais sofrem no jogo dos tronos. . Mas nós não sabemos quem ela era como pessoa. Nós não sabemos o que ela queria na vida, como ela se sentia, com o que ela sonhava.
Nós não temos caracterização do CSM, nós não temos mudanças na percepção, mal conseguimos qualquer coisa quando se trata dessas mulheres. GRRM não escreve personagens femininas pré-série da mesma maneira que ele escreve personagens masculinos pré-série. Essas mulheres não recebem espaço na narrativa da mesma forma que seus contemporâneos masculinos.
Pensa na Princesa Sem Nome de Dorne, mãe de Doran, Elia e Oberyn. Ela era a única governante feminina de um reino enquanto a geração Rebelião de Robert estava surgindo, e ela também é a única líder de uma grande Casa durante esse período cujo nome não temos.
O Norte? Governado por Rickard Stark. As Terras Fluviais? Governadas por Hoster Tully. As Ilhas de Ferro? Governadas por Quellon Greyjoy. O Vale? Governado por Jon Arryn. As Terras Ocidentais? Governadas por Tywin Lannister. As Terras da Tempestade? Steffon, e depois Robert Baratheon. A Campina? Mace Tyrell. Mas e Dorne? Apenas uma mulher sem nome, ops, quem diabos liga, quem liga, por se importar com um nome, quem precisa de um, não é como se nomes importassem em ASOIAF, né? *sarcasmo*
Não nos deram o nome dela nem em O Mundo de Gelo e Fogo, ainda que a Princesa Sem Nome tenha sido mencionada lá. E essa falta de um nome é muito limitante - é tão difícil discutir a política de um governante e avaliar suas decisões quando o governante nem sequer tem um nome.
Para falar mais sobre o anonimato das mulheres... Tysha não conseguiu um nome até o A Fúria dos Reis. Apesar de terem sido mencionadas nos apêndices do livro 1, nem Joanna nem Rhaella foram nomeadas dentro da história até o A Tormenta de Espadas. A mãe de Ned Stark não tinha um nome até surgir a árvore genealógica no apêndice da TWOIAF. E quando a Princesa Sem Nome de Dorne conseguirá um nome? Quando?
Quando penso nisso, não posso deixar de pensar nesta citação: "Ela odiava o anonimato das mulheres nas histórias, como se elas vivessem e morressem só para que os homens pudessem ter sacadas metafísicas." Muitas vezes essas mulheres existem para promover os personagens masculinos, de uma forma que não se aplica a homens como Rhaegar ou Aerys.
Eu não acho que GRRM esteja deixando de fora ou atrasando esses nomes de propósito. Eu não acho que GRRM está fazendo nada disso deliberadamente. O Clube das Mulheres Mortas, em minha opinião, é o resultado da indiferença, não de maldade.
Mas esses tipos de descuidos, como a princesa de Dorne, que não têm nome, são, em minha opinião, indicativos de uma tendência muito maior - GRRM recusa dar espaço a essas mulheres mortas na narrativa, ao mesmo tempo em que proporciona espaço significativo aos personagens masculinos mortos ou anteriores à série. Esta questão, em minha opinião, é importante para a teoria espacial feminista - ou as maneiras pelas quais as mulheres habitam ou ocupam o espaço (ou são impedidas de fazê-lo). Algumas acadêmicas feministas argumentam que mesmo os “lugares” ou “espaços” conceituais (como uma narrativa ou uma história) influenciam o poder político, a cultura e a experiência social das pessoas. Essa discussão provavelmente está além do escopo desta postagem, mas basicamente argumenta-se que as mulheres e meninas são socializadas para ocupar menos espaço do que os homens em seus arredores. Assim, quando o GRRM recusa o espaço narrativo para as mulheres pré-série de uma forma que ele não faz para os homens pré-série, sinto que ele está jogando a favor de tropes misóginas ao invés de subvertê-las.
*~*~*~*~
PARTE V: A MORTE DA MÃE
Dado que muitas dos CSM (embora não todas) eram mães, e que muitas morreram no parto, eu quero examinar este fenômeno com mais detalhes, e discutir o que significa para o Clube das Senhoras Mortas.
A cultura popular tende a priorizar a paternidade, marginalizando a maternidade. (Veja a longa história de mães mortas ou ausentes da Disney, storytelling que é meramente uma continuação de uma tradição de conto de fadas muito mais antiga da “aniquilação simbólica” da figura materna.) As plateias são socializadas para ver as mães como “dispensáveis”, enquanto pais são “insubstituíveis”:
Isto é alcançado não apenas removendo a mãe da narrativa e minando sua atividade materna, mas também mostrando obsessivamente sua morte, repetidas vezes. […] A morte da mãe é invocada repetidamente como uma necessidade romântica [...] assim parece ser um reflexo na cultura visual popular matar a mãe. [x]
Para mim, a existência do Clube das Senhoras Mortas está perpetuando a tendência de desvalorizar a maternidade, e ao contrário de tantas outras coisas sobre o ASOIAF, não é original, não é subversivo e não é boa escrita.
Pense em Lyarra Stark. Nas próprias palavras de GRRM, quando perguntado sobre quem era a mãe de Ned Stark e como ela morreu, ele nos diz laconicamente: “Senhora Stark. Ela morreu”. Não sabemos nada sobre Lyarra Stark, além de que ela se casou com seu primo Rickard, deu à luz quatro filhos e morreu durante ou após o nascimento de Benjen. É outro exemplo de indiferença casual e desconsideração do GRRM para com essas mulheres, e isso é muito decepcionante vindo de um autor que é, em diversos aspectos, tão incrível. Se GRRM pode imaginar um mundo tão rico e variado como Westeros, por que é tão comum que quando se trata de parentes femininos de seus personagens, tudo o que GRRM pode imaginar é que eles sofrem e morrem?
Agora, você pode estar dizendo, “morrer no parto é apenas algo que acontece com as mulheres, então qual é o grande problema?”. Claro, as mulheres morriam no parto na Idade Média em percentuais alarmantes. Suponhamos que a medicina westerosi se aproxime da medicina medieval - mesmo se fizermos essa suposição, a taxa em que essas mulheres estão morrendo no parto em Westeros é excessivamente alta em comparação com a verdadeira Idade Média, estatisticamente falando. Mas aqui vai a rasteira: a medicina de Westerosi não é medieval. A medicina de Westerosi é melhor do que a medicina medieval. Parafraseando meu amigo @alamutjones, Westeros tem uma medicina melhor do que a medieval, mas pior do que os resultados medievais quando se trata de mulheres. GRRM está colocando interferindo na balança aqui. E isso demonstra preguiça.
Morte no parto é, por definição, um óbito muito pertencente a um gênero. E é assim que GRRM define essas mulheres - elas deram à luz e elas morreram, e nada mais sobre elas é importante para ele. ("Senhora Stark. Ela morreu.") Claro, há algumas pequenas minúcias que podemos reunir sobre essas mulheres se apertarmos os olhos. Lyanna foi chamada de voluntariosa, e ela teve algum tipo de relacionamento com Rhaegar Targaryen que o júri ainda está na expectativa de conhecer, mas seu consentimento foi duvidoso na melhor das hipóteses. Joanna estava felizmente casada, e ela foi desejada por Aerys Targaryen, e ela pode ou não ter sido estuprada. Rhaella foi definitivamente estuprada para conceber Daenerys, que ela morreu dando à luz.
Por que essas mulheres têm um tratamento de gênero? Por que tantas mães morreram no parto em ASOIAF? Os pais não tendem a ter mortes motivadas por seu gênero em Westeros, então por que a causa da morte não é mais variada para as mulheres?
E por que tantas mulheres em ASOIAF são definidas por sua ausência, como buracos negros, como um espaço negativo na narrativa?
O mesmo não pode ser dito de tantos pais em ASOIAF. Considere Cersei, Jaime e Tyrion, mas cujo pai é uma figura divina em suas vidas, tanto antes como depois de sua morte. Mesmo morto, Tywin ainda governa a vida de seus filhos.
É a relação entre pai e filho (Randyll Tarly, Selwyn Tarth, Rickard Stark, Hoster Tully, etc.) que GRR dá tanto peso em relação ao relacionamento da mãe, com notáveis exceções encontradas em Catelyn Stark e Cersei Lannister. (Embora com Cersei, acho que poderia ser arguir que GRRM não está subvertendo nada - ele está jogando no lado negro da maternidade, e a ideia de que as mães prejudicam seus filhos com sua presença - que é basicamente o outro lado da trope da mãe morta - mas esta postagem já está com um tamanho absurdo e eu não vou entrar nisso aqui.)
*~*~*~*~
PARTE VI: O CSM E VIOLÊNCIA SEXUAL
Apesar de suas alegações de verossimilhança histórica, GRRM fez Westeros mais misógino do que a verdadeira Idade Média. Tendo em conta que detalhes sobre violência sexual são as principais informações que temos sobre o CSM, por que é necessária tanta violência sexual?
Eu discuto esta questão em profundidade na minha tag #rape culture in Westeros, mas acho que merece ser tocado aqui, pelo menos brevemente.
Garotas como Tysha são definidas pela violência sexual pela qual passaram. Sabemos sobre o estupro coletivo de Tysha no livro 1, mas sequer aprendemos seu nome até o livro 2. Muitas do CSM são vítimas de violência sexual, com pouca ou nenhuma atenção dada a como essa violência as afetou pessoalmente. Mais atenção é dada a como a violência sexual afetou os homens em suas vidas. Com cada novo assédio sexual que Joanna sofreu em razão de Aerys, sabemos que por meio de O Mundo de Gelo e Fogo que Tywin rachou um pouco mais, mas como Joanna se sentiu? Sabemos que Rhaella havia sido abusada a ponto de parecer que uma fera a atacara, e sabemos que Jaime se sentia extremamente conflituoso por causa de seus juramentos da Guarda Real, mas como Rhaella se sentia quando seu agressor era seu irmão-marido? Sabemos mais sobre o abuso que essas mulheres sofreram do que sobre as próprias mulheres. A narrativa objetifica, ao invés de humanizar, o CSM.
Por que os personagens messiânicos de GRRM têm que ser concebidos por meio de estupro? A figura materna sendo estuprada e sacrificada em prol do messias/herói é uma trope de fantasia velha e batida, e GRRM faz isso não uma vez, mas duas (ou possivelmente três) vezes. Sério, GRRM? Sério? GRRM não precisa depender de mães estupradas e mortas como parte de sua história trágica pré-fabricada. GRRM pode fazer melhor que isso, e ele deveria. (Mais debates na minha tag #gender in ASOIAF.)
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PARTE VII: SACRIFÍCIO MASCULINO, SACRIFÍCIO FEMININO E ESCOLHA
Agora, você pode estar se perguntando: "É normal que os personagens masculinos se sacrifiquem, então por que as mulheres não podem se sacrificar em prol do messias? O sacrifício feminino não é subversivo?”
Sacrifício masculino e sacrifício feminino muitas vezes não são os mesmos na cultura popular. Para resumir - os homens se sacrificam, enquanto as mulheres são sacrificadas.
As mulheres que morrem no parto para dar à luz o messias não são a mesma coisa que os personagens masculinos fazendo uma última grande investida com armas em punho para dar ao Herói Messiânico a chance de Fazer A Coisa. Os personagens masculinos que se vão com armas fumegantes em mãos escolhem esse destino; é o resultado final da sua caracterização fazer isso. Pense em Syrio Forel. Ele escolhe se sacrificar para salvar um dos nossos protagonistas.
Mas mulheres como Lyanna, Rhaella e Joanna não tiveram uma escolha, não tiveram nenhum grande momento de vitória existencial que fosse a ápice de seus personagens; eles apenas morreram. Elas sangraram, elas adoeceram, elas foram assassinados - elas-apenas-morreram. Não havia grande escolha para se sacrificar em favor de salvar o mundo, não havia opção de recusar o sacrifício, não havia escolha alguma.
E isso é fundamental. É isso que está no coração de todas as histórias do GRRM: escolha. Como eu disse aqui,
“Escolha […]. Esta é a diferença entre bem e mal, você sabe disso. Agora parece que sou eu que tenho que fazer uma escolha” (Sonho Febril). Nas palavras do próprio GRRM, “Isso é algo que se vê bem em meus livros: Eu acredito em grandes personagens. Todos nós somente capazes de fazer grandes coisas, e de fazer coisas ruins. Nós temos os anjos e os demônios dentro de nós, e nossas vidas são uma sucessão de escolhas.” São as escolhas que machucam, as escolhas em que o bom e o mal são sopesados – essas são as escolhas em que “o coração humano [está] em conflito consigo mesmo”, o que GRRM considera “a única coisa que vale a pena escrever sobre”.
Homens como Aerys, Rhaegar e Tywin fazem escolhas em ASOIAF; mulheres como Rhaella não têm nenhuma escolha na narrativa.
GRRM acha que não vale a pena escrever sobre as histórias do Clube das Senhoras Mortas? Não houve nenhum momento na mente do GRRM em que Rhaella, Elia ou Ashara se sentiram em conflito em seus corações, em nenhum momento eles sentiram suas lealdades divididas? Como Lynesse se sentiu escolhendo concubinato? E sobre Tysha, que amou um garoto Lannister, mas sofreu estupro coletivo nas mãos da Casa Lannister? Como ela se sentiu?
Seria muito diferente se soubéssemos sobre as escolhas que Lyanna, Rhaella e Elia fizeram. (O Fandom frequentemente especula sobre se, por exemplo, Lyanna escolheu ir com Rhaegar, mas o texto permanece em silêncio sobre este assunto mesmo em A Dança dos Dragões. GRRM permanece em silêncio sobre as escolhas dessas mulheres.)
Seria diferente se o GRRM explorasse seus corações em conflito, mas não ficamos sabendo de nada sobre isso. Seria subversivo se essas mulheres escolhessem ativamente se sacrificar, mas não o fizeram.
Dany provavelmente está sendo criada como uma mulher que ativamente escolhe se sacrificar para salvar o mundo, e acho isso subversivo, um esforço valoroso e louvável da parte da GRRM lidar com essa dicotomia entre o sacrifício masculino e o sacrifício feminino. Mas eu não acho que isso compensa todas essas mulheres mortas sacrificadas no parto sem escolha.
*~*~*~*~
PARTE VIII: CONCLUSÕES
Espero que este post sirva como uma definição funcional do Clube das Senhoras Mortas, um termo que, pelo menos para mim, carrega muitas críticas ao modo como a GRRM lida com essas personagens femininas. O termo engloba a falta de voz dessas mulheres, o abuso excessivo e fortemente ligado ao gênero que sofreram e sua falta de caracterização e arbítrio.
GRRM chama seus personagens de seus filhos. Eu me sinto como essas mulheres mortas - as mães, as esposas, as irmãs - eu sinto como se essas mulheres fossem crianças natimortas de GRRM, sem nada a não ser um nome em uma certidão de nascimento, e muito potencial perdido, e um buraco onde já houve um coração na história de outra pessoa. Desde os meus primeiros dias no tumblr, eu queria dar voz a essas mulheres sem voz. Muitas vezes elas foram esquecidas, e eu não queria que elas fossem.
Porque se elas fossem esquecidas - se tudo o que havia para elas era morrer - como eu poderia acreditar em ASOIAF?
Como posso acreditar que “a vida dos homens tem significado, não sua morte” se GRRM criou este grupo de mulheres meramente para ser sacrificado? Sacrificado por profecia, ou pela dor de outra pessoa, ou simplesmente pela tragédia em tudo isso?
Como posso acreditar em todas as coisas que a ASOIAF representa? Eu sei que GRRM faz um ótimo trabalho com Sansa, Arya e Dany e todos os outros POVs femininos, e eu o admiro por isso.
Mas quando a ASOIAF pergunta, “o que é a vida de um garoto bastardo perante um reino?” Qual é o valor de uma vida, quando comparada a tanta coisa? E Davos responde, suavemente, “Tudo”… Quando ASOIAF diz que… quando a ASOIAF diz que uma vida vale tudo, como as pessoas podem me dizer que essas mulheres não importam?
Como posso acreditar em ASOIAF como uma celebração à humanidade, quando a GRRM desumaniza e objetifica essas mulheres?
O tratamento dessas mulheres enfraquece a tese central da ASOIAF, e não precisava ser assim. GRRM é melhor do que isso. Ele pode fazer melhor.
Eu quero estar errada sobre tudo isso. Eu quero que GRRM nos conte em Os Ventos do Inverno tudo sobre as escolhas de Lyanna, e eu quero aprender o nome da Princesa Sem Nome, e eu quero saber que três mulheres não foram estupradas para cumprir uma profecia da GRRM. Eu quero que GRRM sopre vida dentro delas, porque eu o considero o melhor escritor de fantasia vivo.
Mas eu não sei se ele fará isso. O melhor que posso dizer é eu quero acreditar.
[...]
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